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BASÍLICA NOSSA SENHORA DE NAZARÉ

  • O templo de estilos neoclássico e eclético começou a ser construído em 1909. No segundo domingo de outubro, no Círio de Nazaré, maior festa religiosa do povo paraense, a procissão começa na Catedral de Belém e termina na Basílica. Os carrilhões dela tocam diariamente às 6h, às 12h e às 18h.
  • Nazaré: av. Nazaré, 1.300, Praça Justo Chermont, tel. (91) 4009-8400. Missas: seg. a sex., 7h, 8h30, 12h e 18h; sáb., 7h, 8h30, 12h e 17h; dom., 6h30, 8h, 10h, 16h30, 18h e 20h.

BIBLIOTECA PÚBLICA ARTHUR VIANNA

  • Dispõe de um valioso acervo em todas as vertentes literárias, técnicas e didáticas, composta de aproximadamente 770.675 volumes, entre livros, folhetos, revistas, jornais, mapas, discos em vinil, fitas de vídeo, DVD, CD Rom, livros em Braille, microfilmes, jogos, gibis e outros.
  • Nazaré: av. Gentil Bitencourt, 650, tel. (91) 3202-4330. Seg. a sex., 9h/18h.

CAPELA DE SÃO JOÃO BATISTA

  • Pequena obra-prima do arquiteto italiano Antonio Landi (1713-1791), foi a primeira capela construída no Brasil em formato octogonal. Foi restaurada em 1996, quando foram encontradas as pinturas originais do altar principal e dos altares laterais, que eram consideradas perdidas. Passou por novo restauro em 2013. O templo foi tombado pelo Iphan em 1941.
  • Cidade Velha: r. João Diogo, Largo de São João, tel. (91) 3223-2362. Seg. a sex., 8h/11h.

CAPELA POMBO

  • A capela, projetada pelo arquiteto italiano Antonio Landi (1713-1791), é vinculada à UFPA (Universidade Federal do Pará). Foi tombada pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) em 2011.
  • Comércio: travessa Campos Sales.

CASA ANTAR ROHIT

  • O artista plástico norte-americano Antar Rohit (1960-2007), que viveu em Belém desde os cinco anos, retratou os casarios da cidade e a cultura amazônica. Também ator e terapeuta, ele deixou sua casa como legado à cidade. O trabalho artístico e terapêutico dele é apresentado no local.
  • Campina: Travessa Campos Salles, 574, tel. (91) 3230-1386.

CASA DAS ONZE JANELAS

  • A 36ª edição do Arte Pará obras de cerca de 60 artistas convidados com reforço e foco em um momento de apoio à arte e aos artistas em tempos de crise. São expostos trabalhos de artistas paraenses e de outras regiões que tenham preocupações pertinentes à história da Amazônia ou ao presente, de uma forma crítica, o debate sobre a história da arte contemporânea, mulheres artistas na Amazônia, trajetórias e movimentos sociais. Vânia Leal, também curadora da mostra, traz um núcleo de artistas paraenses, são elas Paula Sampaio, Walda Marques, Roberta Carvalho, Nina Matos, Berna Reale, Danielle Fonseca, Drika Chagas, Keyla Sobral, Tamara Saré e Elaine Arruda. Curadoria de Paulo Herkenhoff (de 05/10/17 a 30/11/17).
  • O espaço, inaugurado em 2002, dedica sua programação à arte contemporânea brasileira do Norte e Nordeste. Situada ao lado do Forte do Presépio, a Casa das Onze Janelas está sediada em um prédio construído no século 18 que foi originalmente residência de Domingos da Costa Bacelar. Posteriormente, foi adaptado para instalação do Hospital Real Militar, cujo projeto ficou a cargo do arquiteto bolonhês Antonio Landi. Após a desativação do hospital, o espaço manteve funções militares, abrigando a 5ª Companhia de Guarda do Exército. Na execução do Projeto Feliz Lusitânia, de revitalização do núcleo histórico de Belém, o espaço foi restaurado e adaptado ao uso museológico. O acervo é formado por várias coleções de arte moderna, contemporânea e fotografia, que apresentam obras de artistas locais e nacionais.
  • Cidade Velha: praça Frei Caetano Brandão, s/nº, tels. (91) 4009-8823 / 8825. Ter. a sex., 10h/18h; sáb. e dom., 10h/14h. http://museucasadasonzejanelas.blogspot.com.br | www.culturapara.art.br

CATEDRAL DA SÉ | IGREJA NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS

  • A construção da igreja começou em 1748. Data dessa época a planta geral e os níveis inferiores da fachada, incluindo o portal principal, de feição barroca pombalina. Após interrupções, a direção das obras foi assumida em 1755 pelo arquiteto italiano Antonio Landi (1713-1791), que terminou a fachada, acrescentando as duas torres e o frontão. As torres não têm paralelo no mundo luso-brasileiro e são inspiradas em modelos bolonheses, região de origem do arquiteto. O imponente frontão tem perfil barroco-rococó. A construção foi concluída em 1782. Em 1882, a decoração interior sofreu uma reforma radical. O atual altar principal foi criado em Roma por Luca Carimini (1830- 1890). As pinturas que decoram o interior foram realizadas pelos também romanos Domenico de Angelis (1852-1900) e Giuseppe Capranesi (1852-1921). O grande órgão, da oficina do francês Aristide Cavaillé-Coll (1811-1899), foi instalado em 1882. A igreja, restaurada entre 2005 e 2009, tem participação importante no Círio de Nazaré. Após missa na catedral, a imagem de Nossa Senhora de Nazaré parte em procissão até a Basílica de Nossa Senhora de Nazaré.
  • Cidade Velha: Praça Dom Pedro II, s/nº, tels. (91) 2121-3722 / 3724. Seg., 14h/19h; ter. a sex., 7h30/18h; sáb., 6h/19h; dom., 6h/19h. www.catedraldebelem.com

CINE OLYMPIA

  • Fundado em 1912, é o mais antigo cinema em funcionamento no Brasil.

COMPLEXO ARQUITETÔNICO DO CARMO

  • O complexo foi construído por volta de 1766. O arquiteto italiano Antonio Landi (1713-1791) tomou a frente das obras já em andamento. Ele é autor da fachada da igreja, em alvenaria de pedra. A inauguração ocorreu em 1777, de forma inacabada - os altares laterais e a Capela da Ordem Terceira foram concluídos apenas em 1784. A decoração do interior da igreja é opulenta.
  • Cidade Velha: Praça do Carmo.

ESPAÇO SÃO JOSÉ LIBERTO

  • O prédio principal data de 1749, feito com pedra, areia de praia e grude de peixe para ser o Convento de São José. Ao longo do tempo, abrigou olaria, quartel, depósito de pólvora, hospital, cadeia pública e presídio. Na segunda metade do século 20 foi ampliado, ganhando um prédio anexo. Desativado pelo Governo do Estado em 1998, foi totalmente restaurado. Inaugurado em 2002, o Espaço São José Liberto abriga o Polo Joalheiro, a Casa do Artesão, o Memorial da Cela, o Jardim da Liberdade, a Capela São José, o anfiteatro Coliseu das Artes, um espaço gourmet, seis lojas de joias, duas ilhas com serviços especializados em ourivesaria e lapidação, uma escola de ourivesaria, auditório e o Museu de Gemas do Pará, que reúne gemas orgânicas e inorgânicas procedentes de várias regiões do Pará.
  • Jurunas: Praça Amazonas, s/n°, tels. (91) 3344-3500 / 3514. Ter. a sáb., 9h/18h30; dom., 10h/18h. www.saojoseliberto.com.br

IAP (INSTITUTO DE ARTES DO PARÁ)

  • O IAP trabalha com pesquisa, experimentação e integração das linguagens artísticas.
  • Nazaré: Praça Justo Chermont, 236, Praça Santuário de Nazaré, tel. (91) 4006-2911. Ter. a sex., 8h/14h e 16h/18h. http://blogdoiap.blogspot.com.br

IGREJA DAS MERCÊS

  • O conjunto do convento e da igreja foi feito em alvenaria de pedra em 1753 pelo arquiteto italiano Antonio Landi (1713-1791) em estilo barroco primitivo. Em 1978, um incêndio destruiu grande parte das dependências do convento, mas a igreja foi pouco afetada.
  • Praça Barão do Rio Branco, Praça das Mercês.

IGREJA DE SANTANA

  • A igreja, que começou a ser erguida em 1762, foi inaugurada em 1782. Tem projeto de autoria do arquiteto italiano Antonio Landi (1713-1791). De estilo barroco italiano tardio, com o passar dos anos a edificação passou por processo de descaracterização e de deterioração. Foi restaurada entre 2004 e 2012. Conta com duas telas de 1778 de autoria de Pedro Alexandrino (1856-1942).
  • Campina: praça Maranhão , 125, tel. (91) 3283-4006.

MABE (MUSEU DE ARTE DE BELÉM) | PALÁCIO ANTÔNIO LEMOS

  • O museu fica no edifício do século 19 idealizado pelo projetista José Coelho da Gama e Abreu, de linhas do neoclássico tardio, estilo introduzido no Brasil pela Missão Artística Francesa e que aqui ganhou a denominação de imperial brasileiro. É tombado pelas esferas federal, estadual e municipal. O Mabe (Museu de Arte de Belém) foi criado em 1991. O acervo reúne obras europeias e brasileiras (referentes ao período áureo da borracha na cidade e também contemporâneas). São pinturas, esculturas, fotografias, peças de mobiliário brasileiro e objetos. Há ainda biblioteca especializada em artes visuais.
  • Cidade Velha: praça D. Pedro II, s/n°, tels. (91) 3114-1026 / 1028. Ter. a sex., 10h/18h; sáb. e dom., 9h/13h. www.secult.pa.gov.br | http://mabelem.blogspot.com.br

MEMORIAL DA CABANAGEM

  • O memorial, na divisa entre Belém e Ananindeua, foi inaugurado em 1985 em comemorações aos 150 anos da revolta popular Movimento da Cabanagem. O conjunto arquitetônico, projeto do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), é composto de um monumento e um museu-cripta, criado para abrigar restos mortais de líderes cabanos. Consiste em uma rampa elevada, com inclinação acentuada, tendo no meio uma fratura, um pedaço do monumento que jaz no chão. O espaço tem um grande vitral de autoria de Marianne Perreti, acrescido de uma grande lágrima de cristal, símbolo da dor do paraense pela morte de seus líderes.
  • Entroncamento.

MEMORIAL MAGALHÃES BARATA

  • O memorial, inaugurado em 1989, foi construído para comemorar o centenário de nascimento do ex-governador do Pará Magalhães Barata (1888-1959). Projetado pelos arquitetos Raul Ventura Filho, Luis Ferreira e Stélio Santa Rosa, vencedores de um concurso público promovido pelo governo do Estado, o memorial é uma edificação em forma de capacete, como o usado por Magalhães Barata. Há ainda um obelisco azul, com uma estrela no ápice, e uma rampa de acesso ao memorial. A edificação abriga museu e cripta.
  • São Brás: Praça da Leitura.

MIS (MUSEU DA IMAGEM E DO SOM) DO PARÁ

  • O acervo do museu conta com películas de cinema, fitas cassetes, CDs, fitas de rolo, vinis, folhetos, livros, revistas, catálogos, cartazes, folders, fotografias e roteiros. Há ainda maquinários das primeiras emissoras de TV do Pará.
  • Cidade Velha: r. Padre Champagnat, s/n°, tel. (91) 4009-8817. Visitação mediante agendamento. www.secult.pa.gov.br

MUSEU DE ARTE SACRA | IGREJA DE SANTO ALEXANDRE

  • O MAS foi aberto em 1998. Ele é integrado à Igreja de Santo Alexandre (originalmente Igreja de São Francisco Xavier), construída por padres jesuítas, com trabalho indígena, e inaugurada em 1719. Dentre as várias modificações arquitetônicas e decorativas que sofreu, o templo herdou como estilo predominante o barroco. O acervo do museu reúne cerca de 400 peças, como imagens e objetos sacros dos séculos 18 ao 20.
  • Cidade Velha: Praça Dom Frei Caetano Brandão, s/nº.

MUSEU DO FORTE DO PRESÉPIO

  • O forte marca a origem da fundação de Belém e da colonização portuguesa na Amazônia no século 17. Por meio do circuito expositivo é possível fazer o acompanhamento do desenvolvimento da cidade e de seus processos culturais, sociais e militares. O acervo possui artefatos indígenas como líticos e cerâmica, além de coleção proveniente de sítios arqueológicos.
  • Cidade Velha: praça Frei Caetano Brandão, s/nº, tel. (91) 4009-8828. Ter. a sex., 10h/18h; sáb. e dom., 9h/13h. www.culturapara.art.br

MUSEU HISTÓRICO DO ESTADO DO PARÁ

  • A história do palácio tem início com o plano do Marquês de Pombal (1699-1782) de transferir a corte portuguesa para Belém. A construção começou em 1768 e foi concluída em 1771. Embora não tenha servido ao rei D. José I (1714-1777), serviu de morada aos governadores do Estado por cerca de 220 anos, até ser transformado em sede do museu, em 1994. O projeto arquitetônico, as flores desenhadas nas vidraças, as imponentes escadas e o piso em mosaico talhado em mármore é do arquiteto italiano Antonio Landi (1713-1791). O acervo do museu reúne pinturas, fotografias e mobiliário.
  • Cidade Velha: praça D. Pedro II, s/n°, Palácio Lauro Sodré, tels. (91) 4009-8805 / 9831 / 9835. Ter. a sex., 10h/18h; sáb. e dom., 10h/14h. www.secult.pa.gov.br

MUSEU PARAENSE EMÍLIO GOELDI

  • A instituição de pesquisa, fundada em 1866, é vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia. As atividades concentram-se no estudo científico dos sistemas naturais e socioculturais da Amazônia, bem como na divulgação de conhecimentos e acervos relacionados à região. O Parque Zoobotânico, no Centro de Belém, em uma área de 5,2 hectares, foi fundado em 1895, sendo o mais antigo do gênero no Brasil. Abriga significativa acervo da fauna e da flora amazônicas.

PALACETE BIBI COSTA

  • O palacete Bibi Costa, José Júlio de Andrade ou ainda O Castelinho, foi inaugurado em 1906. É uma imponente construção que abriga a sede da Ahimor (Administração das Hidrovias da Amazônia Oriental).
  • Nazaré: av. Governador José Malcher, esquina com a r. Joaquim Nabuco.

PALACETE BOLONHA

  • A construção é um dos maiores exemplos da intensa urbanização de Belém no período da borracha, do final do século 19 e do início do 20. Por volta de 1905, o engenheiro e arquiteto Francisco Bolonha (1872-1938) iniciou a construção do palacete que lhe serviu de residência. Erguido com diferentes materiais, tem estilo eclético: art noveau, neoclássico e gótico barroco. As telhas são pintadas. Bolonha foi o responsável pela construção de obras marcantes na cidade, como o Mercado de Carne Francisco Bolonha, o Bar do Parque e o Palacete Júlio Andrade.
  • Nazaré: av. Governador José Malcher com Travessa Dr. Moraes.

PALACETE FACIOLA

  • Construído em 1901, o palacete de estilo arquitetônico neoclássico é resultado de um período de mudanças sociais e urbanas, marcado pela modernização da cidade inspirada pela chamada Sociedade da Borracha. No local, residiu o arquiteto, pianista, banqueiro e político Antonio Almeida Faciola, ativo no início do século 20, patriarca de uma tradicional família de comerciantes de Belém. A construção possui tetos com pinturas.
  • Nazaré: av. Nazaré, esquina com Travessa Dr. Moraes.

PALACETE PINHO

  • O palacete, construído em 1897, foi tombado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) em 1986. Ao contrário da maioria das casas da Cidade Velha, de desenho colonial português com fachadas rentes à rua, o palacete tem influência dos palácios e vilas italianas do século 16. Adota áreas abertas e jardins. Os azulejos seguem a linha eclética e as escadarias empregam calçamento de lioz, pedra importada de Portugal. Foi restaurado entre 2003 e 2011.
  • Cidade Velha: r. Doutor Assis, 586.

PARQUE DA RESIDÊNCIA

  • O parque, antiga morada oficial dos governadores do Estado, é formado pela Estação Gasômetro (teatro onde ocorrem espetáculos teatrais e musicais, mostras de artesanato e desfiles de moda), restaurante e um extenso jardim, com um palacete do início do século 20 e um belo vagão de trem utilizado para venda de sorvetes regionais. É sede da Sociedade Paraense de Orquidófilos. O orquidário do parque tem mais de 400 espécies. Há ainda o Coreto Pavilhão Frederico Rhossard e a Praça das águas. Conta com pavimentação de pedras portuguesas, luminárias de ferro e estátuas.
  • Nazaré: av. Governador Magalhães Barata, 830, tels. (91) 4009-8715 / 8700.

PRÉDIO PARIS N’AMÉRICA

  • Prédio concluído em 1909. Foi construído pelos mestres portugueses Salvador e Mesquita, sob orientação técnica do engenheiro Raimundo Viana. As obras começaram em 1906. A estrutura em aço foi importada da Escócia (Glasgow) e o piso em cerâmica desenhada veio da Alemanha (Berlim). O revestimento externo em cantaria portuguesa (Lioz) veio preparado de Portugal. Os tetos foram todos trabalhados em estuque a gesso. A escada, os lustres, espelhos e vidrarias são de origem francesa. O notável relógio mecânico, fixado no torreão, é de fabricação alemã.
  • Campina: r. Santo Antônio.

SOLAR DA BARÃO

  • Não há informações sobre a construção deste antigo e belo solar da cidade, mas sabe-se que em 1837 a proprietária dele era Ângela de Cácia Fragoso. A edificação de inspiração portuguesa tem três pavimentos. O pátio interno demonstra a influência moura na arquitetura ibérica, transferida para a Amazônia. A fachada é revestida de azulejos, com desenhos em formas geométricas nas cores branco e azul, provavelmente vindos de Portugal. O interior é requintado, com piso e forro de madeira. Abriga a biblioteca do Barão de Guarajá, com estantes de jacarandá artisticamente trabalhadas.
  • Cidade Velha: Praça Pedro II.

TEATRO DA PAZ

  • Fundado em 1878 para oferecer espetáculos líricos, é inspirado no Teatro Scalla, de Milão (Itália). Foi a primeira casa de espetáculos construída na Amazônia. Tem características grandiosas: 1.100 lugares, lustres de cristal, piso em mosaico de madeiras nobres, afrescos nas paredes e no teto, dezenas de obras de arte e gradis e outros elementos decorativos revestidos com folhas de ouro. Atualmente, é o maior teatro da região Norte e um dos mais luxuosos do Brasil.
  • Comércio: Praça da República.