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BECO DO PINTO

  • O Beco é uma passagem antiga que serviu para o trânsito de pessoas e animais na São Paulo colonial entre o largo da Sé à várzea do rio Tamanduateí. O portal foi fechado em 1821 pelo primeiro proprietário, o Brigadeiro José Joaquim Pinto de Moraes Leme, e reaberto em 1826 como Beco do Colégio. Após a abertura da ladeira do Carmo em 1912, atual av. Rangel Pestana, a passagem foi desativada. Após restauro na década de 1990, o beco passou a integrar o circuito cultural da cidade, entre o Solar da Marquesa de Santos e a Casa da Imagem , e constitui um conjunto significativo arquitetônico, histórico e cultural, que integra o Museu da Cidade de São Paulo.

BIBLIOTECA BRASILIANA GUITA E JOSÉ MINDLIN

  • Uma Vida Entre Livros é mostra permanente que exibe imagens, textos e vídeos sobre a vida do casal Mindlin, a formação e a construção da biblioteca (mostra de longa duração).
  • A biblioteca inaugurada em março de 2013 reúne acervo doado pela família Mindlin à USP (Universidade de São Paulo). São, sobretudo, publicações reunidas ao longo de 80 anos pelo bibliófilo José Mindlin (1914-2010) e sua esposa Guita (1916-2006), considerado o maior acervo particular de livros do Brasil. O espaço conta com cerca de 17 mil títulos (40 mil volumes). A biblioteca possui ainda a maior coleção de matrizes de gravuras em metal e em madeira de arte brasileira, de artistas como Goeldi, Djanira, Darel, Renina Katz e Evandro Carlos Jardim. Tem também livros impressos a mão, em pequena tiragem, de Miró, Derain, Chagall e de vários artistas brasileiros. Na coleção de gravuras há obras de Mário Gruber, Samico, Lívio Abramo, Regina Silveira, Alex Flemming e outros.
  • Cidade Universitária: av. Prof. Luciano Gualberto, 78, tel. (11) 3091-1154. Pesquisa: seg. a sex., 13h/17h. Administração: seg. a sex., 8h/17h. www.brasiliana.usp.br

BIBLIOTECA MARIO DE ANDRADE

  • A mostra Arte Sacra XVII-XXI reúne cerca de 40 obras, entre esculturas sacras produzidas entre os séculos 17 e 19, retábulos e obras contemporâneas de artistas que trabalham com o tema sacro, como Daniel Senise, Fulvio Pennacchi, Farnese de Andrade, Vik Muniz, Guy Veloso, Siron Franco, Arthur Omar, Miguel Rio Branco, Karin Lambrecht, José Rufino e Mário Cravo Neto (de 10/10/17 a 10/12/17).
  • A mostra 50 anos Poema/Processo: uma Vanguarda Semiológica é organizada pela Galeria Superfície e comemora os 50 anos do movimento artístico iniciado em dezembro de 1967. Serão exibidas obras históricas inéditas, produzidas entre 1966 à 1977, de Wlademir Dias Pino, Alvaro de Sá, Neide Sá, Décio Pignatari, Falves Silva, Moacy Cirne, Paulo Bruscky, Anchieta Fernandes, Márcio Sampaio, Joaquim Branco, P. J. Ribeiro, Ronaldo Wernek e outros. Na abertura, às 14h, será exibido no auditório da biblioteca o filme “Apocalipopótese Guerra & Paz 1968”, do poeta e documentarista Raymundo Amando (de 21/10/17, às 14h, a 16/12/17).
  • A coleção de publicações de arte da biblioteca está localizada na Sala Sergio Milliet, criada em 1945, que dispõe de mais de 27 mil volumes de livros, 10 mil de periódicos e três mil outros documentos (catálogos, cartazes e reproduções). Parte do acervo de livros pode ser pesquisada no catálogo online, disponível em http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/. O acervo total da biblioteca é de cerca 3,3 milhões de itens.

BIBLIOTECA TEMÁTICA DE CULTURA POPULAR BELMONTE

  • A biblioteca conta com a exposição permanente Visagens - Visões Comuns, Visões Sublimes, formada por retratos feitos por Ernesto Bonato em xilogravura de pessoas que circulam pelos arredores da biblioteca. O trabalho levou nove meses para ser concluído.
  • Santo Amaro: r. Paulo Eiró, 525, estação Largo Treze do Metrô, tel. (11) 5687-0408. Seg. a sáb., 9h/17h. www.bibliotecas.sp.gov.br

CAPELA DO MORUMBI

  • Mario Camargo exibe um conjunto de 17 obras que transmitem seus processos de criação, e rompe com as apropriações estéticas em “Memória e Transformação” (de 08/11/17, às 19h, a 07/01/18).
  • O artista Vanderlei Lopes a instalação “Domo”, composta por uma cúpula e sua torre feitos em barro, madeira e ferro, com 4mx9,5m e mais de quatro toneladas, em diagonal no interior da sala principal da capela. Ao lado, duas mesas apresentam anotações e reflexões em papéis diversos, fundidos em bronze e pintados com guache, grafite e lápis de cor (de 11/11/17, às 11h, a 15/04/18).
  • Construída em 1949 pelo arquiteto Gregori Warchavchik (1896-1972) sobre ruínas em taipa de pilão de uma capela construída por escravos no século 19, abriga exposições que estabelecem relação de aproximação entre a arte contemporânea e o patrimônio histórico, consolidando-se como espaço para instalações site specific na cidade.

CASA DA IMAGEM

  • A instituição foi criada para ser a sede do Acervo Iconográfico da Cidade de São Paulo e promover sua preservação, pesquisa e difusão, além de desenvolver ações voltadas à memória da imagem documental da cidade. A coleção de 710 mil fotografias passou por detalhada intervenção de conservação preventiva e agora se encontra em uma reserva técnica especialmente projetada para sua tipologia, seguindo padrão internacional. Cerca de 130 mil destas imagens foram digitalizadas e, juntamente com suas informações catalográficas, estão disponíveis no banco de dados, possibilitando o gerenciamento da coleção e o resgate de informações.

CASA DAS ROSAS

  • A mostra "Concrescer" apresenta nove trabalhos dos artistas Francisco Zorzete e Jorge Bassani (ex Grupo Manga Rosa), que tem como inspiração a poesia concreta dos poetas Augusto de Campos, Décio Pignatari, Pedro Xisto e José Lino Grünewald. As obras redimensionam esses poemas concretos no espaço em instalações de experiência poética e sensorial (de 15/11/17 a 31/03/18).
  • A casa projetada na década de 1930 por Ramos de Azevedo é uma das poucas construções do período restantes na avenida Paulista. Ela foi tombada pelo Condephaat em 1985 e restaurada de 1986 a 1991. A mansão recebeu o nome de Casa das Rosas - Galeria Estadual de Arte em 1991, tornando-se um espaço para mostras temporárias de obras do acervo artístico do Estado. Em março de 2003, foi fechada para reformas. Em dezembro de 2004, foi reinaugurada com a designação de Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura. Em 2007, ela passou novamente por reformas. O espaço mantém uma exposição permanente de alguns móveis e obras do acervo do poeta Haroldo de Campos (1929-2003), selecionadas periodicamente por poetas, escritores e especialistas em poesia e literatura. O espaço oferece visitas monitoradas previamente agendadas a escolas e grupos de no mínimo cinco pessoas.
  • A mostra Urbanidade e Inovação reúne centenas de fotografias e poemas que narram a história da Avenida Paulista e a efervescência artística e cultural dos movimentos literários de vanguarda do período, que tinha Haroldo de Campos como um dos agentes centrais (a partir de 09/06, às 19h; mostra de longa duração).
  • Cerqueira César: av. Paulista, 37, estação Brigadeiro do Metrô, tels. (11) 3285-6986 e 3288-9447. Ter. a sáb., 10h/22h; dom., 10h/18h. www.casadasrosas.org.br

CASA DE DONA YAYÁ

  • A exposição Sesmaria de Passarinhos apresenta um recorte do trabalho desenvolvido pelo Grupo Ururay, coletivo formado por jovens pesquisadores e ativistas da Zona Leste de São Paulo. São expostas fotografias de bens tombados ou em processo de tombamento presentes nessa região que, embora seja historicamente preterida em relação às áreas centrais da cidade, abriga os mais variados grupos sociais, vindo de diversos locais do Brasil e do mundo (de 01/09/17, às 18h30, a 02/03/18).
  • O espaço é sede do Centro de Preservação Cultural da Universidade de São Paulo (CPC-USP).
  • Bela Vista: r. Major Diogo, 353, tel. (11) 3106-3562. Seg. a sex., 9h/17h; dom., 10h/15h. www.usp.br/cpc

CASA DO GRITO

  • A casa foi motivo de pesquisas a respeito do valor histórico e cultural, pela associação do imóvel ao quadro de Pedro Américo, intitulado “Independência ou Morte” (1888), onde é retratada uma casa com características semelhantes. O casebre de taipa de sopapo ou pau-a-pique é datado de 1844 e constou como moradia para diversas famílias até 1911, quando foi comprada pela família Tavares de Oliveira que permaneceu até 1936. Em 1955 foi lançada uma campanha de revitalização e restauro para visitação pública com a intenção de reaproximá-la da casa presente na pintura de Pedro Américo. No final da década de 1970, as críticas sobre as concepções museológicas implicaram na desmontagem do cenário. Em1981 a casa passou por restauro e pesquisas arqueológicas, que procurou corrigir os excessos das intervenções anteriormente realizadas. Em 2007 passou por uma nova etapa de restauro e conservação e foi reinaugurada em 2008.
  • Da Independência ao Grito: História de uma Casa de Pau a Pique, com curadoria de Margarida Andreatta (arqueóloga do Museu Paulista), revela aspectos da casa histórica do Parque da Independência por meio de imagens, desenhos e fragmentos do cotidiano.

CASA DO SERTANISTA

  • A construção da Casa do Caxingui remonta a meados do século 17. Sua arquitetura em três lanços, telhado de quatro águas e paredes em taipa de pilão é característica das casas bandeiristas. A casa foi doada à municipalidade em 1958. Em 1970 foi instalado o Museu do Sertanista, voltado essencialmente para a cultura indígena. Até 1987, realizaram-se várias exposições e mostras com o acervo indígena que lá ficava. Em 1989, por meio de um decreto de permissão de uso, a casa histórica passou a abrigar o Núcleo de Cultura Indígena da União das Nações Indígenas e a Embaixada dos Povos da Floresta. Com a saída do Núcleo de Cultura Indígena em 1993, a casa passou por novas obras de conservação e restauro, sendo ocupada pelo Museu do Folclore “Rossini Tavares de Lima” de 2000 até 2007. Após reformas, foi reinaugurada em 2013 como uma das casas históricas do Museu da Cidade de São Paulo.

CASA DO TATUAPÉ

  • Construída em taipa de pilão, a Casa do Tatuapé é a casa bandeirista mais antiga da cidade. Estima-se que sua construção tenha ocorrido entre 1668 e 1698, por Mathias Rodrigues da Silva, administrador das terras do Padre Matheus Nunes, que era dono de propriedades na região. Suas paredes de taipa possuem até 60cm de espessura. A casa possui planta retangular e cobertura em duas águas. Aberta ao público em 1981, faz parte do Patrimônio Histórico da cidade.

CASA GUILHERME DE ALMEIDA

  • Primeira casa-museu biográfica de São Paulo, a Casa Guilherme de Almeida foi reaberta em dezembro de 2010, após ficar fechada por quatro anos. O espaço, que passou por uma reestruturação, apresenta a sala de leitura, a máquina de escrever e a cama em que dormia e onde foi encontrado morto o poeta, escritor e jornalista Guilherme de Almeida (1890-1969). Também são mostrados retratos e esculturas de artistas como Brecheret, Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Lasar Segall. Há ainda uma biblioteca com mais de 5 mil títulos.

CASA MODERNISTA

  • A primeira casa modernista do país, projetada por Gregori Warchavchik, inaugurada em 1928, passou por um apurado restauro e voltou ao circuito expositivo da cidade.

CEMITÉRIO DA CONSOLAÇÃO

  • A mais antiga necrópole da cidade foi inaugurada em 15 de agosto de 1858 com o objetivo de evitar epidemias ao substituir o hábito de sepultar os mortos no interior das igrejas. Um dos sinais da prosperidade da burguesia paulistana nos séculos 19 e 20 foi decorar os jazigos de seus familiares com esculturas de Victor Brecheret, Bruno Giorgi, Rodolfo Bernardelli, Celso Antônio de Menezes, Francisco Leopoldo e Silva, Amadeu Zani e outros. O portão monumental e a capela do cemitério são projetos do arquiteto Ramos de Azevedo. O cemitério guarda os túmulos de Maria Domitila de Castro Canto e Melo (marquesa de Santos), dona Olívia Guedes Penteado, Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Monteiro Lobato, Antônio de Alcântara Machado, Eduardo da Silva Prado, Campos Sales, Washington Luis, Ademar de Barros, Ramos de Azevedo, Antoninho da Rocha Marmo, Mario Zan, Ruth Cardoso e outros. Um dos destaques do cemitério é o colossal mausoléu da família Matarazzo, com 25m de altura e ornamentado por um conjunto escultórico em bronze do escultor italiano Brizzolara.
  • Cerqueira César: r. da Consolação, 1.660, tels. (11) 3396-3815 / 3833. Diariamente, 7h/18h. Visitas monitoradas do projeto Arte Tumular: 8h/15h.

CENTRO CULTURAL SÃO PAULO

  • A exposição Bestiário do projeto curatorial de Raphael Fonseca, contemplado no Programa de Exposições CCSP 2017, obras de artistas convidados e investiga a relação entre humanidade e animalidade, figura humana e monstruosidade. A mostra articula obras da Coleção de Arte da Cidade/CCSP com cerca de 100 obras selecionadas. Em 16/09, às 16h, ocorre a performance “Monstra” com coreografia-colagem de Elisabete Finger e Manuela Eichner (de 16/09/17, às 15h, a 26/11/17).
  • “Mesmo com Dias Maiores que o Normal” é instalação do artista Rodrigo Sassi que cria uma releitura sobre o concreto armado com um sistema de auto-iluminação, que produz sombras de forma e volume ao conjunto escultórico. O processo de produção deste trabalho é exibido em um vídeo que completa a exposição (de 16/09/17, às 15h, a 26/11/17).
  • O CCSP, projetado pelos arquitetos Eurico Prado Lopes (1939-1985) e Luiz Benedito de Castro Telles (1943-2014), foi inaugurado em 1982. Ele promove anualmente uma seleção de artistas para o programa de exposições do local, um dos mais importantes do país. O Arquivo Multimeios contém 900 mil documentos de artes visuais, arquitetura, artes gráficas e outros assuntos. A Biblioteca Alfredo Volpi é uma das mais abrangentes em artes plásticas da cidade.
  • A II Mostra do Programa de Exposições 2017 apresenta trabalhos de Andrea Tavares, Bruno Brito, Bruno Ferreira, Filipe Barrocas e as duplas Alex Topini e Fernanda Autoun (do Filé de Peixe) e Affonso Uchoa e Warley Desali (até 25/02/2018).

CENTRO UNIVERSITÁRIO MARIA ANTONIA

  • A exposição “Pina (I.M.)” traz um conjunto de 26 pinturas a óleo sobre tela do artista alemão Helmut C. Schippers que homenageia Pina Bausch (1940-2009). As obras têm como base registros de Ursula Kaufmann, fotógrafa que documentou por mais de 25 anos coreografias da icônica bailarina alemã. A mostra inaugura o prédio Joaquim Nabuco após reforams (de 17/10/17 a 28/01/18).
  • “Experimento” é mostra da artista Anita Colli que apresenta um conjunto de esculturas feitas com materiais laboratoriais e objetos domésticos, onde resignifica suas funções (de 17/10/17, às 19h, a 28/01/18).
  • Feres Khoury exibe em “Encyclopaedia” um conjunto de obras entre suportes e técnicas variadas, a partir de volumes enciclopédicos obsoletos que transmutam em peças singulares (de 17/10/17, às 19h, a 28/01/18).
  • A exposição “Papyrus Textil” é resultado de tese de Eunice Liu, sobre as especulações do papel através de reflexões e reações sobre técnica tridimensional (de 17/10/17, às 19h, a 28/01/18).
  • Simplex Machina traz atividades dos calouros das turmas de Design da FAU-USP, entre estruturas que modificam o ambiente em que são inseridas (de 17/10/17, às 19h, a 28/01/18).
  • Re Vou Ver revisita exposição sobre 1968 e os quarenta anos do conforto protagonizados pelos estudantes da Rua Maria Antonia. Integra série fotográfica de Renato Tapajós (de 17/10/17, às 19h, a 28/01/18).
  • A Primeira Mostra de Arte e Cerâmica homenageia a artista Norma Grinberg e apresenta obras de cerca de 50 artistas, entre eles Cris Couto, Cris Rocha, Elaine Nunes, Fátima Rosa, Gilberto Grosso, Marcos Akasaki, Massaco Koga, Olga Oshida, Regina Esher, Roselia Ikeda e Sugui. Curadoria de Carlos Augusto Rossi de Almeida e Cibele Nakamura (de 14/09/17, às 18h, a 28/01/18).
  • O Centro Universitário Maria Antônia (Ceuma) é um órgão de extensão universitária e cultural ligado à USP (Universidade de São Paulo), responsável pela promoção de exposições artísticas, cursos ligados à área de humanidades e pela difusão cultural, científica, artística e tecnológica de uma forma geral. Ocupa a antiga sede da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP juntamente com o Teatro da USP (Tusp), em um conjunto arquitetônico considerado patrimônio histórico da cidade.
  • Vila Buarque: r. Maria Antonia, 294, tel. (11) 3123-5201. Ter. a sex., 10h/20h; sáb. e dom., 10h/18h. www.usp.br/mariantonia

ESPAÇO DAS ARTES DA ECA-USP

  • No antigo endereço do MAC-USP, o novo espaço inaugura para todo o público com nove exposições individuais simultâneas, sob o título geral de Para Lá e Após. O artista convidado Raul Mourão apresenta a sua exposição ao lado de individuais de Mariana Chama, Isis Gasparini, Angélica Del Nery, Priscila Guerra, Fabíola Salles Mariano, Arturo Gamero, Cleber Alexsander e Diogo de Moraes, que exibem trabalhos em técnicas diversas (instalação, fotografia, pintura, escultura, entre outros) desenvolvidos nos últimos anos com base em pesquisas de pós-graduação. A realização simultânea das exposições é uma iniciativa do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da ECA-USP/CAPES, com o apoio do Departamento de Artes Plásticas (de 30/10/17, às 19h30, a 25/11/17).
  • Cidade Universitária: r. da Praça do Relógio, 160. Seg. a sex., 9h/17h.

ESTAÇÃO PINACOTECA

  • Mostra de Rodrigo Andrade, que apresenta uma visão abrangente de sua carreira. A curadoria é de Taisa Palhares (de 09/12/17 a 20/03/18).
  • A exposição Hiatus: a Memória da Violência Ditatorial na América Latina reúne trabalhos de oito artistas que dedicam o tema da memória, com pesquisas que emergem e dialogam com os resultados das Comissões da Verdade e a continuidade de violações semelhantes no mundo contemporâneo. Participam Andreas Knitz, Clara Ianni, Fulvia Molina, Horst Hoheisel, Jaime Lauriano, Leila Danziger, Marcelo Brodsky e Rodrigo Yanes. Curadoria de Marcio Seligmann-Silva (de 21/10/17, às 11h, a 13/03/18).
  • O Memorial da Resistência de São Paulo apresenta quatro eixos temáticos para visitação pública: “O Edifício e suas Memórias”, “Controle, Repressão e Resistência”, “A Construção da Memória” e “Da Carceragem ao Centro de Referência”.
  • Ensaio de Tração reúne vídeos que exploram os limites da linguagem audiovisual e apresenta obras de Guimarães, Cinthia Marcelle e Tiago Mota Machado, Janaina Wagner, Marcellvs L. e Wagner Morales (até 12/03/2018).
  • Luz: Largo General Osório, 66, tel. (11) 3335-4990. Qua. a seg., 10h/17h30 (com permanência até as 18h). Ingr.: R$ 6. O ingresso dá direito a visitação à Estação Pinacoteca e à Pinacoteca do Estado. Professores da rede pública (com direito a quatro acompanhantes), alunos da rede pública (em visita com a escola), funcionários de órgãos públicos e de outros museus, pessoas com mais 60 anos e crianças com até 10 anos não pagam ingresso. Estudantes e professores da rede privada têm 50% de desconto. Grátis aos sábados. www.pinacoteca.org.br

FUNARTE

  • Na mostra “Burgos#2”, Daniel Melim apresenta um conjunto de pinturas em grandes dimensões, como as conhecidas séries "Ser" e "Foi Só Isso que Sobrou", que sensibiliza pela força das imagens impressas e dos recursos inventados da sua vivência no graffiti: escorridos, texturas e ruídos visuais, sombras de desenhos a lápis, figuras pinceladas, imagens pintadas com spray e estêncil (de 11/11/17, das 12h às 18h, a 08/01/18).
  • Em outra sala, o projeto Burgos 2 traz obras de Cristina Elias, Malu Pessoa Loeb, Jorge Morabito, Carlos Algot, Pedro Drunska e Albert Lazarini, que exibem instalações, pinturas, desenhos e esculturas realizados por artistas em seus ateliês e por coletivos ligados ao espaço urbano, e muitas delas feitas durante residência no Galpão da Funarte finalizada em setembro de 2017 (de 11/11/17, das 12h às 18h, a 08/01/18).
  • Campos Elíseos: Al. Nothmann, 1.058, estação Santa Cecília do Metrô, tel. (11) 3662-5177. Seg. a sex., 10h/18h; sáb. e dom., 15h/19h. www.funarte.gov.br

FUNDAÇÃO CULTURAL EMA GORDON KLABIN

  • A instalação “Anaconda”, de Alex Flemming, ocupa todos os ambientes da casa-museu com um conjunto de treze tapetes persas, de variados tamanhos, incluindo pequenos tapetes de oração, sobre os quais Flemming introduz a pintura de uma cobra (de 28/10/17 a 17/12/17).
  • A coleção da empresária e mecenas Ema Gordon Klabin (1907-1994) é mostrada em sua casa, nos ambientes originais. O acervo, que abrange mais de 3 mil anos e reúne 1.500 peças, contempla quase toda a história da civilização ocidental, desde as civilizações grega e etrusca até os grandes mestres europeus. A arte brasileira é representada na coleção por obras de modernistas como Portinari, Di Cavalcanti, Lasar Segall, Tarsila do Amaral e Victor Brecheret.
  • Jardim Europa: r. Portugal, 43. Qua. a dom., 14h/17h. R$ 10 e R$ 5 (aposentados e estudantes). Professores e grupos de estudantes de escolas públicas têm entrada franca. Entrada franca aos sábados e domingos. | www.emaklabin.org.br

FUNDAÇÃO MARIA LUISA E OSCAR AMERICANO

  • A fundação fica em um parque de 75 mil m² e foi criada em 1974 pelo engenheiro Oscar Americano (1908-1974). Aberta ao público em 1980, tem programas educativos na área de meio ambiente e abriga acervo de arte e mostras temporárias. O acervo é composto por três núcleos: Brasil Colônia, Brasil Império e Mestres do Século 20. São 1.500 peças, como pinturas, mobiliário, prataria e louças. Entre os destaques estão uma série de oito pinturas do holandês Frans Post e telas de Candido Portinari e Lasar Segall. O parque, projeto do arquiteto-paisagista Otávio Augusto Teixeira Mendes (1907-1988), tem cerca de 25 mil árvores de diversas espécies da Mata Atlântica, habitadas por diversos tipos de aves. A sede, antiga residência da família Americano, tem projeto de Oswaldo Arthur Bratke (1907-1997).
  • Morumbi: Av. Morumbi, 4.077, tel. (11) 3742-0077. Ter. a dom., 10h/17h30. R$ 10 e R$ 5 (estudantes e pessoas com mais de 60 anos) e grátis para crianças até 6 anos. Entrada franca para o público em geral toda primeira terça-feira de cada mês. www.fundacaooscaramericano.org.br

GALERIA OLIDO

  • Hoje tem Espetáculo exibe seleção de documentos e fotografias de trupes, famílias e artistas circenses pertencentes ao acervo do Centro de Memória do Circo. Expografia de Carla Caffé e curadoria de Verônica Tamaoki (mostra de longa duração).
  • Tapete Manifesto é instalação performática que traz reflexão sobre o tema da violência contra as mulheres bem como a massificação e vulgarização da morte nos dias atuais. Participam Thaís Medeiros com o Coletivo Galeria Gruta: Ivan Medeiros, Ivani Andrade, Thaís Medeiros, Patrícia Moino, Ulysses Sanchez e Valdir Ferreira (de 29/09/17, às 19h).
  • Centro: av. São João, 473, tels. (11) 3331-8399 / 3397-0171. Seg., qua. qui. e sex., 10h/20h; sáb. e dom., 13h/20h. www.galeriaolido.sp.gov.br

IGREJA DAS CHAGAS DO SERÁFICO PAI SÃO FRANCISCO DA VENERÁVEL ORDEM TERCEIRA DE SÃO FRANCISCO DA PENITÊNCIA

  • A igreja foi inaugurada em 1787 e fica anexa ao antigo convento, onde hoje é a Faculdade de Direito da USP. Junto com o Mosteiro de S. Bento e a Igreja do Carmo, é um dos vértices do triângulo do velho centro da cidade, que concentrava o núcleo de São Paulo nos seus primórdios. Sua técnica construtiva é a taipa de pilão com embasamento de pedra. O seu interior encontra-se bem conservado, com vários retábulos laterais em talhas de estilo rococó. A cúpula octogonal ostenta pinturas do século 18. Na Capela de Nossa Senhora da Conceição, abriga o antigo retábulo, executado por Luiz Rodrigues Lisboa entre 1736 e 1740. A exposição permanente de acervo, com obras dos séculos 17 ao 20, além de mostras temporárias.
  • Sé: Largo São Francisco, 173. Igreja: seg. a sex., 9h/17h; sáb., 9h/13h. Visitas agendadas ao acervo e dependências da igreja: qui., às 14h.

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE SÃO PAULO

  • O IHGSP é uma instituição científica e cultural que tem como principais objetivos a pesquisa e a divulgação da história, da geografia e de correlatos, principalmente com respeito à cidade e ao Estado de São Paulo. A instituição realiza mostras permanentes e temporárias. Museu da Revolução de 1932 é um espaço dedicado a resgatar, conservar e disseminar informações sobre esse fato importante da história para as novas gerações. Mostra de acervo sobre o Período Imperial no Brasil.
  • Arqueologia e Contemporaneidade traz trabalhos de três pesquisadores da instituição - Guy Collet, Luiz Caldas Tibiriçá e Heinz Budweg - realizados em expedições por diversas regiões do Brasil.
  • Trilha do Peabiru é exposição permanente sobre o trecho paulista da antiga trilha indígena que, ao tempo do descobrimento, interligava o Estado de São Paulo ao Paraguai. A mostra tem colaboração do cacique Tukumbó Dyeguaká.
  • Praça da Sé: r. Benjamin Constant, 158, 7º andar, tel. (11) 3242-8064. Ter. a sex., 10h/16h. www.ihgsp.org.br. Visitas no período da manhã somente mediante agendamento.

INSTITUTO LINA BO E P. M. BARDI | CASA DE VIDRO

  • Instalado na Casa de Vidro, antiga residência do casal criador do Masp, o instituto tem como objetivo divulgar e promover a cultura e as artes brasileiras no Brasil e no exterior. Projetada por Lina Bo Bardi em 1950, a casa é um marco da arquitetura moderna brasileira. Tombada em 1987 pelo Condephaat, abriga documentos de arquitetura, fotografias, correspondências, entrevistas, escritos, além da coleção de arte popular e objetos de design e artes plásticas dos Bardi.
  • Morumbi: r. General Almério de Moura, 200, tels. (11) 3744-9902 e 3744-9830. As visitas devem ser agendadas. www.institutobardi.com.br

MAC-USP (MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO) | EX-DETRAN

  • O artista Marcelo Zocchio apresenta a instalação “Somente o Necessário” composta por com imagens, objetos e sobras que investigam ideias de uso e descarte, em um exercício estético e uma reflexão sobre uso e descarte, novo e velho, forma e função, real e virtual pelo cotidiano. As peças estão à disposição do público, que pode utilizá-los para sentar-se, apoiar-se, ler, pendurar bolsas e casacos (de 02/09/17, às 11h, a 26/11/17).
  • A mostra Di Cavalcanti - Papel em Destaque revisita mais uma vez a obra de Emiliano Augusto Cavalcanti de Paula Albuquerque e Melo, em comemoração aos 120 anos de seu nascimento, através de 41 desenhos do acervo do museu (de 26/09/17 a 15/12/17).
  • A exposição Vizinhos Distantes: Arte da América Latina no Acervo do MAC USP apresenta cerca de 250 trabalhos, entre pinturas, esculturas, instalações, objetos, fotografias, registros e projetos de performances, vídeos e publicações de artistas, todos do acervo do MAC USP. São obras de artistas como Marta Colvin e Nemesio Antúnez (Chile), René Portocarrero e Wifredo Lam (Cuba), Lucio Fontana e León Ferrari (Argentina), Diego Barboza e Jesús Rafael Soto (Venezuela), Ulises Carrión, Felipe Ehrenberg e José Luis Cuevas (México), Sergio Meirana e Clemente Padín (Uruguai), Carlos Mérida (Guatemala), Armando Morales (Nicarágua), Luiz Fernando Peláez e Omar Rayo (Colômbia) e Lucía Chiriboga (Equador), entre outros. Curadoria de Cristina Freire. Na abertura ocorre os lançamento do livro “Terra Incógnita: Conceitualismos da América Latina no Acervo do MAC" (de 20/06/15, às 11h, a 07/01/18).
  • O Tridimensional no Acervo do MAC: Uma Antologia é composta por 17 obras que tratam da crise das artes visuais, sobretudo a partir do final da Segunda Guerra, focando no esfacelamento do conceito tradicional da escultura ocorrido nas últimas décadas. Há obras de Frida Baranek, Eduardo Climachauska e Paulo Climachauska, Sérvulo Esmeraldo, Carlos Fajardo, Carmela Gross , Liuba Wolf, Maria Martins, Cildo Meireles, Henry Moore, Ernesto Neto, Gustavo Rezende, Chihiro Shimotani, François Stahly, Sofu Teshigahara, Ângelo Venosa, Franz Weissmann e Haruhiko Yasuda (a partir de 28/01/12; mostra de longa duração).
  • Visões da Arte no Acervo do MAC USP 1900-2000 ocupa dois andares com 140 obras de Modigliani, Picasso, Kandinsky, Miró, Max Bill, Anita Malfatti, Flavio de Carvalho, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti e outros. A mostra recebe a obra Champs de Mars: A Torre Vermelha, (1911/23), do artista francês Robert Delaunay (1885-1941) (mostra de longa duração).
  • A mostra Reserva em Obras apresenta 60 obras do acervo do museu, entre pinturas e esculturas, como Waldemar Cordeiro, Maria Bonomi, Antonio Lizárraga, John Graz, Karl Hartung, Manabu Mabe, Yolanda Mohalyi, Antoni Tápies, Serge Poliakoff, Mary Vieira, Anatol Wladyslaw, entre outros. As obras exibidas não são articuladas por um tema específico, ou por escolhas curatoriais fechadas, mas atestam trabalhos cotidianos de técnicos e docentes para preservação e pesquisa de acervo aberto (a partir de 06/05/17, às 11h, mostra de longa duração).
  • MAC no Século XXI – A Era dos Artistas apresenta cerca de 100 obras que entraram para o acervo recentemente, doadas por galerias, pela iniciativa privada, através de leis de incentivo e pelos artistas. A mostra reflete o trabalho conjunto do curador com o artista, propondo leituras ou percursos conceituais não definidos, que se abrem para a exploração livre e às experiências de cada observador. Participam trabalhos de Luis Martins, Eduardo Kac, Regina Silveira, João Loureiro, Luiz Braga, Iran do Espírito Santo, Sandra Cinto, Lucas Simões, Geórgia Kyriakakys, Hugo Curti, Felipe Cama, Albano Afonso, Julio Leite, Jonathas de Andrade, Deborah Paiva, Claudio Cretti, Andrea Brown, Vânia Mignone, Marepe e Paulo Whitaker, entre outros. Curadoria de Katia Canton (de 20/05/17, às 11h; mostra de longa duração).
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, 1.301, antigo prédio do Detran, tel. (11) 2648-0254. Ter. a dom., 10h/18h. www.mac.usp.br

MAE (MUSEU DE ARQUEOLOGIA E ETNOLOGIA) | USP

  • O acervo do MAE abriga mais de 100.000 espécimes, com objetos arqueológicos e etnográficos desde a Europa Paleolítica até recentes produções dos povos indígenas. O acervo tem origem das antigas coleções dos setores de Arqueologia e Etnologia do Museu Paulista, do antigo Museu de Arqueologia e Etnologia, do Instituto de Pré-História e do Departamento de Antropologia da USP.
  • Reserva Técnica Visitável: Revelando os Bastidores de um Museu é constituída por artefatos provenientes de diferentes regiões da Amazônia e evidencia importantes formas de ocupação deste território pelas populações indígenas desde períodos remotos. Visitas apenas por agendamento prévio (longa duração).
  • Butantã: av. Professor Almeida Prado, 1.466, Cidade Universitária, tel. (11) 3091-4905. Seg., qua. qui. e sex., 9h/17h. Abre no segundo sábado de cada mês, 10h/16h. www.mae.usp.br

MAM | MUSEU DE ARTE MODERNA

  • A 35ª edição do Panorama da Arte Brasileira, com subtítuto “Brasil por Multiplicação”, se inspira nas questões atuais do texto “Esquema Geral da Nova Objetividade”, publicada em 1967 por Helio Oiticica (1937-1980). Entre os temas abordados estão a participação tátil do espectador nas obras, tomadas de posições políticas, éticas e sociais e novas formulações sobre o conceito de não-arte. Participam João Mode, Dora Longo Bahia, Cadu, Fernanda Gomes, Beto Shwafaty, Jorge Mario Jáuregui, José Rufino, Leandro Nerefuh, Marcelo Evelin, Marcelo Silveira, Romy Pocztaruk, Ricardo Basbaum, Rua Coletivo, Karin Aïnouz e Marcelo Gomes, Barbara Wagner e Benjamin de Barca, Lourival Cuquinha e Clarisse Hoffmann, Coletivo Mão na Lata e Tatiana Altberg e IbãHuniKuin. Na abertura Wagner Schwartz realiza performance. Curadoria de Luiz Camilo Osorio (de 26/09/17, às 20h, a 17/12/17).
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 3, tel. (11) 5085-1300. Ter. a dom., 10h/18h. Ingr.: R$ 6,00. Grátis aos domingos para o público em geral. Crianças até 10 anos e adultos com mais de 65 anos não pagam entrada. www.mam.org.br

MASP (MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO)

  • Mostra do coletivo Guerrilla Girls, criado nos anos 1980 e uma das principais vozes sobre a participação das mulheres no mundo da arte. Por meio de performances e da utilização de cartazes sobre sexismo e racismo, o coletivo destaca não apenas o fato de que as mulheres artistas foram ativamente excluídas do "cânone" da arte, mas também foram exploradas como temas na história da arte, muitas vezes em nus. A exposição dos cartazes de Guerrilla Girls no Masp cria uma nova reflexão sobre o tema da sexualidade e da afirmação dos gêneros na sociedade contemporânea. Em 29/09, às 20h, ocorre performance das artistas - distribuição de senhas às 18h (de 29/09/17 a 14/02/18).
  • A exposição Histórias da Sexualidade traz um recorte abrangente e diverso em cerca de 300 obras reunidas em nove núcleos temáticos e não cronológicos. O objetivo é estimular um debate urgente na atualidade, com questões relativas à sexualidade e aos limites entre direitos individuais e liberdade de expressão. São trabalhos de diferentes formatos, períodos e territórios, entre pinturas, desenhos, esculturas, fotografias, fotocópias, vídeos, documentos e publicações, que compõem histórias múltiplas, livre de hierarquias e fronteiras entre tipologias e categorias de objetos da história da arte. A exposição se insere em uma programação anual totalmente dedicada às histórias da sexualidade, que em 2017 inclui mostras individuais de Teresinha Soares, Wanda Pimentel, Miguel Rio Branco, Toulouse-Lautrec, Tracey Moffatt, Guerrilla Girls e outros. Curadoria de Adriano Pedrosa, Lilia Schwarcz, Pablo León de la Barra e Camila Bechelany (de 19/10/17, das 19h às 21h30, a 14/02/18).
  • O museu possui a mais importante coleção da América Latina e de todo o Hemisfério Sul. Os destaques são as pinturas de Rafael, Mantegna, Botticceli, Bellini, Ticiano, Poussin, Delacroix, Manet, Degas, Cézanne, Monet, Van Gogh, Matisse, Modigliani, Chagall, Velázquez, Maria Martins, Visconti, Portinari, Di Cavalcanti e muitos outros. Agora sob a direção de Heitor Martins (ex-Fundação Bienal), o museu tem curadoria de Adriano Pedrosa e dos assistentes Fernando Oliva, Luiza Proença e Tomás Toledo. A equipe conta ainda com a assistência de Rodrigo Moura (curador adjunto), Julieta Gonzalez (arte moderna e contemporânea), Luciano Migliaccio (arte europeia), Patrícia Carta (moda), Martin Corullon (arquiteto) e Raul Loureiro (designer gráfico).
  • A exposição Acervo em Transformação retoma o projeto expográfico radical de 1968 dos cavaletes de cristal, de autoria da arquiteta Lina Bo Bardi (1914-1992), que projetou também o prédio do Masp. A pinacoteca no segundo andar volta a ter essas peças que sustentam as obras, também chamadas de cavaletes de vidro, sem uso desde 1996. São suportes transparentes, sustentados por uma base de concreto, espalhados livremente pelo monumental espaço da pinacoteca. As obras parecem suspensas no ar. Sem um roteiro predeterminado a seguir, o visitante tem autonomia para decidir o próprio percurso. Para a retomada da expografia original, o escritório Metro Arquitetos Associados reconstruiu mais de cem cavaletes desenhados por Lina. A mostra reúne 117 trabalhos, mesclando diversas coleções da instituição. O mais antigo é uma escultura da deusa Higia do século 4 a.C. e o mais recente, é uma escultura de Marcelo Cidade, de 2011. Participam ainda trabalhos de Botticelli, Tintoretto, Ticiano, Rembrandt, Goya, Ingres, Cézanne, Van Gogh, Monet, Picasso, Matisse, Rodin, Lasar Segall, Volpi, Di Cavalcanti e outros. O milagre se dá sob a direção de Heitor Martins (ex-Fundação Bienal). A curadoria é de Adriano Pedrosa e de três membros da equipe curatorial do museu: Fernando Oliva, Luiza Proença e Tomás Toledo. Junto à mostra é lançado catálogo “Concreto e Cristal: o Acervo do Masp nos Cavaletes de Lina Bo Bardi (editora Cobogó; 305 págs; R$ 150), com organização de Adriano Pedrosa e Luiza Proença (mostra a partir de 10/12/15, às 19h30; exposição de longa duração).
  • Mostra da Coleção Masp Landmann, de Edith e Oscar Landman, é uma das principais coleções de arte de arte pré-colombiana da América Latina. Parte do acervo foi cedido em comodato ao museu por 10 anos. Composta por cerca de 900 obras, cobre um arco temporal de quase 2.500 anos (1000 a.C. ao século 16) com peças em diversos suportes (de janeiro a agosto de 2017).
  • Mostra de Tunga (Palmares / PE, 1952 – Rio de Janeiro / RJ, 2016), artista central na história da arte brasileira. Em quase meio século de produção, constituiu uma obra com referências a um universo simbólico único. A mostra traz obras que lidam com o desejo e o erotismo. Reunindo trabalhos em diferentes formatos, como desenhos, esculturas e filmes, a retrospectiva é a primeira grande exposição do artista em uma grande instituição brasileira desde o recente falecimento do artista (de 14/12/17 até 2018).
  • Cerqueira César: av. Paulista, 1.578, tel. 3149-5959. Ter., qua., sex., sáb., dom. 10h/18h; qui. 10h/20h. R$ 30 e R$ 15. Estudantes, professores e maiores de 60 anos pagam meia entrada. Grátis às terças e para menores de 10 anos. www.masp.art.br

MEMORIAL DA AMÉRICA LATINA

  • No Pavilhão da Criatividade é exibida vasta coleção de arte popular latino-americana.
  • Castelo Rá-Tim-Bum homenageia o programa infantil da TV Cultura e bate recordes de visitação em sua terceira temporada. Estão em exibição peça originais, fotografias, figurinos, vídeos e um cenário que recria o Castelo (até 04/02/2018).
  • Barra Funda: av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, estação Barra Funda do Metrô, tels. (11) 3823-4600 / 4705. Ter. a dom., 9h/18h. www.memorial.sp.gov.br

MIS (MUSEU DA IMAGEM E DO SOM)

  • “Não Podemos Construir o Que Não Podemos Imaginar Primeiro” projeto curatorial de Jota Mombaça e Thiago Souza (de 28/11/17 a 07/01/18).
  • Mostra apresenta a vida e a obra do célebre cantor e compositor brasileiro, vocalista e fundador da banda de rock Legião Urbana, Renato Russo (1960-1996). Com peças de acervo, a exposição traz objetos pessoais, peças de vestuário, fotografias, discos, livros, manuscritos, instrumentos musicais, documentos escolares, desenhos, cartas de fãs, além de prêmios, fanzines, folhetos e impressos. Inclui ainda desenhos e pinturas feitos por ele, bem como uma peça de teatro e projetos cinematográficos. A mostra ainda oferece curso sobre a produção cultural, shows, debates e lançamento do catálogo. Curadoria de André Sturm (de 05/09/17, às 19h, a 28/01/18).
  • O Museu da Imagem e do Som de São Paulo, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, foi inaugurado em 1970. Seu acervo conta com mais de 200 mil itens como fotografias, filmes, vídeos e cartazes. Além de exposições e mostras de cinema regulares, o MIS possui uma programação cultural diversificada voltada para todos os públicos e abre espaço para novos artistas, que, por meio de seleção, exibem seus trabalhos dentro de programas de fotografia, cinema, dança e música.
  • Jardim Europa: av. Europa, 158, tel. (11) 2117-4777. Ter. a sáb., 12h/21h; dom., 11h/20h. www.mis-sp.org.br

MuBE | MUSEU BRASILEIRO DA ESCULTURA E ECOLOGIA

  • A artista Marcia Pastore cria a instalação “Corpo de Prova” para o vão livre do MuBE, que investiga o equilíbrio e a tensão nas relações entre a arte e a arquitetura. A obra é composta por sistema mecânico de engrenagens estruturadas presas à laje e articuladas por roldanas que permitem a movimentação de blocos de concreto e prumos (de 07/10/17, às 11h, a 21/11/17).
  • Exposição “Subtotal” de Marcelo Cidade (de 21/10/17, das 11h às 18h, a 26/11/17).
  • Eduardo Basualdo apresenta a exposição “Arena” (de 21/10/17, das 11h às 18h, a 26/11/17).
  • Amazonia: Novos Viajantes retoma o viés ecológico do museu. Após pesquisa científica e parceria com o Museu de História Natural de NY são apresentadas obras históricas e contemporâneas de Alexander Von Humboldt, Alberto Baraya, Gabriela Albergaria, Jorge Menna Barreto, Fernando Limberger, Johanna Calle, Paula Sampaio, Marcelo Moscheta e outros. Curadoria Cauê Alves (a partir de 12/12/17).
  • Daniel Murgel apresenta a obra “Labirinto de Cruzetas”, pelo programa MuBE para Brincar, composta por dois traços perpendiculares que indica um lugar na área externa do museu. A marca indica onde peças possam ser construídas acima do nível do solo, inspiradas em estruturas que sustentam caixas d’água em cidades do interior do país. Trata-se de um elemento típico da arquitetura feita sem o projeto do arquiteto, como um “puxadinho”, mas que cumpre sua função e dispensa o uso do concreto armado (até março 2018).
  • Jardim Europa: av. Europa, 218, tel. (11) 2594-2601. Ter. a dom., 10h/19h. www.mube.art.br

MUSEU AFRO BRASIL

  • A mostra Barroco Ardente e Sincrético - Luso-Afro-Brasileiro reúne cerca de 400 obras que traçam variadas manifestações do estilo artístico em Portugal e no Brasil, passando pelas suas referências na cultura erudita e popular, entre os séculos XVII e XIX. São expostas pinturas, oratórios, talhas, esculturas, azulejaria, ourivesaria, prataria, de artistas de José Joaquim da Rocha (1737-1807), Joaquim José da Natividade (? -1841), Leandro Joaquim (1738-1798), José Patrício da Silva Manso (1753-1801), Frei Jesuíno do Monte Carmelo (1764-1819), José Teófilo de Jesus (1758-1847) ,Antônio Joaquim Franco Velasco. Curadoria de Emanoel Araujo (1780-1883) e outros (de 03/08/17, às 19h, a 03/12/17).
  • A mostra Design e Tecnologia no Tempo da Escravidão apresenta cerca de 400 peças do acervo do museu, entre objetos de uso doméstico e ferramentas para ofícios rurais e urbanos, que contextualizam o conhecimento aplicado na produção de objetos e utensílios dos séculos 18 e 19 (até 03/12).
  • Coordenado pelo artista plástico e curador baiano Emanoel Araujo, o museu recupera, preserva, valoriza e divulga o universo histórico-cultural do negro brasileiro, sempre colocado à margem pelas instituições oficiais. O acervo tem mais de 5 mil obras de arte e objetos históricos.
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 10, Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, tel. (11) 3320-8900. Ter. a dom., 10h/18h (entrada até 17h). Ingr.: R$ 6. Entrada gratuita aos sábados. www.museuafrobrasil.org.br

MUSEU ANCHIETA

  • Parte do complexo histórico do Pateo do Collegio, marco do nascimento de São Paulo, foi transformada em centro cultural com museu e acervo de 500 itens, como peças de arte sacra, quadros, fotografias, aquarelas, artefatos indígenas contemporâneos e mapas de São Paulo antigo.
  • Centro: praça Pateo do Collegio, 2, tel. 3105-6899. Ter. a sex., 9h/16h45; sáb. e dom., 9h/16h30. Ingr.: R$ 8; estudantes de escola particular, universitários e professores pagam R$ 4; estudantes de escola pública (Ensino Médio e Fundamental) pagam R$ 2; e aposentados, idosos, crianças menores de sete anos e deficientes físicos têm entrada franca. www.pateocollegio.com.br

MUSEU CATAVENTO

  • O projeto de iniciação científica Catavento tem ênfase na ciência, nas artes e no conhecimento humano. O Museu de Tecnologia tem em acervo inúmeros recursos de simulação, que proporcionam aos visitantes a oportunidade de interagir com o seu conteúdo, ou de participar diretamente em experiências virtuais. Uma das atividades digitais é uma viagem aérea virtual em três dimensões pelo Rio de Janeiro (RJ).
  • A mostra permanente Do Macaco ao Homem apresenta conhecimentos sobre o processo de hominização e os principais passos de nossa linhagem evolutiva. A exposição reúne réplicas de nossos ancestrais, bem como de réplicas de artefatos de pedra lascada e de osso, além de peças de cunho artístico, retirados do acervo do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos da USP. Necessário retirar senha na bilheteria.
  • Centro: Palácio das Indústrias, Parque D. Pedro II, tel. (11) 3315-0051 Ter. a dom., 9h/17h. R$ 6. Aposentados, idosos e estudantes com carteirinha pagam R$ 3. Grátis aos sábados para o público em geral. www.cataventocultural.org.br

MUSEU DA CASA BRASILEIRA

  • O 31º Prêmio Design Museu da Casa Brasileira traz as criações e protótipos dos 54 vencedores do prêmio, nas sete categorias Construção, Transporte, Eletroeletrônicos, Iluminação, Mobiliário, Têxteis e Utensílios, além de peças selecionadas pela comissão julgadora. Na abertura, ocorre programação com encontro entre o júri e os vencedores do prêmio, às 11h, e uma feira de livros de editoras parceiras, das 10h às 18h, com oficinas de papercut e encadernação (de 11/11/17, das 10h, a 21/01/18).
  • O MCB foi criado em 1970 e, em 1972, ganhou sua sede definitiva: um solar neoclássico construído entre 1942 e 1945, originalmente para abrigar o ex-prefeito de São Paulo, Fábio da Silva Prado (1887-1963), e sua esposa Renata Crespi Prado (1897-1981). O projeto arquitetônico do paraense Wladimir Alves de Souza (1908-1994) remete às linhas do Palácio Imperial de Petrópolis (RJ). O casal morou na residência por 18 anos e a transformou em centro de grandes recepções oficiais. Após a morte de Fábio Prado, Renata Crespi se mudou da casa, e, em 1968, doou o imóvel ao Estado de São Paulo.
  • O MCB mantém dois acervos, somando um total de cerca de 500 peças. A Coleção Crespi-Prado exibe porcelanas, móveis, pratarias e pinturas. A Coleção MCB, que apresenta 85 móveis e objetos representativos da casa brasileira desde o século 17 até os dias de hoje, é reorganizada e recebe 87 novas peças do período modernista no Brasil, um recorte fundamental para discussão das questões ligadas ao design. Entre os novos itens, recebidos por meio de doações, estão peças como a poltrona “Jangada”, de Jean Gillon, a luminária “Concha”, de Fábio Alvim e a cadeira Oswaldo Bratke. Há também trabalhos vencedores da história do Prêmio Design MCB, como a poltrona “Mandacaru”, de Baba Vacaro, a estante “Labirinto”, dos irmãos Campana, e a poltrona “Cadê”, da Ovo. A mostra traz ainda uma coleção de imagens constituída a partir do projeto Casas do Brasil, de resgate e memória sobre a diversidade do morar brasileiro, com registros de moradias como casas populares de diferentes Estados, casa xinguana, barraca cigana, habitação ribeirinha e o Carandiru (Coleção MCB, a partir de 24/11/16, às 19h30).
  • Jardim Paulistano: av. Brigadeiro Faria Lima, 2.705, tels. (11) 3032-3727 e 3032-2564. Ter. a dom., 10h/18h. R$ 7. Meia-entrada: R$ 3,50. Pessoas com deficiência e acompanhante pagam meia-entrada. Maiores de 60 anos e crianças até 10 anos não pagam. Grátis aos sábados e domingos para o público em geral. www.mcb.org.br

MUSEU DA DIVERSIDADE SEXUAL

  • A exposição Solidão traz caminhos para uma discussão sobre companheirismo, amizades, parcerias e amores diversos, através de obras dos artistas Adams Carvalho, Alex Cerveny, António Teixeira, Cláudio Caropreso, Daniel Melim, Guilherme Gafi, Higo Joseph, Ida Feldman, Júlio de Paula, Jorge Morabito, Luma Assis, Magdalena Marciniak, Malu Pessoa Loeb, Paulo Von Poser, Sandra Martinelli, Sheila Goloborotko e Teresa Berlinck (de 10/10/17, das 17h às 20h, a 13/01/18).
  • Centro: praça da República, dentro da estação República do metrô, tel. (11) 2627-8078. centrodiversidadesexual@sp.gov.br

MUSEU DA ENERGIA DE SÃO PAULO

  • A mostra Tempos de Energia - São Paulo em Transformação explora o desenvolvimento do Estado a partir da evolução da energia elétrica, através de objetos antigos, documentos raros e múltiplos recursos tecnológicos. Com um mapa virtual a exposição traça a evolução urbana, com telas interativas, miniaturas perfeitas de hidrelétricas e sistemas de geração de energia solar e eólica; ferros de passar roupa, enceradeiras, televisores, rádios, secadores de cabelo e dezenas de objetos antigos (a partir de 05/09/14; mostra de longa duração).
  • O edifício foi construído entre 1890 e 1894, quando o bairro dos Campos Elíseos era o endereço mais sofisticado de São Paulo, abrigando parte da elite cafeeira da época. O palacete, projeto do escritório de Ramos Azevedo, foi residência de Henrique Santos Dumont, irmão do aviador Alberto Santos Dumont e um dos homens mais ricos do Brasil à época. Inaugurado em junho de 2005, o museu é voltado à história e ao futuro do sistema de energia. É mantido pela Fundação Energia e Saneamento, mantida por Sabesp, Cesp e Emae.

MUSEU DA IMIGRAÇÃO | MEMORIAL DO IMIGRANTE

  • O museu ocupa parte da antiga Hospedaria do Imigrante, um imponente complexo, construído entre 1886 e 1888 no bairro do Brás, com finalidade de receber e encaminhar ao trabalho os imigrantes trazidos por conta do governo. A Hospedaria foi criada para reunir e preservar a documentação, memória e objetos de imigrantes que vieram para o Brasil em busca de esperança, aventuras, fortuna ou simplesmente fugindo de uma situação difícil nas suas pátrias de origem. Instalado em um dos poucos edifícios centenários da cidade de São Paulo. De 1882 a 1978, passaram por ali pessoas de mais de 60 nacionalidades e etnias, todas devidamente registradas em livros e listagens. Além do trabalho de divulgação destas histórias, há também a recuperação dos carros de madeira (o termo vagão é usado quando se trata de transporte de carga), da antiga São Paulo Railway. Dois deles estão restaurados, sendo um carro de bagagem, correio e chefe de trem, de 1914, e outro de passageiros, 2ª classe, de 1931. O Memorial do Imigrante é responsável pela preservação, estudo e divulgação de importante acervo histórico referente à imigração no Estado de São Paulo nos últimos 120 anos.
  • O museu apresenta um novo plano museológico para a mostra de longa duração Migrar: Experiências, Memórias e Identidades, que explica como o processo migratório é um fenômeno permanente na história do mundo (mostra de longa duração).
  • Mooca: r. Visconde de Parnaíba, 1.316, estação Bresser do Metrô, tel. (11) 2692-1866. Ter. a sáb., 9h/17h; dom., 10h/17h. Quinzenalmente, às sextas-feiras, visitação estendida até as 21h. Ingr.: R$ 6 e R$ 3 (meia-entrada). Grátis aos sábados. www.museudaimigracao.org.br

MUSEU DA PESSOA

  • O Museu Virtual reúne histórias de vida e é aberto à participação gratuita de toda pessoa que queira compartilhar sua biografia.

MUSEU DE ARTE SACRA

  • A mostra Relíquia: Transcendência do Corpo traz cerca de 300 peças que retratam 21 séculos de história do Cristianismo, a partir de um fragmento da cruz em que Jesus foi crucificado, passando por todas as fases da História, até a relíquia de S. João Paulo II, falecido em 2005. Curadoria de Ario Borges Nunes Junior e Beatriz Vicente de Azevedo (de 07/10/17, às 11h, a 08/01/18).
  • Localizado no Mosteiro da Luz, fundado e construído em taipa de pilão por Frei Galvão por volta de 1774, o museu é considerado um dos mais importantes monumentos arquitetônicos coloniais paulistas. Seu precioso acervo é composto por mais de 4 mil obras de arte religiosa, entre imaginária sacra, retábulos, altares, oratórios, prataria, objetos, vestimentas litúrgicas e livros raros dos séculos 16 ao 20.
  • No Museu dos Presépios do MAS é exposto um verdadeiro Presépio Napolitano, do século 18, com 1.620 peças, um dos últimos e maiores conjuntos do gênero remanescentes no mundo.
  • A mostra Barro Paulista, com curadoria de Dalton Sala, reúne cerca de 50 obras que intencionam reapresentar a arte colonial paulista do século XVII, a partir do acervo do museu. São expostas imagens em terracota, ou barro cozido, feitas na Capitania de São Vicente (SP), e depois na de São Paulo, tendo como destaques cinco esculturas: São Francisco Xavier, São Francisco de Paula, Nossa Senhora da Purificação, Santo Amaro e São Francisco das Chagas (mostra de longa duração).
  • A exposição Arte Sacra na Ourivesaria traz cerca de 130 peças de acervo, entre joias, relíquias, navetas, gomil e jarras, ostensórios, âmbulas, cálices, penas, cruzes, santos óleos e uma instalação de lampadários, além de outros objetos sacros, que traçam uma leitura dos artesãos de metais nobres na colônia, com acabamento típico das obras europeias (mostra de longa duração).
  • Luz: av. Tiradentes, 676, estação Tiradentes do Metrô, tel. (11) 3326-3336. Estacionamento pago à r. Jorge Miranda, 43. Ter. a dom., 9h/17h. R$ 6 e R$ 3 (estudantes). Grátis aos sábados. Pessoas com mais de 60 anos e crianças de até 7 anos têm entrada franca. Visitas monitoradas para escolas públicas são gratuitas. www.museuartesacra.org.br

MUSEU DO FUTEBOL

  • Inaugurado em setembro de 2008, o museu, que está instalado numa área de 6.900m², propõe uma narrativa linear da história do futebol por meio de aparelhos multimídia. São 15 salas temáticas com cerca de 1.400 fotografias, seis horas de vídeos e outras atrações, como um aparelho que mede a velocidade dos chutes dos visitantes.
  • Pacaembu: praça Charles Miller, s/n°, tel. (11) 3664-3848. Ter. a dom., 9h/17h. R$ 6 e R$ 3 (estudantes e pessoas com mais de 60 anos). Grátis para crianças de até 7 anos. www.museudofutebol.org.br

MUSEU DO THEATRO MUNICIPAL

  • Descendo as escadarias ao lado do Theatro, embaixo do Viaduto do Chá, fica este pequeno museu, que existe desde 1983 e foi instalado nos baixos do viaduto em 1995. Ele esteve em reforma entre junho de 2005 e o final de 2006, período em que atendeu apenas aos pesquisadores. A exposição de longa duração Theatro Municipal Ícone e Memória reabriu o espaço em dezembro de 2006. Nela, a história do teatro mais importante da cidade, aberto em 1911, é contada por meio de vídeo, painéis, fotografias, cartazes, vestidos de cantoras de ópera, um órgão, coleção de postais, maquetes cenográficas e muitos textos ilustrados. O local ainda serve para pesquisas mais aprofundadas.

MUSEU FLORESTAL OCTÁVIO VECCHI

  • O espaço fica no Horto Florestal (Parque Estadual Albert Löefgren), que ocupa uma área de 174 alqueires e é localizado ao lado do Parque Estadual da Cantareira. O Museu Florestal Octávio Vecchi (Museu da Madeira) foi inaugurado em 1931 e possui o maior acervo de madeiras da América Latina. As amostras de madeira têm entalhes que reproduzem as folhas e frutos das espécies das quais foram extraídas.
  • Horto Florestal: r. do Horto, 931, tel. (11) 2231-8049. Ter. a sex., 9h/12h e 13h30/16h30; dom., 10h/15h30. http://museuflorestal.blogspot.com

MUSEU HISTÓRICO DA IMIGRAÇÃO JAPONESA NO BRASIL

  • Fundado em 18 de junho de 1978, o Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil, da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social, possui o maior acervo sobre a imigração japonesa no Brasil, composto por de 97 mil itens pertencentes aos imigrantes japoneses, tais como documentos diversos, fotos, jornais, microfilmes, livros, revistas, filmes, vídeos, discos LP, quadros de pinturas, utensílios domésticos e de trabalho e quimonos.
  • Liberdade: r. São Joaquim, 381, tel. (11) 3209-5465 / 3208-1755 , ramal 117. Ter. a dom., 13h30/17h30. R$ 6 (inteira). Estudantes com carteirinha e crianças até 11 anos pagam meia. Menores de cinco anos e idosos acima de 65 anos têm entrada franca. www.museubunkyo.org.br

MUSEU LASAR SEGALL

  • A mostra 1967-2017 | Museu Lasar Segall 50 Anos apresenta o percurso da instituição desde a idealização por Jenny Klabin Segall, viúva do artista, à doação do acervo e residência pelos filhos Mauricio Segall e Oscar Klabin Segall para abrigar a agenda cultural, os trabalhos de pesquisas e as exposições do museu. As memórias e difusão dos cinco acervos, traz também um ciclo de palestras com temáticas relacionadas aos referidos acervos, produção de catálogo, bem como atividades educativas, e diversos eventos paralelos, às relacionados à história do MLS (de 23/09/17, às 16h, a 24/09/18).
  • O museu preserva acervo e documentos referentes a Lasar Segall (1891-1957), artista lituano que se fixou no Brasil.
  • Idas e Vindas – Segall e o Brasil faz panorama sobre a produção de Lasar Segall (1891-1957) com enfoque na sua fase brasileira. Destaque para o painel “Emigração” (longa duração).
  • Lasar Segall e a Arte Degenerada rememora em parceria com o MAC a exposição nazista “Arte Degenerada” realizada em Munique, em 1937, que acusou a arte moderna de corromper a cultura e os valores germânicos. Segall foi considerado degenerado e entrou na exibição. Curadoria de Helouise Costa e Daniel Rincon (a partir de 11/11/17).
  • Vila Mariana: r. Berta, 111, próximo à estação Santa Cruz do Metrô, tel. (11) 2159-0400. Qua. a seg., 11h/19h. www.museusegall.org.br

MUSEU PAULISTA (DO IPIRANGA)

  • Aberto em 1895, o museu é o mais antigo da cidade. Conserva em acervo a tela “Independência ou Morte”, pintada em 1888 por Pedro Américo, que se encontra no Salão Nobre. A escultura de D. Pedro I, situada no nicho central da escadaria, foi feita por Rodolfo Bernardelli. A instituição exibe ainda móveis, louças, armas e utensílios domésticos, fotografias e pinturas históricas.
  • O museu se encontra fechado para reforma por tempo indeterminado. A expectativa é que reabra só em 2022.
  • Ipiranga: Parque da Independência, s/nº, tel. (11) 2065-8000. www.mp.usp.br

OFICINA CULTURAL OSWALD DE ANDRADE

  • “Pra Te Ver Melhor” apresenta o resultado da residência artística da artista Kika Levy, desenvolvida parcialmente no ateliê de gravura da Oficina Cultural Oswald de Andrade (de 11/11/17 a 20/12/17).
  • A Oficina Oswald de Andrade foi inaugurada em 1986 e está instalada em um edifício histórico do bairro do Bom Retiro, construído em 1905 para abrigar a Escola Livre de Farmácia. O espaço oferece gratuitamente cursos, oficinas e workshops em áreas como artes plásticas, ação e gestão cultural, cinema, dança, design, fotografia, história em quadrinhos, literatura, música, rádio, teatro e vídeo, entre outras.
  • Bom Retiro: r. Três Rios, 363, próximo à estação Tiradentes do Metrô, tels. (11) 3222-2662 / 3221-4704. Seg. a sex., 9h/22h; sáb., 13h/21h. www.oficinasculturais.org.br

OFICINA DA PALAVRA CASA MÁRIO DE ANDRADE

  • A mostra Amazônia Literária realiza uma imersão na cultura do Norte do país, com destaque para a produção literária por meio de vídeos, músicas e fotografias que remetem à construção literária da região. Também há projeções do céu estrelado e a água da Amazônia em uma instalação de um templo xamânico. A programação conta com palestras, sempre das 19h às 21h, com Carlos Alberto da Conceição Teixeira: em 10/05, “A Exposição Amazônia Literária”; em 24/05 “A Literatura de Expressão Amazônica”; em 07/06 “Sob A Ótica da Luz: O Mito da Salvação e as Águas” e 21/06 “Carimbó, Batuque e Poesia” (de 10/05/17, às 19h, a 01/08/18).
  • A casa reabre com a mostra permanente Morada do Coração Perdido, que ocupa quatro salas.
  • Barra Funda: r. Lopes Chaves, 546, tel. (11) 3666-5803 / 3826-4085. Ter. a sáb., 10h/18h. e-mail: casamariodeandrade@oficinasculturais.org.br

OFICINAS CULTURAIS DO ESTADO DE SÃO PAULO

  • A Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo mantém sete oficinas na capital paulista e outras 12 no interior e litoral do Estado (Araraquara, Bauru, Campinas, Iguape, Limeira, Marília, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São Carlos, São João da Boa Vista e Sorocaba).
  • Endereços das oficinas da capital: # Bom Retiro: r. Três Rios, 363, tels. (11) 3221-5558 / 3222-2662. Seg. a sex., 9h/22h; sáb., 10h/18h. # Barra Funda: Oficina da Palavra Casa Mário de Andrade, r. Lopes Chaves, 546, tels. 3666-5803 e 3826-4085. Seg a sex., 13h/22h. # Brás: Oficina Amácio Mazzaropi, av. Rangel Pestana, 2.401, tels. 6292-7071 e 6292-7711. Seg a sex., 13h/22h; sáb., 10h/18h; dom., 13h/17h. # Brás: Oficina Terceira Idade, av. Rangel Pestana, 2.401, tel. 6096-2635. Seg a sex., 8h/17h; sáb., 10h/18h; dom., 10h/14h. # Itaquera: Oficina Alfredo Volpi, r. Victorio Santim, 206, tel. 6205-5180. Seg a sex., 13h/22h; sáb., 10h/18h; dom., 14h/18h. # São Miguel Paulista: Oficina Luiz Gonzaga, r. Amadeu Gamberine, 259, tel. 6956-2449. Seg a sex., 14h/22h; sáb., 14h/18h; dom., 10h/14h. # Vila Brasilândia: Oficina Maestro Juan Serrano, r. Joaquim Pimentel, 200, tel. 3994-3362. Seg. a sex., 8h/18h. # Mais informações: www.assaoc.org.br | www.oficinasculturais.org.br

PALÁCIO DO HORTO

  • O antigo Palácio de Verão do Governo de São Paulo fica no Horto Florestal, no Parque Estadual da Cantareira, em uma edificação da década de 1930. Atualmente o Palácio do Horto encontra-se sob a gestão da Secretaria do Meio Ambiente.

PALÁCIO DOS BANDEIRANTES

  • Sede do Governo do Estado de São Paulo, é também um palácio-museu aberto à visitação pública, que expõe suas coleções de arte reunidas nos dois andares do prédio, por meio de exposições permanentes e temporárias. Atualmente, o percurso de visitação dos espaços sugere um tour pelos caminhos da arte moderna brasileira, destacando-se o contexto artístico-cultural em São Paulo. Nas visitas é possível conhecer as formas de expressão dos modernistas dos primeiros anos, com destaque para a obra de Anita Malfatti, “A Ventania”, que participou da Semana de Arte Moderna, de 1922, no Theatro Municipal de São Paulo. Tarsila do Amaral e Victor Brecheret também estão em exposição como expoentes do período. A produção artística da geração de 1930/40, com destaque para a presença de artistas como Portinari e Flávio de Carvalho, compõe a continuação do percurso de visitação que termina apresentando o contexto da modernidade nos anos 1950, com o início da arte abstrata e seu confronto com a arte figurativa.
  • Morumbi: av. Morumbi, 4.500, portão 2. Ter. a dom., 10h/16h. Para visitas individuais, não é necessário agendar. Todas as visitas são acompanhadas por educadores. Para grupos, de no máximo 20 pessoas, é necessário agendamento prévio pessoalmente e também de seg. a sex., 9h/16h, pelo tel. (11) 2193-8282. pelo site www.acervo.sp.gov.br .

PAVILHÃO DAS CULTURAS BRASILEIRAS

  • O prédio de 11 mil m² com arquitetura de Oscar Niemeyer, ao lado da Fundação Bienal, Oca, do MAM e do Museu Afro-Brasil, passa a ser ocupado com o imenso acervo do antigo Museu do Folclore, criado por Rossini Tavares de Lima, da Missão de Pesquisas Folclóricas, organizada por Mário de Andrade, e obras adquiridas recentemente pela Prefeitura.
  • Parque do Ibirapuera: av. Pedro Álvares Cabral, s/nº, portão 10, Pavilhão Engenheiro Armando Arruda Pereira, tel. (11) 5083-0199. Ter. a dom., 9h/18h (entrada até às 17h). www.culturasbrasileiras.sp.gov.br

PINACOTECA DO ESTADO DE SÃO PAULO

  • Mostra apresenta oito fotografias de Caio Reisewitz, da série Altamira, em que o artista documenta a região da floresta de Belo Monte (de 25/11/17 a 12/02/18).
  • Em “Os Desastres da Guerra”, Dora Longo Bahia faz uma releitura da obra homônima de Francisco Goya, realizada no século XIX. O conjunto de 81 pinturas em acrílica sobre pergaminho reproduz imagens de conflitos e guerras ocorridas, principalmente, no século XX, como a I e II Guerras Mundiais, a Guerra Civil espanhola, a Guerra do Vietnã, do Afeganistão, entre outras (de 25/11/17 a 27/02/17).
  • A retrospectiva No Subúrbio da Modernidade - Di Cavalcanti 120 anos traz cerca de 200 obras de um dos mais importantes artistas do modernismo brasileiro, entre obras icônicas e outras pouco vistas e distribuídas em sete salas. São expostas pinturas, desenhos e ilustrações feitas ao longo de quase seis décadas de carreira, que pretendem investigar o fio que conduziu o artista a desenvolver uma ideia de “arte moderna e brasileira” entre cenas em bordeis, bares, a zona portuária, o mangue, morros cariocas, samba e as festas populares. Além de trazer aspectos menos conhecidos, como as ilustrações e charges para revistas, livros e capas de discos. Curadoria de José Augusto Ribeiro (de 02/09/17, às 11h, a 22/01/18).
  • Mostra com trabalhos do gaúcho Daniel Acosta, que combina repertórios da arte, do desenho industrial, da arquitetura e dos espaços urbanos em suas obras propositadamente se colocam na fronteira entre a escultura e a peça de mobiliário. A instalação para o Octógono é uma obra inédita do artista. A curadoria é de Tadeu Chiarelli (de 16/09/17 a 05/02/18).
  • A mostra coletiva Ensaio de Tração reúne vídeos produzidos por artistas brasileiros que se dedicam a explorar a linguagem audiovisual, e que tem em comum a ambiguidade entre o documental e a ficção. Participa a obra “Da janela do meu quarto” (2004), de Cao Guimarães, que entrou para o acervo do museu em 2015; “Nau” (2017), de Cinthia Marcelle e Tiago Mata Machado, apresentado no Pavilhão do Brasil na 57ª Bienal de Veneza; “Terreno” (2004), de Janaina Wagner; “9493” (2014), de Marcellvs L., e “Thierry” (2012), de Wagner Morales (de 21/10/17, às 11h, a 12/03/18).
  • O museu apresenta a mostra permanente Galeria Tátil de Esculturas Brasileiras, com 12 obras selecionadas para que visitantes com deficiências visuais possam tocá-las e receber informações por meio de etiquetas em Braille, além de áudio-guia.
  • Arte no Brasil - Uma História na Pinacoteca de São Paulo traz cerca de 500 obras, entre pinturas, esculturas, desenhos, gravuras e fotografias, e faz um panorama da arte brasileira do período colonial aos anos 1930. São obras de Debret, Taunay, Facchinetti, Almeida Junior, Rodolfo e Henrique Bernardelli, Belmiro de Almeida, Pedro Weingärtner, Candido Portinari e outros. Em 07/09, às 14h, ocorre o lançamento do catálogo da exposição (mostra de longa duração).
  • O acervo da Pinacoteca conta com cerca de 8 mil obras, formando um amplo panorama das artes visuais produzidas no Brasil da segunda metade do século 19 até os dias de hoje.
  • Construção e Figuração na Coleção de Roger Wright traz um recorte de cerca de 80 obras da coleção realizadas entre as décadas de 1960 e 1970 no Brasil, com obras seminais dos artistas mais representativos da nova figuração e da explosão política e colorida do Pop (de 27/08/16 até o fim de 2017).
  • A exposição Galeria José e Paulina Nemirovsky - Arte moderna apresenta 110 importantes obras do modernismo brasileiro oriundas dos acervos da Pinacoteca do Estado de São Paulo, da Fundação José e Paulina Nemirovsky e da Coleção Roger Wright. Participam trabalhos de Tarsila do Amaral, Portinari, Ernesto de Fiori, Di Cavalcanti, Lasar Segall, Volpi, José Antonio da Silva, Ismael Nery, Vicente do Rego Monteiro, entre outros (a partir de 22/10/16, às 11h, até 2017).
  • Luz: Praça da Luz, 2, tel. (11) 3324-1000. Qua. a seg., 10h/17h30 (com permanência até as 18h). Ingr.: R$ 6. O ingresso dá direito a visitação à Pinacoteca do Estado e à Estação Pinacoteca. Professores da rede pública (com direito a quatro acompanhantes), alunos da rede pública (em visita com a escola), funcionários de órgãos públicos e de outros museus, pessoas com mais de 60 anos e crianças com até 10 anos não pagam ingresso. Estudantes e professores da rede privada têm 50% de desconto. Grátis aos sábados. www.pinacoteca.org.br

SÍTIO DA RESSACA

  • A exposição Luiz Gama - Poeta, republicano e abolucionista narra a história de Luiz Gama (1830 -1882) e seu trabalho na causa abolicionista vivenciada em São Paulo na segunda metade do século 19. Curadoria de Maria Luiza Ferreira da Oliveira (a partir 19/06/14, às 11h; mostra de longa duração).

SÍTIO MORRINHOS

  • Escavando o Passado - A Arqueologia na Cidade de São Paulo é exposição de arqueologia com fragmentos encontrados na cidade de São Paulo nos últimos anos, como pedras lascadas, cerâmica indígena e materiais históricos. Curadoria da arqueóloga Cíntia Bendazzoli.

SOLAR DA MARQUESA DE SANTOS

  • Yolanda Penteado, a Dama das Artes de São Paulo exibe a trajetória da aristocrata e fomentadora cultural Yolanda Penteado (1903-1983), casada com Ciccillo Matarazzo, que contribuiu para a criação do Masp e da Bienal (até 10/12/2018).
  • Localizado ao lado do Pateo do Collegio, o imóvel pertenceu à Domitila de Castro Canto e Melo (1797-1867), a Marquesa de Santos, entre 1834 e 1867. Conhecido também como o Palacete do Carmo, o espaço ficou famoso pelas festas e eventos decorrentes na época e considerada uma das residências mais aristocráticas de São Paulo. Após este período o imóvel foi submetido a diversas reformas que alteraram sua estrutura original, que apenas em 1975 foi tombado e serviu de sede da Secretaria Municipal de Cultura. Desde uma reforma em 1991, o Solar da Marquesa de Santos abriga exposições e atividades museológicas, além da sede do Museu da Cidade de São Paulo.
  • Centro: r. Roberto Simonsen, 136-B, Páteo do Colégio, tel. (11) 3241-4238 e 3105-6118 . Ter. a dom., 9h/17h. www.museudacidade.sp.gov.br

VILA ITORORÓ

  • O canteiro de obras de restauração da Vila Itororó, patrimônio histórico no bairro Bela Vista (Bixiga), é o mais novo centro cultural da cidade, chamado de Canteiro Aberto. Um galpão anexo à vila histórica recebe atividades culturais como oficinas, palestras e exposições. As casas que integram a vila têm visitas guiadas. Toda a programação é gratuita.
  • A Vila Itororó, construída em 1922, com 7 mil m², é um dos últimos exemplares remanescentes de um tipo de construção típico de bairros operários. As casas que integram a vila carregam diversos fragmentos da história local, em especial peças resgatadas da demolição do Teatro São José, que funcionou de 1903 até 1923 na frente do Teatro Municipal. A restauração foi iniciada em 2014.
  • Bela Vista: r. Pedroso, 238, próximo à estação São Joaquim do Metrô. Abertura do galpão: qua. e sex., 11h/17h; qui., 11h/20h. Visitas ao canteiro de obras da restauração: Qua., qui. e sex., às 16h. Abertura extra do galpão com visitas e oficinas: a partir de maio, todo último final de semana do mês. www.vilaitororo.org.br