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ARQUIVO PÚBLICO MINEIRO

  • A instituição foi criada em 1895, em Ouro Preto (MG), e transferida para Belo Horizonte em 1901. Desde 1938, ocupa uma imponente casa construída em 1897. O órgão é responsável pelo recolhimento, guarda, gestão, preservação e divulgação do acervo arquivístico do poder executivo estadual e de documentos privados de interesse público. São milhares de documentos, que remontam aos períodos colonial, imperial e republicano. Entre os destaques figuram o acervo fotográfico, mapas produzidos no século 18 e 19 e documentos referentes à Inconfidência Mineira. Tem ainda uma biblioteca especializada em história de Minas Gerais.
  • Funcionários: av. João Pinheiro, 372, tels. (31) 3269-1060 / 1167. Seg. a sex., 9h/17h; visitas mediante agendamento pelo email daip.apm@cultura.mg.gov.br. www.siaapm.cultura.mg.gov.br

BASÍLICA NOSSA SENHORA DE LOURDES

  • A igreja tem arquitetura predominantemente neogótica, muito rica em detalhes. O projeto recebeu algumas adaptações, como o acréscimo da torre entre 1929 e 1930. Tem um órgão de 400 tubos.

BIBLIOTECA PÚBLICA ESTADUAL LUIZ DE BESSA

  • Criada em 1954, a biblioteca fica em um prédio projetado pelo arquiteto carioca Oscar Niemeyer (1907-2012). Tem cerca de 260 mil títulos. São obras raras e representativas de escritores brasileiros e estrangeiros, uma importante coleção de autores mineiros, revistas e jornais, títulos em Braille e audiolivros. Também possui amplo acervo digitalizado. Conta ainda com teatro com capacidade para 220 pessoas, sala de cursos e galerias de arte. No ano 2000, a biblioteca foi ampliada, com a incorporação do edifício Anexo Professor Francisco Iglésias.
  • Funcionários: praça da Liberdade, 21, tels. (31) 3269-1202 / 1235, r. 120. Seg. a sex., 8h/20h; sáb., 8h/12h.

CAPELA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO

  • A pequena igreja tem arquitetura eclética, um misto de traços clássico, gótico e barroco.
  • Centro: na esquina da rua São Paulo com a av. Amazonas. Seg. a sex., 8h/20h; sáb. e dom., 16h/19h30.

CASA UNA DE CULTURA

  • O espaço colaborativo integra o Circuito Cultural da Praça da Liberdade. Promove o diálogo entre filosofia, literatura, cinema, artes, música, comportamento, história e moda por meio de palestras, seminários, exposições, cursos, performances e outros eventos culturais.
  • Lourdes: r. Aimorés, 1.451, tel. (31) 3235-7314. Seg. a sex.; 14h/22h; sáb., 9h/13h. www.casauna.com.br

CATEDRAL NOSSA SENHORA DA BOA VIAGEM

  • A catedral, inaugurada em 1923, tem estilo neogótico. A paróquia foi consagrada à Nossa Senhora da Boa Viagem por causa de uma imagem esculpida em madeira, protetora de um barco português que tinha o nome da santa. Essa imagem está no altar lateral da direita da catedral e mede pouco mais de meio metro de altura.

CEFAR LIBERDADE

  • Extensão do Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado (Cefar), a escola foca na capacitação, qualificação e aperfeiçoamento de estudantes nas áreas de Teatro, Dança e Música.
  • Funcionários: r. Sergipe, 884, tels. (31) 3308-4700 / 4701.

CENTRO CULTURAL DA UFMG

  • O centro cultural fica em uma edificação centenária tombada pelo patrimônio municipal e estadual. O espaço desenvolve e divulga atividades artísticas e culturais de integrantes da comunidade universitária e de artistas externos à UFMG. Possui clara vocação ligada às artes visuais. Tem três espaços expositivos: Grande Galeria e as galerias Celso Renato e Ana Horta. Promove ainda atividades de teatro, cinema, música e poesia.

CENTRO CULTURAL PADRE EUSTÁQUIO

  • O centro cultural foi implantado em 2008. Construído na antiga Feira Coberta, é equipado com biblioteca, salas para oficinas de artes plásticas e cênicas, praça de eventos e área livre com 1 mil m².
  • Padre Eustáquio: r. Jacutinga, 821, tel. (31) 3277-8394. Ter. a sex., 8h/17h; sáb 9h/12h.

CENTRO DE ARTE CONTEMPORÂNEA E FOTOGRAFIA

  • Administrado pela Fundação Clóvis Salgado e inaugurado em 2010, é um espaço para a discussão, estudo, exibição e fomento das artes visuais e da fotografia.
  • Centro: av. Afonso Pena, 737, tel. (31) 3236-7400. Ter. a sáb., 9h30/21h; dom., 16h/21h.

CENTRO DE CULTURA BELO HORIZONTE

  • O centro cultural ocupa uma das mais belas edificações da cidade: um prédio neogótico, em estilo Manuelino, construído em 1914. O espaço promove exposições, mostras de audiovisual, ações educativas, seminários e debates.
  • Centro: r. da Bahia, 1.149, esquina com a av. Augusto de Lima, tels. (31) 3277-9248 / 3277-4384. Seg., 10h/19h; ter. a sex., 10h/21h.

CENTRO DE MEMÓRIA DO TRE-MG

  • Exposição permanente reúne objetos, móveis, documentos e fotografias históricos utilizados no Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais. A mostra também aborda a evolução das urnas e títulos e cédulas eleitorais.
  • Cidade Jardim: av. Prudente de Morais, 320, tels. (31) 3307-1100 / 1176. Seg. a sex., 13h/18h. www.tre-mg.jus.br

CIRCUITO CULTURAL PRAÇA DA LIBERDADE

  • O circuito é o maior conjunto integrado de cultura do Brasil. Com o projeto, desenvolvido pelo Governo de Minas Gerais em parceria com empresas privadas, antigos prédios públicos foram transformados em espaços com acervos históricos, artísticos e temáticos, centros culturais, biblioteca e espaços para oficinas, cursos e ateliês abertos. É composto por Arquivo Público Mineiro, Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, Casa Fiat de Cultura, Cefar Liberdade, Centro Cultural Banco do Brasil, Centro de Arte Popular - Cemig, Espaço do Conhecimento UFMG, Horizonte Sebrae - Casa da Economia Criativa, Memorial Minas Gerais Vale, MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal , Museu Mineiro, Palácio da Liberdade e Praça da Liberdade.

CONJUNTO ARQUITETÔNICO DA PAMPULHA

  • O conjunto arquitetônico, localizado às margens da Lagoa da Pampulha, tem projeto do arquiteto carioca Oscar Niemeyer. O paisagismo é do paulistano Burle Marx. Foi construído entre 1942 e 1944 e tombado pelo Iphan em 1997. É formado por Igreja São Francisco de Assis (considerada a obra-prima do conjunto; na parede do fundo tem um mural de São Francisco pintado por Candido Portinari, também autor do painel interno de São Francisco no altar principal e da Via Sacra; Alfredo Ceschiatti assina o painel em baixo relevo no interior do batistério; e Paulo Werneck foi o responsável pelo mosaico nas laterais da abóbada da nave), Iate Tênis Clube, cassino (em 1957, ele passou a funcionar como Museu de Arte da Pampulha) e Casa do Baile (desativada em 1948).
  • Acesso pela Av. Otacílio Negrão de Lima.

ESCOLA GUIGNARD | UEMG (UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS)

  • A escola conta com uma galeria de exposições.

ESPAÇO CULTURAL CEMIG

  • “Meu Brasil”, do fotógrafo Manoel Marques, apresenta uma seleção de 40 fotografias contando uma parte das suas viagens aos mais distantes locais do Brasil. São imagensde paisagens dos 26 estados brasileiros, mostrando a cultura, as dificuldades e as alegrias do povo brasileiro (de 28/08/18, às 19h, a 19/10/18).
  • O espaço, instalado no edifício-sede da Cemig e inaugurado na década de 1980, realiza seleção de artistas para exposições por meio de edital no segundo semestre de cada ano. Também promove outras mostras durante o ano.
  • Santo Agostinho: av. Barbacena, 1.200, 19º andar, ala B2, tels. (31) 3299-4083 / 4099. Diariamente, 8h/19h. www.cemig.com.br

ESPAÇO CULTURAL FÓRUM LAFAYETTE | TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE MINAS GERAIS

  • Criado em 2004, o espaço promove atividades de cultura, lazer e integração, no próprio ambiente de trabalho, aproximando servidores, magistrados e o público externo. Conta com uma galeria para exposições.
  • Barro Preto: av. Augusto de Lima, 1.549, tel. (31) 3330-2000. Seg. a sex., 8h/18h. www.tjmg.jus.br

ESPAÇO DO CONHECIMENTO UFMG

  • O espaço conta com várias atrações: planetário, terraço astronômico (para observação astronômica acompanhada de especialistas), midiateca, a exposição “Demasiado Humano” (dividida em “O Aleph”, “Origens”e “Vertentes” e que utiliza recursos audiovisuais e interativos) e fachada revestida com um material vítreo especial que a transforma em uma grande tela de projeção.
  • Funcionários: Praça da Liberdade, 700, tel. (31) 3409-8350. Ter. e qua e de sex. a dom., 10h/17h; qui., 10h/21h. Ambientes expositivos e terraço astronômico: entrada gratuita. Planetário: R$ 6. www.espacodoconhecimento.org.br

FUNARTE

  • A exposição “Transição de Fase” do artista pernambucano Lourival Cuquinha reúne dezenas de obras e uma instalação sonora, criada em parceria com Mariana Lacerda e Muep, que dialogam com a temática da imigração. Durante quatro anos, Cuquinha se encontrou com vendedores ambulantes, que vivenciavam situações de imigração. A cada um deles, propôs adquirir suas mercadorias e em troca, pediu um retrato de cada um. As imagens foram expressas sobre materiais como cobre, ou cédulas – superfícies que tem o mesmo valor do custo dos produtos negociados. Na abertura da exposição, mercadores de diversos países são convidados a ocupar o espaço expositivo e nele negociar sua mercadoria com o público (de 24/08/18, às 19h, a 07/10/18).
  • A Funarte realiza exposições de artes visuais, espetáculos de teatro, dança, circo e música. Também tem atividades de formação e reciclagem de profissionais dessas áreas.

GALERIA DE ARTE COPASA (COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS)

  • A galeria realiza exposições selecionadas por meio de edital.
  • Santo Antônio: r. Mar de Espanha, 525, tel. (31) 3250-1506. Diariamente, 8h/19h. www.copasa.com.br

IGREJA DE NOSSA SENHORA DO CARMO

  • Uma das atrações da igreja são os vitrais com motivos bíblicos sobre Nossa Senhora. Eles foram desenhados e executados pela fábrica Conrado, de São Paulo (SP).

IGREJA SÃO JOSÉ

  • A igreja, em forma de cruz latina, tem estilo manuelino, com fortes influências holandesas. A decoração interior, iniciada em 1910, tem os capitéis das colunas em estilo coríntio. O órgão de tubos foi fabricado em 1927.

MIS (MUSEU DA IMAGEM E DO SOM) | CENTRO DE REFERÊNCIA AUDIOVISUAL

  • O espaço disponibiliza acervo videográfico e fílmico para pesquisadores, produtores audiovisuais e estudantes. Os conteúdos são relativos à produção e preservação audiovisuais, assim como à memória de Belo Horizonte.
  • Centro: av. Álvares Cabral, 560, tel. (31) 3277-6330. Seg. a sex., 9h/17h, mediante agendamento por meio do site www.pbh.gov.br/sac (opção “Cultura”, palavra-chave “audiovisual”).

MUSEU CASA KUBITSCHEK

  • A exposição “O Jardim e o Museu” da artista plástica e bióloga Mariana Soares apresenta mostra 83 ilustrações em aquarela que compõem a publicação “Conhecer e Reconhecer: Patrimônio Cultural”, o resultado dos estudos que vem desenvolvendo sobre os jardins do museu, projetado por Burle Marx. A publicação é lançada gratuitamente na abertura (de 22/09/18, às 10h).

MUSEU DA FEB (FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA)

  • O museu apresenta a história da participação brasileira na Segunda Guerra Mundial. Exibe armas, uniformes, objetos de uso pessoal dos soldados da FEB e documentos.

MUSEU DA HISTÓRIA DA INQUISIÇÃO

  • O museu, inaugurado em 2012, resgata a memória de importantes colonizadores do Brasil: os Cristãos-Novos ou Cripto-Judeus. A história da Inquisição Íbero-Luso Brasileira é contada por meio de 50 painéis com fotos e textos. O acervo bibliográfico reúne 400 obras de autores nacionais e estrangeiros e também livros raros e antigos sobre o tema Inquisição em Portugal. Há ainda réplicas de instrumentos de tortura do século 16.

MUSEU DA PROPAGANDA

  • O museu resgata a memória dos sucessos da propaganda.
  • Floresta: av. Assis Chateaubriand, 167, tels. (31) 2511-3545 / 2516-9101.

MUSEU DE ARTE DA PAMPULHA

  • Um dos pontos turísticos mais famosos de Belo Horizonte, o prédio do museu foi projetado pelo arquiteto carioca Oscar Niemeyer (1907-2012) na orla da Lagoa da Pampulha e inaugurado na década de 1940. Faz parte do Conjunto Arquitetônico da Pampulha, que inclui a Igreja de São Francisco de Assis, a Casa do Baile e o Iate Tênis Clube.

MUSEU DE ARTES E OFÍCIOS

  • O museu, aberto ao público em janeiro de 2006, é dedicado ao trabalho do período pré-industrial no país. Criado pelo Instituto Cultural Flávio Gutierrez (ICFG), ele ocupa os prédios históricos, parte das áreas de embarque e os jardins da Estação Central de Belo Horizonte e da Estação Oeste de Minas, onde funciona a principal estação do Metrô da cidade. O acervo tem cerca de 2.200 peças referentes às tecnologias de produção dos últimos três séculos. São objetos de grande, médio e pequeno portes, confeccionados em madeira, ferro, couro e cerâmica, desde um alambique até minúsculas formas para confecção de jóias.
  • Centro: praça Rui Barbosa, s/nº, tel. (31) 3248-8600. Ter., qui. e sex., 12h/19h; qua., 12h/21h; sáb. e dom., 11h/17h. R$ 4. Alunos de escolas particulares pagam meia entrada. Entrada gratuita para crianças de até 5 anos, para alunos de escolas públicas e para ONGs. Entrada gratuita para o público em geral às quartas-feiras, das 17h às 21h, e aos sábados, das 11h às 17h. www.mao.org.br

MUSEU DE CIÊNCIAS DA FUNDAÇÃO EZEQUIEL DIAS (FUNED)

  • O espaço abriga exposições de peças e equipamentos que remetem à história da saúde pública e da própria instituição. A maioria das peças foi adquirida no início do século 20, importadas principalmente da Alemanha. Muitas foram utilizadas pelo médico e pesquisador Ezequiel Dias (1880-1922).
  • Gameleira: r. Conde Pereira Carneiro, 80, tels. (31) 3371-9441 / 3314-4576. Visitas mediante agendamento realizadas sempre na última quarta-feira de cada mês, às 14h. www.funed.mg.gov.br

MUSEU DE CIÊNCIAS MORFOLÓGICAS

  • O museu aborda as ciências morfológicas, fundamentais ao entendimento da estrutura e funcionamento dos organismos. Por meio de exposições didático-científicas permanentes, apresenta peças anatômicas, esculturas em gesso e resina, fotomicrografias de células e tecidos, microscópios de luz e eletrônicos, embriões e fetos em diferentes estágios de desenvolvimento, além de equipamentos de áudio e vídeo.

MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL E JARDIM BOTÂNICO DA UFMG

  • O acervo do museu e jardim botânico tem cerca de 70 mil itens de caráter científico-cultural. As coleções são distribuídas nas áreas: Arqueologia Pré-Histórica, Arqueologia Histórica, Paleontologia, Geologia, Zoologia, Botânica, Etnologia Indígena, Arte Popular e Iconografia. O espaço ocupa uma área verde de preservação ambiental de 600 mil m².
  • Santa Inês: r. Gustavo da Silveira, 1.035, tels. (31) 3409-7600 / 7650. www.ufmg.br/mhnjb

MUSEU DE VALORES DO BANCO CENTRAL DO BRASIL

  • O museu resgata a história financeira do país. O acervo tem cédulas, moedas, documentos, barras de ouro, medalhas e curiosidades ligadas ao dinheiro.
  • Santo Agostinho: av. Álvares Cabral, 1.605, 1° e 2° subsolos, tel. (31) 3253-7123. Seg. a sex., 10h/17h. www.bcb.gov.br

MUSEU DO BORDADO

  • O museu é um projeto da artista Beth Lírio, filha de uma professora de bordado e tapeçaria, Irene Lírio, com quem aprendeu a arte de bordar. O acervo conta com peças datadas desde 1790.

MUSEU DOS BRINQUEDOS

  • O acervo de brinquedos soma 5 mil itens de diversos países, 800 dos quais ficam em exposição permanente. O museu foi idealizado por Luiza de Azevedo Meyer (1912-2000), que guardou os seus brinquedos, os dos dez filhos e os dos 23 netos. Depois, pesquisou e aumentou a coleção. Quando ela morreu, foi criado o Instituto Cultural Luiza Azevedo Meyer. Em 2006, foi inaugurado o museu.

MUSEU DOS MILITARES MINEIROS

  • O museu exibe acervo dividido em salas como: da História, do Colecionador, de Homenagens, dos Patronos e Comandantes Gerais, dos Uniformes e das Mulheres.

MUSEU DOS QUILOMBOS E FAVELAS URBANOS | MUQUIFU | SEDE TEMPORÁRIA

  • O espaço, que tem como foco as questões sociais, promove exposições e oficinas.
  • Santo Antônio: r. Santo Antônio do Monte, 708, tel. (31) 3296-6690. Qua., 14h/17h; sáb., 10h/16h. www.muquifu.com.br

MUSEU GIRAMUNDO

  • O museu é dedicado à história do Giramundo Teatro de Bonecos, grupo mineiro fundado em 1970 e ainda em atividade. O acervo reúne bonecos, cenários e fotografias, além de desenhos e projetos técnicos de Álvaro Apocalypse (1937-2003), cofundador do grupo. A exposição é dividida em: "Gêneros do Teatro de Bonecos" (história e desenvolvimento técnico do teatro de bonecos, com os principais tipos de bonecos e os sistemas de manipulação), "Heróis e Vilões" (a trajetória do Giramundo por meio dos principais personagens), "Brasil em Bonecos" (períodos da história brasileira retratados pelos bonecos do grupo), "Os Bichos" (bonecos de animais reais e imaginários), "Autômatos" (união de tecnologia e arte por meio da exibição de aparatos automáticos de manipulação de bonecos) e "Música e Bonecos" (várias montagens do Giramundo foram baseadas em obras musicais clássicas).
  • Floresta: r. Varginha, 245, tel. (31) 3446-0686. Visitas mediante agendamento. www.giramundo.org

MUSEU HISTÓRICO ABÍLIO BARRETO

  • As origens do museu datam de 1935, quando o jornalista e escritor mineiro Abílio Barreto (1883-1957) foi convidado para organizar o Arquivo Geral da Prefeitura e passou a recolher documentos e objetos históricos. A instituição foi inaugurada em 1943, com a denominação de Museu Histórico de Belo Horizonte. Em 1967, recebeu a denominação atual. Ocupa o casarão oitocentista da antiga Fazenda do Leitão. O acervo é organizado em quatro segmentos: objetos (1.100 peças; pinacoteca, objetos decorativos, mobiliário, vestuário e utensílios domésticos e de uso pessoal, entre outros itens), textual e iconográfico (16.500 documentos; manuscritos, impressos, mapas, plantas e projetos arquitetônicos), fotográfico (20.000 itens datados desde 1894; negativos em acetato e vidro, cópias em papel e material digital) e bibliográfico (4.000 exemplares; livros, periódicos, catálogos, fitas de vídeo, dissertações e recortes de jornais).

MUSEU HISTÓRICO DA POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS

  • O acervo remonta ao século 18 e cobre os períodos Colonial, Imperial e Republicano. São cerca de 8 mil peças, como armas e fardamentos.

MUSEU INIMÁ DE PAULA

  • O museu resgata vida e obra do pintor mineiro Inimá de Paula (1918-1999) por meio da exposição permanente "Presença de Inimá", com obras, documentos, fotografias, livros, objetos pessoais e instrumentos de trabalho do artista.

MUSEU MINEIRO

  • Mostra do pernambucano José Patrício, “Precisão e Acaso” reúne um conjunto de 40 obras produzidas nos últimos sete anos, além de trabalhos do início de sua carreira nunca antes exibidos. Com uma produção marcada pelo lúdico, Patrício utiliza materiais diversos, desde botões, peças de quebra-cabeças e dados, passando por alfinetes, fios de eletricidade e de telefonia. A partir de componentes frequentemente fadados a desaparecer, alinhava ressignificados. Curadoria de Felipe Scovino (de 13/09/18, às 19h, a 11/11/18).
  • O acervo do museu soma cerca de 2.600 peças. São pinturas históricas, gravuras, esculturas, conjunto de moedas e de armas, achados arqueológicos, mobiliário e imagens sacras e equipamentos litúrgicos dos séculos 18 e 19.
  • Centro: av. João Pinheiro, 342, tel. (31) 3269-1168. Ter., qua. e sex., 10h/19h; qui., 12h/21h; sáb. e dom., 12h/19h. R$ 2. Grátis aos domingos. www.cultura.mg.gov.br | http://museumineiro.blogspot.com.br

PALÁCIO DA LIBERDADE

  • O palácio inaugurado em 1897, sede histórica do Governo de Minas Gerais e antiga residência oficial dos governadores do Estado, oferece roteiro histórico-cultural sobre a história de Minas. Promove a exposição permanente “Palácio da Liberdade – Memórias e Histórias”. Prédio central do conjunto arquitetônico da Praça da Liberdade, tem estilo eclético com influência neoclássica.
  • Savassi: praça da Liberdade, s/n°, tels. (31) 3217-9538 / 9514.

PALÁCIO DAS ARTES

  • A mostra Entre Acervos reúne trabalhos de trinta artistas de vários estados do Brasil oriundos de um recorte curatorial de obras pertencentes ao Museu de Arte Contemporânea de Goiás - MAC e Museu de Arte de Goiânia - MAG, ambos sediados em Goiânia; Museu de Artes Plásticas de Anápolis - MAPA; e o Museu de Arte Contemporânea de Jataí. Estabelecendo um intercâmbio cultural do centro geográfico do país com a região sudeste, a exposição transmite uma parte da história recente da arte contemporânea de Goiás e Minas Gerais, e trata das dinâmicas artísticas do mundo contemporâneo e de elementos regionais. Participam os artistas Anahy Jorge, Assis Horta, Carlos Mélo, Carolina Mazzini, Carolina Paez, Dalton Paula, Daniel Moreira, Danielle Fonseca, Divino Sobral, Domingos Mazzilli, Edney Antunes, Ellen Braga, Flávio Serqueira, Helô Sanvoy, Luiz César Monken, Luiz Mauro, Marcela Timboni, Marcio H. Mota, Marcio Pannunzio, Miguel Gontijo, Mônica Spohn, Murilo Maia, Paul Setúbal, Paulo Nazareth, Pedro Moraleida, Rachel Korman, Roberto Vieira, Selma Parreira, Valdson Ramos, Virgílio Neto e Yuri Firmeza. Curadoria de Paulo Henrique Silva (de 24/07/18 a 07/10/18).
  • O Palácio das Artes é um dos braços da FCS (Fundação Clóvis Salgado). Ladeado pela exuberante vegetação do Parque Municipal, na região central de Belo Horizonte, ocupa uma área de 18,5 mil m². O conjunto arquitetônico reúne vários espaços culturais: o Grande Teatro, o Teatro João Ceschiatti, a Sala Juvenal Dias, o Cine Humberto Mauro e as Galerias de Arte (Alberto da Veiga Guignard, Genesco Murta e Arlinda Corrêa Lima, além do Espaço Mari'Stella Tristão e do Espaço Fotográfico).

SANTA CASA

  • O prédio, inaugurado em 1946, tem projeto do arquiteto italiano Raffaello Berti (1900-1972).
  • Santa Efigênia: av. Francisco Sales, 1.111, ala C, tel. (31) 9657-7047. Seg. a sex., 8h/17h. www.santacasabh.org.br

TEATRO FRANCISCO NUNES

  • Sediado no Parque Municipal, o teatro foi inaugurado em 1950. Leva o nome do clarinetista e maestro mineiro Francisco Nunes (1875-1934). Em 1980, passou por uma grande reforma, mantendo original apenas a fachada.
  • Centro: av. Afonso Pena, s/n°, tels. (31) 3224-4546 / 3277-6325.