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ESCRITÓRIO TÉCNICO DO IPHAN

  • A artista Rossana Jardim apresenta a mostra “Cicloramas - Grafismo Art Déco”, que comemora os 15 anos de tombamento do patrimônio art déco de Goiânia. É composta de 18 peças que destacam parte do patrimônio arquitetônico da cidade e inspiram a criação das peças expostas, como o Coreto da Praça Cívica, o Relógio da Avenida Goiás, a Mureta do Lago das Rosas, o Teatro Goiânia, o Relógio da antiga Estação Ferroviária e o Trampolim do Lago das Rosas. Na ocasião da mostra, entre 13 e 15/08, ocorre o Seminário Internacional Sobre Gestão de Sítios Culturais do Patrimônio Mundial, promovido pela Iphan (de 29/07/18, às 09h30, a 06/09/18).
  • Centro: pça. Vinicius Fleury, 1. Tel.: (62) 3371-1968. escritorio.goias@iphan.gov.br | www.iphan.gov.br

MUSEU CASA DE CORA CORALINA

  • O museu se dedica à divulgação da vida e da obra de Cora Coralina (Cidade de Goiás / GO, 1889 – Goiânia / GO, 1985). Fica em uma casa secular que pertenceu à família da poetisa, às margens do Rio Vermelho. O acervo é constituído de objetos pessoais, utensílios domésticos, livros e móveis, além de 10 mil manuscritos, correspondências, jornais e fotos.

MUSEU DAS BANDEIRAS

  • O museu fica em um dos prédios históricos mais importantes do Centro-Oeste, principalmente pelo papel que teve na antiga capital do Estado de Goiás. Foi construído entre 1761 e 1766, durante o reinado de D. José e administração do governador goiano João Manoel de Melo, para abrigar a Casa de Câmara e Cadeia, com projeto enviado pela corte especialmente para esse fim. Esse projeto, que se encontra atualmente no Arquivo Nacional Ultramarino em Lisboa, Portugal, tem uma cópia exposta no saguão de entrada do museu. Na década de 1950, algumas modificações foram feitas para transformar o prédio em museu e facilitar o acesso dos visitantes às celas.

MUSEU DE ARTE SACRA DA BOA MORTE

  • A construção de pau a pique e pedra de formato octogonal tem torre sineira externa, com um sino de som grave fundido em Goiás em 1785. Em 1921, um incêndio destruiu o altar, a sacristia e várias imagens de madeira do escultor Veiga Valle, considerado o “Aleijadinho goiano”. O acervo atual, de cerca de mil peças, é composto de imaginária, prataria, mobiliário, porcelana, retábulos, indumentárias, gravuras, pinturas, coroas, cálices, castiçais, tocheiros, lampadários, e peças de origem portuguesa, com destaque para o trabalho do artista Veiga Valle. Esse é o diferencial do museu: reunir uma das maiores coleções de obra sacra de um único artista. Veiga Valle era o santeiro mais requisitado da região. Esculpiu uma variedade imensa de santos barrocos: imagens delicadas, de proporções reais, com impressão de movimento.
  • Centro: r. Luis do Couto, s/n°, tels. (62) 3371-1207 / 1087.

PALÁCIO CONDE DOS ARCOS

  • Primeira sede dos governadores da província de Goiás, foi construído em 1751 na praça principal da cidade, antiga capital do Estado, pelo primeiro governador, Dom Marcos de Noronha, o Conde dos Arcos. O prédio foi sede dos governadores de Goiás até 1937, quando a capital foi transferida para Goiânia. De 1937 a 1961, foi sede da prefeitura. Desde 1985, funciona como centro cultural. O palácio possui cerca de 30 cômodos e três pátios com jardins. O acervo reúne mobiliário, obras de arte, prataria, cristais e porcelanas.
  • Centro: Praça Tasso Camargo, 1, tel. (62) 3371-1200. Ter. a sex., 8h/17h; sáb. e dom., 8h/13h.