Mapa Das Artes http://www.mapadasartes.com.br Mapa Das Artes - O portal de arte brasileiro pt-br Mapa Das Artes http://www.mapadasartes.com.br/img/cid1.gif http://www.mapadasartes.com.br 217 33 EAV Parque Lage realiza segunda edição do projeto Levante Queer http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13307&ncid=2&pg= A Escola de Artes Visuais do Parque Lage realiza em 26/05/18, das 10h às 22h, a segunda edição do projeto Levante Queer, para celebrar vinda da exposição Queermuseu. O evento abre com programação infantil, que inclui oficinas do Parquinho Lage, e seguirá por debates, pocket-shows de grupos ligados à cultura popular, como o Afoxé Filhos de Gandhi e o Carimbloco. A bateria mirim da Grande Rio também integra a programação, que contará ainda Tyaro Maya, Chico Chico, Duda Brack, Caio Prado e outros. Um levante festivo contra a censura e a intolerância. Um grande movimento que pretende dar voz às mais diversas manifestações artísticas brasileiras. Um espaço potente de produção de pensamento e de legitimação cultural. A partir das 14h, após introdução do diretor da EAV, Fabio Szwarcwald, e do curador Ulisses Carrilho, começam os debates, no Salão Nobre. A primeira mesa, com o tema “Periferia ocupa”, terá mediação de Julio Barroso. A segunda, mediada por Carrilho, discorrerá sobre as narrativas queer. Confira a programaçãocompleta: Das 10h às 11h – programação infantil no jardim do chafariz, com oficina aberta do Parquinho Lage e apresentação da escola de samba mirim Pimpolhos da Grande Rio; Das 11h às 13h – apresentação dos grupos Silvan Galvão + Carimbloco, e Afoxé Filhos de Gandhi, nos jardins; Das 14h às 18h30 – mesas de debate no Salão Nobre Abertura com Fabio Szwarcwald (diretor da EAV Parque Lage) e Ulisses Carrilho (curador da EAV Parque Lage). Mesa 1 – 14h às 16h – ‘Periferia Ocupa’, com mediação de Julio Barroso (ativista, produtor e integrante do coletivo Ocupa Carnaval); Cid Oliveira (Cinemão), Pamela Carvalho (xxxxx??), Pedro Rajão (Leão Etíope do Meier) e Tay Oliveira (figurinista, stylist e digital influencer) Mesa 2 - 16h30 às 18h30 – ‘Narrativas Queer’, com mediação de Ulisses Carrilho (curador); Giowana Cambrone (advogada e mulher trans), Tyaro Maia (Agytoê e Maracutaia), Alice Pereira (Orquestra Voadora e mulher trans) e Caio Prado (cantor e ativista). Das 19h às 22h – Apresentações no palacete com Caio Prado, Tyaro Maia, Chico Chico & João Mantuano, Duda Brack e Mariwô. | Escola de Artes Visuais do Parque Lage Jardim Botânico: r. Jardim Botânico, 414. Tel: (21) 2334-4088. Feira arteBA chega à 27ª edição com sete galerias brasileiras http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13306&ncid=1000&pg=0 A 27ª edição da tradicional feira de arte portenha arteBA ocorre entre 23/05 e 27/05, em Buenos Aires, com um grupo de 400 artistas expositores de cerca de oitenta galerias de 14 países. Dessas, sete são brasileiras: Galeria Athena Contemporânea, Baró Galeria, Casa Triângulo, Galeria Luisa Strina, Galeria Nara Roesler, Sé Galeria e Galeria Vermelho. Organizada em torno das seções Principal, com 26 galerias; Stage IRSA, com 9 galerias; Cabinet GNV Group, com 17 galerias; U-Turn Project Rooms, com 14 galerias; Solo Show Zurich, com 9 galerias; e Barrio Joven, com 15 jovens galerias, a arteBA se consolida no mercado de arte latino-americano como uma das feiras de maior participação de galerias estrangeiras. Neste ano, a seção Principal teve como membros do Comitê de Seleção a argentina Ana María Battistozzi, a galerista argentina Orly Benzacar, a alemã Sabine Schmidt e o galerista brasileiro Eduardo Brandão. As galerias brasileiras participantes da feira: Galeria Athena Contemporânea. Ocupa o estande A2 e Stage IRSA. Participa da feira com obras dos artistas Joana Cesar, Lais Myrrha, Rodrigo Bivar e Vanderlei Lopes | www.athenacontemporanea.com Baró Galeria. Estande E13. Participa com os artistas: Almandrade, Amanda Mei, Cristian Segura, Falves Silva, José Quinteros, Lourival Cuquinha, Maria Nepomuceno, Pablo Reinoso, Pablo Siquier, Paulo Nenflídio, Roberto Jacoby e Túlio Pinto | www.barogaleria.com Casa Triângulo. Estande B3. Leva os artistas Dario Escobar, Eduardo Berliner, Lucas Simões, Max Gómez-Canle e Sandra Cinto | www.casatriangulo.com Galeria Luisa Strina. Estande SH7 na seção Solo Show Zurich, exibindo seleção de obras da artista Magdalena Jitrik | www.galerialuisatrina.com.br Galeria Nara Roesler. Estande SH6 na seção Solo Show Zurich, exibindo obras de Eduardo Navarro | www.nararoesler.art Sé Galeria. Estande BJ13 na seção Barrio Joven. Leva à feira obras dos artistas Rafael RG e Traplev | www.segaleria.com.br Galeria Vermelho – Estande B6 e seção U-Turn Project Room, no estande PR10. Artistas representados na feira são: André Komatsu, Carla Zaccagnini, Cinthia Marcelle, Iván Argote, Marcelo Moscheta, Nicolás Bacal, Nicolás Robbio e Tania Candiani. O artista Marcelo Cidade, representado pela galeria, participa de coletiva no MACBA – Museu de Arte Contemporânea de Buenos Aires no período da feira | www.galeriavermelho.com.br Todas as participantes tem apoio do Projeto Latitude, parceria entre a Associação Brasileira de Arte Contemporânea - ABACT e a Apex-Brasil - Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, voltado à internacionalização do mercado brasileiro de arte contemporânea. | Mais informações: arteBA - Feria de Arte Contemporáneo de Buenos Aires La Rural - Avenida Sarmiento 2704 Pabellones Azul y Verde Abertura oficial: 23, às 18h, de 24 a 27/05, das 14h às 21h. Campanha faz petição para reabertura dos museus fechados em Mato Grosso http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13305&ncid=1000&pg=0 Artistas mato-grossenses organizaram a campanha “SOS Museus MT | SOS Arte MT”, que tem por objetivo manifestar a reabertura dos museus fechados em todo o Estado. Lançada em 1º de maio, a campanha cobra a retomada das ações e idealização de uma programação para os equipamentos culturais atualmente fechados ou inativos a mais de um ano. Atualmente estão fechados o Museu de Arte de Mato Grosso, Galeria Lava Pés, Museu de Arte Sacra, Museu Histórico de Mato Grosso, Museu de Pré-história Casa Dom Aquino localizados, estes localizados na capital Cuiabá, e o Memorial Rondon, situado no município de Mimoso - MT. Além de manter uma página no Facebook (www.facebook.com/SOS-museus-MT-395675707568320), tem convocado a sociedade para assinar petição online que será encaminhada ao governador Pedro Taques e ao coordenador de Defesa do Patrimônio Público do Ministério Público de Mato Grosso, o promotor Mauro Zaque. Segundo as lideranças do movimento, o documento final será encaminhado ao Instituto Brasileiro de Museus – Ibram. Após a repercussão, a Secretaria de Estado de Cultura divulgou no último 18/05 uma nota afirmando que os termos de colaboração serão assinados até início de junho, antes do período eleitoral que restringe o poder público de assinar contratos e encaminhar repasse de verbas. Embora os organizadores da campanha tenham recebido com satisfação a posição divulgada pelo Governo de Mato Grosso, a campanha seguirá até que os contratos estejam assinados e os repasses dos valores acordados estejam encaminhados. Nacasa Coletivo Artístico recebe inscrições para convocatória de Arte Postal http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13304&ncid=1000&pg=0 Nacasa Coletivo Artístico em Florianópolis, um espaço independente de artes que promove exposições mensais de artistas locais, regionais e de outros estados, recebe até 17/06/18 inscrições para convocatória de Arte Postal, sob o tema “Pesadelo”. Pesadelo ou sonho ruim, experiência aterrorizante, pessoa, fato ou situação intragável que é causa de graves e contínuas preocupações ou que provoca temor. Os trabalhos selecionados são aceitos em qualquer tamanho, usando qualquer técnica, e sua documentação enviada via email artepostalprojetopesadelo@gmail.com A exposição tem abertura em 06/07/18, no Coletivo NaCasa, Florianópolis, SC. Orientações: Trabalhos em tamanho livre, usando qualquer técnica. O material enviado não será devolvido e fará parte de uma exposição temporária em Florianópolis, SC, em julho de 2018. Favor informar seu e-mail para confirmar sua inscrição para artepostalprojetopesadelo@gmail.com | Mais informações: www.nacasa.art.br David Gryn e Max Reinhardt são os curadores do MIRA na ArtRio 2018 http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13303&ncid=1000&pg=0 O americano David Gryn é o novo curador do programa Mira, na ArtRio 2018. O programa, que no ano passado foi totalmente voltado à videoarte, nesta edição conta com o setor música, cuja seleção fica a cargo do DJ britânico Max Reinhardt. Ambos já participaram de outros trabalhos juntos, durante a Art Basel Miami Beach e Moscou Museum Nights. David Gryn é diretor da Daata Editions (www.daata-editions.com) , plataforma online líder para o comissionamento, venda e exibição de artistas. É também diretor da Artprojx, consultoria especializada no desenvolvimento de projetos e captação de recursos entre outras atividades sempre com foco no segmento de Arte. O inglês Max Reinhardt é DJ, músico, locutor e apresentador do Late Junction na BBC Radio 3. Reinhardt é parceiro de longa data de David Gryn, já tendo realizado projetos de arte em parceria durante a Art Basel Miami Beach e Moscou Museum Nights, além de ter participado de diversos programas ao vivo realizados em Londres. O MIRA, que teve sua primeira edição em 2017 com uma agenda focada em vídeo arte, cresce este ano e incorpora também a música, sendo complementado pelo som ao vivo de Max Reinhardt. As exibições serão em espaço ao ar livre na Esplanada da Marina da Glória. As inscrições para o programa MIRA estão abertas. As galerias podem enviar suas propostas através do site da ArtRio (www.artrio.art.br/mira-application). Todas as propostas e obras apresentadas serão avaliadas pelo curador do programa. A ArtRio 2018 acontece entre 26 e 30/09/18 na Marina da Glória. | Mais informações: www.artrio.art.br Casa da Xiclet Galeria recebe inscrições para a I Bienal da Quebrada http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13302&ncid=1000&pg=0 A Casa da Xiclet Galeria recebe inscrições para a I Bienal da Quebrada, projeto de exposição aberto a qualquer mídia, entre obras plásticas, visuais, performances, músicas e vídeos. Os interessados em participar devem ler na íntegra o regulamento da Bienal (que pode ser conferido na guia Salões deste site), encaminhar um e-mail para casadaxiclet@gmail.com com as informações e os documentos como comprovante de taxa de inscrição; documentação fotográfica; ficha técnica e indicar o mês de exibição. Não serão aceitas inscrições realizadas por fax ou pessoalmente. O espaço expositivo arca com pré-produção: organização e divulgação; Produção montagem, vernissage, exposição e atendimento; Pós-produção: desmontagem, entrega das obras; E vendas de 80% para o artista e 20% para a galeria. Cronograma de datas: Primeira Bienal: de 01 a 30/09 Segunda Bienal: de 06 a 28/10 Terceira Bienal: de 03 a 25/11 Quarta Bienal : de 01 a 23/12. Sem-seleção, sem curadoria, sem-jabá, sem-juros, sem-entrada e sem-saída. Confira o regulamento completo em Salões. | Mais informações: Casa da Xiclet Galeria Vila Madalena: r. Fradique Coutinho, 1.855, tel. 94611-2519. São Paulo -SP. www.casadaxiclet.com Piccola Arena abre edital de ocupação para artistas de todo Rio de Janeiro http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13300&ncid=1000&pg=0 A Piccola Arena, centro cultural localizado no Rocio, Petrópolis, recebe inscrições até 15/06/18 para edital de ocupação para as duas galerias do complexo, válido para um ano até julho de 2019. Podem participar artistas de todo o Estado do Rio de Janeiro, com trabalhos em artes visuais , entre pintura, escultura, fotografia, digital e audiovisual, tanto para a ocupação de uma galeria ou ambas. Mostras coletivas terão pelo menos um dos períodos, onde o espaço fornece toda a estrutura necessária, além do vernissage, e coloca à disposição seu teatro de arena para a realização de espetáculos paralelos que possam complementar o conjunto dos trabalhos. Para se candidatar, conheça o espaço e leia o edital na página do Facebook (www.facebook.com/events/235460937034422). A seleção será divulgada em 1º de julho de 2018. | Mais informações E-mail: jeanne.duarte@gmail.com Tels.: (21)98607-5662 / (24) 2225-8227. 27º Encontro Nacional da ANPAP ocorre na Unesp São Paulo http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13298&ncid=1000&pg=0 A Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas realiza entre 24 e 28/09/18 o 27º Encontro Nacional da ANPAP no Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp) - Campus de São Paulo. Sob o título “Práticas e confrontAÇÕES”, busca discutir as pesquisas realizadas no campo das Artes Visuais, que resultam em modos de pensar, de operar e de instaurar as produções. Pretende também enfatizar as reflexões sobre as práticas e experiências poéticas enquanto “táticas de resistência”, que rompem com os sistemas disciplinares e verticais, para negociar outras conformações potenciais, (mais) horizontais e múltiplas. O encontro tem série de simpósios, onde interessados podem participar enviando artigos resultantes de pesquisas sistemáticas não diretamente vinculadas ao tema. Serão selecionadas e priorizadas as submissões de artigos que promovam a articulação entre pesquisas que apresentem relações teóricas, conceituais e/ou práticas com o tema proposto para o 27º Encontro da ANPAP (vide edital no site www.anpap.org.br). | Destaque para o simpósio “Curadorias Artísticas. Mediação e o Acesso à Cultura: Práticas E Confrontações Educativas”, com Fabiane Pianowski (FURG), Marcos Rizolli (Mackenzie) e Sylvia Helena Furegatti (Unicamp). Existe a necessidade de geração de políticas públicas que bem possam demandar ações de acesso e de formação de público para as diversas atividades culturais no país. As ações curatoriais e educativas em exposições de arte têm demonstrado contribuir na formação cultural e vem se intensificando ao longo dos anos, tanto nas visitas guiadas quanto na produção de material paradidático. Neste sentido, seria importante conhecer os diferentes modos curatoriais – das gêneses propositivas às consequentes expografias – para identificar seus vínculos com os fazeres da ação educativa nas exposições de arte; a fim de, não apenas mapear estas práticas, mas principalmente entender como se dão os processos de concepção, elaboração e execução dessas ações, em especial no que diz respeito à construção em conjunto e o agenciamento colaborativo entre artista, curador e educador. | Mais informações: Instituto de Artes da Unesp Barra Funda: r. Dr. Bento Teobaldo Ferraz, 271, estação Barra Funda do Metrô, tel. (11) 5627-7012. www.ia.unesp.br Brancusi bate recorde em leilão da Christie’s http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13295&ncid=1000&pg=0 A escultura única em bronze “La Jeune Fille Sophistiquée (Portrait de Nancy Cunard)", de 1932, bateu o recorde mundial para uma obra do escultor moderno romeno Constantin Brancusi (1876-1957) no leilão de obras modernas e impressionistas na Christie’s, em Nova York, na noite de terça-feira, 15/5/18, ao ser vendida por US$ 71 milhões. Red Bull Station recebe segunda edição do Foto Invasão http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13293&ncid=1&pg=0 O Red Bull Station recebe entre 18 e 26/05/18 a segunda edição do projeto Foto_Invasão, que celebra a fotografia e seus desdobramentos com workshop, palestra, exposições e instalações espalhadas por todo o prédio. Entre os destaques está o coletivo Lost Art, dos fotógrafos Ignacio Aronovich e Louise Chin; trabalhos de artistas por convocatória aberta, selecionados pelo júri Cris Veit, Clelia Bailly e Fernando Velázquez; além do workshop "Reunião de Família - Narrativas em fotolivro", ministrado pelas curadoras Cris Veit e Clelia Bailly, e com a palestra "Transição da foto para o vídeo e os seus desdobramentos", com o jornalista, fotógrafo, cineasta e diretor João Wainer. Também faz parte da agenda do evento a performance “Concha Para Cavalos”, da artista visual Fabia Karklin. | Confira a programação: Feira 19/05, das 11h às 22h 20/05, das 11h às 20h Feira de Fotografias - Mais de 30 fotógrafos levam trabalhos selecionados para exposição e venda no local. Workshop 18/05, das 10h às 18h Reunião de Família: Narrativas Em Fotolivro, com Cris Veit e Clelia Bailly - Neste workshop, o objetivo dos participantes é criar uma narrativa e, posteriormente, um fotolivro físico a partir de fotos extraídas de álbuns de família. Cada participante deve trazer no mínimo 20 e no máximo 50 fotos (impressas ou digitalizadas).12 vagas | Local: Auditório. Exposição 19 a 26/05 LAR - Juntando os trabalhos de quatro artistas ("Entre", de Ana Rodrigues, "Gaveta", de Leo Drummond e Natalia Martino (Projeto Voz) e "Valéria", de Jair Bortoleto) que pretende revelar o próprio significado desta palavra: entornos físicos e psicológicos que abrigam nossos pertences e expõem nossa memória. Local: Galeria Transitória Instalações 19 a 26/05 Instalações Fotográficas nos Ateliês - Cinco artistas selecionados via edital expõem seus trabalhos nos ateliês durante a Foto_Invasão 2018. São eles: Alessandro Celante, com "Máscaras Impermanentes"; Flavio Samelo, com "par sepfinrbs"; Mauricio Virgulino, com "Me Fere"; Patricia Montrase, com "Fuga"; e Tommaso Protti, com "Tá Cheio". Performance 19 a 20/05, das 16h às 16h30 Concha Para Cavalos, de Fabia Karklin A performance audiovisual "Concha para Cavalos" constitui-se pela projeção e produção ao vivo de imagens ampliadas de sementes coletadas durante caminhadas pela cidade. Local: Auditório. Projeções 19 a 20/05 Projeções de Fotos - No sábado e domingo, haverá a projeção das fotos selecionadas através da convocatória aberta da Foto_Invasão. Nos dois dias, a projeção acontece no Auditório, nos intervalos da programação e, no sábado (19), também acontece na Laje, das 19h às 22h. Local: Auditório e Laje. Palestra 23/05, às 20h Transição da Foto Para o Vídeo e Seus Desdobramentos Nesta palestra, o jornalista, fotógrafo e cineasta João Wainer - diretor, entre outros, do filme "Pixo" e de videoclipes para artistas como Emicida -, traça um histórico a respeito da transição da fotografia still para o vídeo e aborda técnicas criativas para se contar uma boa história. 100 vagas | Local: Auditório | Mais informações: Red Bull Station Centro: Praça da Bandeira, 137, tel. (11) 3107-5065. www.redbullstation.com.br Interview Magazine, fundada por Andy Warhol, fecha após 50 Anos http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2650&pg=0&ncid=1 A revista de vanguarda da cultura pop, desde 1969, e conhecida por suas entrevistas espontâneas com artistas e titãs da cultura pop, foi fechada. O encerramento ocorre após anos de alegadas dificuldades financeiras e uma série recente de ações judiciais contra a empresa. Matéria de Sarah Cascone publicada originalmente no site do Artnet (artnet.com), em 21/05/18. Videoinstalações de franco-tunisiano vêm de Paris a São Paulo http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2649&pg=0&ncid=1 Conhecido pelo trabalho com videoinstalações, o franco-tunisiano repete no Espaço Cultural Porto Seguro, na zona central de São Paulo, a mostra concebida originalmente para centro cultural Jeu de Paume, em Paris. É a primeira vez que o artista faz uma exposição individual na América Latina. Texto de Isabella Menon para o jornal "Folha de S. Paulo" editado em 22/05/18. Exposição com 338 obras faz ótimo apanhado do Brasil não cordial http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2648&pg=0&ncid=1 Raramente se vê em um museu brasileiro uma pesquisa tão densa e impactante como a realizada para a exposição "Conflitos: Fotografia e Violência Política no Brasil 1889-1964", em cartaz no Instituto Moreira Salles, em São Paulo. Texto de Fabio Cypriano editado no jornal "Folha de S. paulo" em 22/05/18. Construtivismo de Sergio Camargo, enfim, seduz o mercado americano http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2647&pg=0&ncid=1 Mostra apresenta peças de mármore e madeira criadas ao longo de três décadas, do auge do construtivismo no Brasil, nos anos 1960, até a sua morte, em 1990. Texto de Silas Martí editado no jornal "Folha de S. Paulo" em 22/05/18. Disposições sobre relações entre museus e associações de amigos de museus http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2646&pg=0&ncid=1 A Instrução Normativa nº 1, de 17/5/2018 da Legislação Federal dispõe sobre as relações entre os museus e as associações de amigos de museus, no âmbito do Poder Executivo Federal. Foi assinada pelo presidente do IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus), Marcelo Mattos Araújo. Artista faz obra protesto e distribuiu a deputados contra Lei dos Agrotóxicos http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2645&pg=0&ncid=1 Siron Franco resolveu distribuir para deputados, senadores e ministros 700 pratos de papelão com o tradicional símbolo de produto venenoso, em protesto contra a proposta em tramitação na Câmara que flexibiliza o projeto em análise sobre o assunto. Alei altera as regras de produção, comercialização e distribuição de agrotóxicos e tem causado polêmica no Congresso Nacional. Matéria de Gerson Camarotti, publicada originalmente no site do G1 (g1.com), em 20/05/18. Tate em São Paulo http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2644&pg=0&ncid=1 A mudança na cobrança de tarifas de admissão temporária em aeroportos, que afetou o Masp e a SP-Arte, preocupa o setor de artes visuais no Brasil. Instituições culturais temem não poder realizar novas exposições no futuro, por conta do aumento que as novas taxas causariam no valor final das mostras. Artigo de Pedro Rocha para o jornal "O Estado de S. paulo" editado em 18/05/18. Exposições ameaçadas http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2643&pg=0&ncid=1 O Masp iniciou, na quinta, 17, uma parceria com a Tate Modern, de Londres, em que recebe seis obras do museu britânico para a exposição Acervo em Transformação. A mostra, porém, foi parar na Justiça, já que, na chegada das obras ao Aeroporto Internacional de Campinas, o museu foi notificado de uma cobrança maior na tarifa de admissão temporária. Por meio de um mandado de segurança, o museu reverteu a cobrança. Artigo de Pedro Rocha para o jornal "O Estado de S. paulo" editado em 18/05/18. Brasileira Monica Nador é uma das vencedoras do Prêmio Montblanc http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2642&pg=0&ncid=1 Projeto JAMAC - Jardim Miriam Arte Clube receberá 15 mil euros. Jochen Volz (diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo) está no júri de premiação. Artigo editado no site da revista "Dasartes". Governo de Minas quer contratar Inhotim, sem licitação, para formar professores http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2641&pg=0&ncid=1 O museu, segundo o governo, prestaria serviço de "formação de professores da rede estadual para promoção e utilização dos acervos artísticos, botânico e patrimonial do Instituto Inhotim como recursos pedagógicos, para a acessibilidade, a inclusão e a valorização da identidade cultural". Artigo de José Marques para o jornal "Folha de S. Paulo" editado em 10/05/18. O museu da arte perdida http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=208&ncid=1000&pg=0 Poderia ser o enredo de um filme de ação de Hollywood. Em um dia gelado em Estocolmo, dois carros de repente explodem em chamas na rua. Policiais espalham-se no que parece um ataque terrorista, enquanto um carro acelera em direção ao Museu Nacional da Suécia, um grande edifício de frente para a baía da cidade. Três homens armados pulam para fora e correm para dentro. Gritando ameaças através de suas balaclavas, eles forçam os visitantes a se deitarem. Correm pela galeria, arrancando quadros da parede. Com um carregamento que inclui dois Renoirs e um Rembrandt, escapam em uma lancha, atracada do lado de fora. Cinco anos depois, em um elaborado assalto, um agente do FBI se apresenta como um colecionador tentando capturar uma raridade em Copenhague, e o Autorretrato de Rembrandt é recuperado. O roubo de arte nem sempre é tão cinematográfico quanto essa história da vida real, mas é surpreendentemente comum. Em um novo livro, Noah Charney, um historiador de arte, cita os dados do Departamento de Justiça americano elencando o roubo de obras de arte como o terceiro crime de maior lucro bruto do país. Na Itália, cerca de 30 mil obras de arte são roubadas anualmente. E em 2013, a polícia na Grã-Bretanha considerou que a arte roubada rendeu aos criminosos um total de mais de 300 milhões de libras (US$ 405 milhões) por ano. Mas não é esta a única maneira de se perder uma obra de arte. Charney cataloga o que ele chama de “história do espaço negativo da arte”, repleta de “mais obras-primas do que todos os museus do mundo juntos”. Para Charney, a arte que perdura nem sempre é a melhor. “Nossa compreensão da arte é distorcida, inevitavelmente, para as obras que podem ser vistas”, escreve ele. “São inúmeros os perigos... que podem acontecer a uma obra de arte, muitas vezes tão frágil quanto um pedaço de papel.” Seu livro enciclopédico e envolvente é estruturado em torno desses diferentes perigos, das inúmeras maneiras diferentes de se perder uma obra de arte (às vezes encontrada mais tarde). Tome-se a guerra, como exemplo. O livro conta como 15 mil objetos desapareceram do Museu Nacional em Bagdá durante a guerra do Iraque em 2003, e como o armistício de Napoleão, de 1792 em Modena, foi o primeiro tratado dos tempos modernos a exigir que obras de arte fossem entregues em troca de um cessar-fogo. Em um capítulo sobre vandalismo e iconoclastia, o autor descreve como o Taleban destruiu dois enormes Budas do século 4 no vale de Bamiyan, no Afeganistão, em 2001. Estes são os tipos óbvios de culpados, mas o livro também mostra como os próprios artistas são propensos da mesma forma a destruir algo que fizeram. Michelangelo queimou a maioria de seus desenhos e esboços preliminares. Na Itália do século 16, os artistas não queriam que ninguém soubesse o quanto davam duro para criar suas obras-primas. O verdadeiro gênio foi definido por um traço especial, uma “sprezzatura”, ao idealizar um trabalho brilhante sem qualquer esforço. Ele jogou fora todas as evidências da dificuldade para que, como Giorgio Vasari, um contemporâneo e famoso cronista das vidas dos artistas da Renascença, escrevesse, “ele não pode parecer menos do que perfeito”. Não é de se surpreender que fogo seja citado em outros lugares ao longo do livro de Charney. Em 1734, um enorme incêndio no palácio de Alcázar em Madri transformou centenas de obras de arte em cinzas, incluindo muitas de Velázquez, Rubens e Ticiano. Três séculos depois, em 2004, um armazém no leste de Londres incendiou-se, incinerando a coleção de arte contemporânea de Charles Saatchi incluindo artistas como Damien Hirst, Paula Rego e Chris Ofili. A obra de Tracey Emin, Todas as Pessoas com as Quais Eu Já Dormi Entre 1963-1995 foi uma das obras destruídas no fogo. Uma tenda azul coberta por 102 quadrados de retalhos que menciona os nomes de todas as pessoas com quem ela já dividiu a cama, feita de tecido sintético altamente inflamável não teve a menor chance. Naquele momento, os críticos sarcásticos gritavam coisas como “milhões de pessoas não aplaudiram quando esse 'lixo' pegou fogo?” E “você teria pensado que, com determinação e financiamento, muitos desses trabalhos seriam perfeitamente substituíveis”. Para esse fim, a Saatchi Gallery supostamente ofereceu a Emin um milhão de libras para que ela recriasse a obra. Ela recusou: “Meu trabalho é muito pessoal, o que as pessoas sabem, então eu não posso criar essa emoção novamente – é impossível.” Há também artistas que criam obras que jamais foram feitas para durar, pois em vez disso pretendiam viver nas fotografias ou filmes que as documentassem. Charney dedica espaço a peças efêmeras como Estudo para o Fim do Mundo, de Jean Tinguely; uma engenhoca de 8,2 metros de altura que ele construiu com a ajuda de Robert Rauschenberg no início dos anos 1960. Projetado para destruir-se automaticamente, a obra explodiu na frente de 250 espectadores no deserto de Nevada: uma confusão flamejante e fascinante de uma mecânica intencionalmente defeituosa. Meio século depois, em outra peça intencionalmente destruída, Heather Benning, uma artista canadense, passou 18 meses construindo uma casa de bonecas em tamanho real chamada A Casa de Bonecas. Uma criação surreal em forma de palco, com uma parede de tijolos substituída por acrílico, era uma visão ampliada de um brinquedo de infância. Uma cena perfeita de uma casa serena, mas estranhamente vazia, parecendo congelada no tempo como um mausoléu. Quando as fundações do edifício finalmente se tornaram instáveis, Benning incendiou sua criação. Este sempre foi seu plano. Ela tirou fotos enquanto o fogo brilhava, fazendo um novo trabalho a partir do antigo. As imagens revelando a fragilidade da casa de bonecas que ela construiu e são uma metáfora apropriada para a inerente fragilidade da arte. Noah Charney documenta em seu livro cuidadosamente como a violência e os caprichos da guerra, saques, acidentes, vandalismo e desastres naturais sempre causarão estragos na arte e por que a proteção de obras contra esse tipo de perigo é vital. Mas para alguns artistas como Tinguely e Benning, a própria destruição é onde a criação também pode ser encontrada. # Artigo do jornal "The Economist", editado no jornal "O Estado de S. Paulo", com tradução de Claudia Bozzo. Museu francês descobre que metade de sua coleção é falsa http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=207&ncid=1000&pg=0 Mais da metade das obras da coleção de um museu francês dedicado ao fauvista Étienne Terrus (1857-1922) revelou-se falsa depois que um historiador de arte que visitava o local alertou a equipe, que desconhecia que as obras pareciam suspeitas. O Museu Étienne Terrus, localizado na pequena cidade natal do artista, Elne, contratou o historiador de arte Eric Forcada para reformar sua coleção após a recente restauração de seu prédio. Durante sua missão, o historiador descobriu que 82 pinturas - ou cerca de 60% das propriedades do museu - não foram pintadas por Terrus, de acordo com o jornal “The Guardian”. Forcada disse que percebeu que as obras eram falsas quase que imediatamente. “Em uma pintura, a assinatura foi apagada quando passei minha luva branca sobre ela”, disse ele ao jornal inglês. O historiador de arte informou o ministro da cultura da região e convocou um painel de especialistas, que confirmaram suas suspeitas. “Os suportes de algodão não correspondem à tela usada pelo Terrus. E existem alguns anacronismos”, disse. O conselho local adquiriu a coleção de 140 pinturas e aquarelas para o museu ao longo de duas décadas. As descobertas chocaram os moradores locais, incluindo o prefeito da cidade, Yves Barniol. “Étienne Terrus foi o grande pintor de Elne. Ele fazia parte da comunidade, ele era nosso pintor ”, disse Barniol ao “The Guardian”. “Sabendo que as pessoas visitaram o museu e viram uma coleção, a maioria é falsa, isso é ruim. É uma catástrofe para o município”. O prefeito abriu uma investigação sobre as falsificações e insistiu que os responsáveis seriam pegos. As autoridades do Musée Terrus não responderam imediatamente ao pedido de comentários da artnet News. # Artigo de Henri Neuendorf publicado no portal de notícias Artnet (www.artnet.com) em 30/4/18. União Europeia adota nova regra contra lavagem de dinheiro no mercado de arte http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=206&ncid=1000&pg=0 União Europeia adota nova regra contra lavagem de dinheiro no mercado de arte Folha de S. Paulo O Parlamento Europeu adotou na quinta-feira (19) uma nova diretriz anti-lavagem de dinheiro, informou a publicação especializada The Art Newspaper. Trata-se da quinta medida deste caráter com o intuito de reforçar a regulamentação do mercado de arte. As novas regras têm como objetivo aumentar a transparência em torno de transações financeiras do mercado, exigindo que bancos e comerciantes verifiquem as identidades dos clientes e relatem comportamentos suspeitos. A previsão é de que a regulamentação entre em vigor em 2019 e abranja transações a partir de 10 mil euros (aproximadamente 42 mil reais), independentemente do método de pagamento —a regra atual abarca apenas transações feitas em dinheiro. Segundo a publicação, a Confederação Internacional dos Negociantes de Obras de Arte (Cinoa) teria pressionado contra a nova legislação, argumentando que ela impõe burocracias adicionais às pequenas empresas. A principal queixa da Cinoa seria a de que o limite de 10 mil euros é muito baixo e que, com isso, muitas transações menores, que juntas ultrapassam o valor estipulado, serão afetadas. A confederação também teria questionado como seria feito o monitoramento de compras pela internet, quando a empresa não consegue verificar pessoalmente a identidade de um novo cliente. Ao jornal, Anthony Browne, presidente da Federação Britânica do Mercado de Arte (BAMF), disse que a federação não se opõe às novas leis, mas que se preocupa em "trabalhar com o governo para minimizar o efeito administrativo sobre as pequenas empresas". A regulamentação do setor tem sido reforçada desde que foram divulgadas as investigações internacionais conhecidas como Panamá Papers, sobre fraudes fiscais trazidas à tona após o vazamento de registros de um escritório de advocacia panamenho. | Matéria publicada originalmente no jornal "Folha de São Paulo", em 01/05/18. FBI resolve caso de 30 anos de roubo de Marc Chagall http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=205&ncid=1000&pg=0 Trinta anos depois de ter sido roubado, um Marc Chagall foi recuperado pelo FBI. A pintura, intitulada “Otelo e Desdêmona”, pertencia ao joalheiro aposentado e colecionador de arte Ernest "Pick" Heller e sua esposa Rose "Red" Heller, e foi roubada de seu apartamento em Nova York em 1988, juntamente com inúmeras outras pinturas, esculturas e objetos de arte, incluindo jóias, tapetes, prataria e porcelana chinesa. “Frequentemente trabalhamos em recuperações com mais de 25 anos, mas este é único pelo excelente trabalho realizado 30 anos após o roubo”, disse Chris Marinello, da Art Recovery, que representa a companhia de seguros Hellers, à Artnet News em um e-mail. "O FBI e a Procuradoria dos EUA poderiam facilmente ter descartado este assunto como 'história antiga', mas eles o perseguiram com precisão e vigor." Ernest e Rose, então com 85 e 88 anos, haviam retornado de sua viagem anual de dois meses para Aspen, no Colorado, apenas para descobrir que seu apartamento havia sido roubado. Eles tinham um sistema de alarme instalado, mas não havia sinal de arrombamento. Hoje, os investigadores acreditam que o roubo foi cometido por alguém que trabalhou no prédio e teve acesso ao sistema de segurança. O culpado foi, de acordo com um comunicado, mais tarde "condenado em tribunal distrital federal de transporte interestadual de propriedade roubada e fraude relacionado ao roubo e venda de outras obras de arte de apartamentos de outros prédios." Além de Chagall, o casal possuía cerca de 21 quadros e 12 esculturas ao todo, incluindo obras de August Renoir, Othon Friesz, Georges Rouault, Pablo Picasso e Edward Hopper. No momento do assalto, a propriedade roubada do casal foi coletivamente avaliada em cerca de US$ 600.000. Ajustando a inflação, isso seria de US$ 1,3 milhão hoje. “Foi uma vida inteira colecionando”, disse Ernest à UPI na época do crime. "Eu gostava de todos eles, mas o Chagall foi muito interessante porque era uma pintura de 1911." Ele expressou suas dúvidas de que seus objetos de valor roubados seriam recuperados. Até hoje, “Otelo e Desdêmona” éa única peça do assalto que foi encontrada; as 13 outras pinturas continuam desaparecidas. A Equipe de Crimes de Arte do FBI rastreou a pintura com a ajuda de uma galeria em Washington, DC. De acordo com uma queixa apresentada na Corte Distrital dos EUA e intitulada "United States v. One Oil Painting, Othello and Desdemona, de Marc Chagall", para o Distrito de Columbia, a “pessoa 1” abordou a “pessoa 2” no final dos anos 80 ou início dos anos 90, para ajudar a vender o Chagall roubado a envolvidos com o crime organizado búlgaro. O acordo não foi adiante por que uma das partes tentou enganar a segunda. Por causa da investigação em curso sobre o paradeiro das outras pinturas, o FBI não está revelando os nomes de nenhuma das partes envolvidas. A pessoa 2 trouxe a pintura para a galeria DC em 2011, e novamente em 2017. Uma terceira parte não identificada já havia trazido a pintura para a galeria em 1989. Todas as três vezes, o revendedor disse que não poderia ajudar a vender a peça sem a prova de propriedade e proveniência. Incentivado pela galeria, e agora com 72 anos de idade, com doença terminal e procurando limpar sua consciência, a pessoa 2 finalmente contatou o FBI, que recuperou a pintura. O depósito de hoje é um confisco civil, que permite ao governo apreender bens roubados sem iniciar um processo criminal contra um suspeito culpado. "Isso não significa que não iremos processar alguém mais tarde", observou Zia Faruqui, o promotor do caso, em um telefonema com a Artnet News. "Otelo e Desdêmona" foi avaliado na Sotheby's por US$ 50.000 a US$ 65.000 em 1974. Ele foi originalmente comprado pelo pai de Ernest, Samuel Heller, por apenas US$ 50 em 1913. Um estudante da Çole Julien Art School em Paris, Samuel era amigo de Fernand Léger, que provavelmente apresentou ele para Chagall. Depois de confiscar a pintura, o FBI descobriu uma etiqueta nas costas, em alemão, que identificou “Mr. + Mrs. E.S. Heller, Nova Iorque ”como o“ besitzer ”, a palavra alemã para dono. O casal emprestou a peça para uma exposição de Chagall no Kunsthaus Zurich, em Genebra, na Suíça, em 1967 - e até recusou uma oferta de uma galeria local interessada em comprá-la. "Tivemos sorte porque a etiqueta de Zurique tinha um espaço para os proprietários", admitiu o agente do FBI, Marc Hess, ao Artnet News. A partir daí, os investigadores puderam localizar notícias sobre o roubo e entrar em contato com Alan Scott, o advogado da propriedade dos Hellers, que confirmou que a pintura era sua propriedade roubada. "Ambos os Hellers eram filantrópicos e altamente ativos no cenário artístico de Nova York em meados do século 20", disse Scott à Artnet News. Ernest Heller morreu em 1998, aos 95 anos, e Rose Heller, em 2003, aos 105 anos. Eles tinham sobrinhas e sobrinhos, mas sua vontade beneficiou principalmente a MacDowell Colony, em Peterborough, New Hampshire, uma residência de arte contemporânea. O produto da venda da pintura será dividido entre MacDowell (80%) e a Columbia University de Nova York e o NYU Medical Center (10% cada). "Normalmente, a companhia de seguros alega a totalidade dos lucros em casos como este, mas como o dinheiro seria destinado à caridade, a empresa concordou em receber apenas o valor do pagamento e nada mais", disse Marinello. Ele disse que os Hellers receberam US$ 100.000 de sua apólice de seguro para a pintura roubada. Hoje, de acordo com o banco de dados Price Database, o trabalho de Chagall é rotineiramente vendido por milhões em leilões. Seu registro é de US$ 28,45 milhões para "Les Amoureux", uma tela de 1928. A pintura, vendida em novembro na Sotheby's New York, retrata a primeira esposa e o grande amor da artista, Bella Rosenfeld. "Otelo e Desdêmona", no entanto, é improvável que alcancem alturas semelhantes. "Não é uma pintura particularmente atraente, nem da fotografia parece estar em condições particularmente boas", disse o assessor de arte Todd Levin ao Artnet News. "Peças semelhantes foram vendidas em um passado relativamente recente e acho que elas terão sorte de receber US$ 600.000 hoje, incluindo o prêmio do comprador". "Uma estimativa sensata do leilão seria de US$ 300.000 a 500.000, e é muito possível que a pintura não seja vendida", acrescentou. "Esta não é uma pintura importante na produção dos artistas por assunto, escala, período ou de qualquer outra forma." Levin observou que o fato de que o trabalho estava faltando há tantos anos provavelmente só diminuiria o seu valor, devido a probabilidade de a pintura ter sido armazenada de forma inadequada. Marinello citou um valor mais alto. "Recebemos estimativas preliminares de cerca de US$ 700.000 a US$ 900.000", disse ele. “A proveniência é impecável. O pai da vítima comprou a pintura do próprio Chagall. Há um histórico significativo de exposições também ”. Independentemente do valor monetário da pintura, sua recuperação após três décadas continua sendo uma grande conquista. "Fiquei impressionado quando, 30 anos depois de um crime em Nova York, agentes do FBI estavam procurando por essa propriedade em DC e fazendo o trabalho duro para descobrir quem eram os proprietários e devolvê-los a eles", disse Faruqui. "Agora vai para uma instituição de caridade e fala muito bem do departamento. É uma verdadeira história boa! | Matéria de Sarah Cascone publicada originalmente no site do Artnet, em 12/04/18. Roubo no Museu del Sannio em Benevento, Itália http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=204&ncid=1000&pg=0 Autoridades italianas anunciaram um roubo do Museo del Sannio em Benevento, na Itália. O roubo parece ter ocorrido por volta das 02h da manhã de quarta-feira, 22 de março de 2018. De acordo com relatos iniciais, um alarme foi acionado pela abertura da porta de emergência com vista para a Piazza Arechi, em frente ao Conservatório, mas sinais de roubo ou arrombamento não foram encontrados no momento da vistoria, e o incidente foi mal interpretado como um alarme O museu detectou o roubo na tarde do dia seguinte, quando o pessoal, analisando o alarme falso de forma errônea, descobriu fragmentos de cerâmica quebrados espalhados pelo chão nas proximidades de uma área de armazenamento localizada no prédio da Piazza Santa Sofia. Talvez assustado quando o alarme soou, o grupo de ladrões deixou para trás um contêiner já empacotado, onde colocaram outros objetos que pretendiam remover e em sua partida apressada aparentemente derrubaram e danificaram mais de uma dúzia de outras peças armazenadas no mesmo depósito. A chefe do Museu de Gestão da Província de Benevento, Gabriella Gomma, entregou um inventário preliminar de objetos roubados para as autoridades da Polícia Estadual em Benevento e uma lista abrangente deve ser concluída até segunda-feira, 26 de abril. Os relatórios iniciais indicam que alguns dos vinte vasos já identificados como desaparecidos, incluem achados arqueológicos que remontam ao período helenístico (323 - 31 aC). | Matéria publicada originalmente no site do Art Crime (www.art-crime.blogspot.com.br), em 25/03/18. Itaú Cultural fará seminário sobre combate ao furto de obras de arte http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=203&ncid=1000&pg=0 O Itaú Cultural fará em maio um seminário internacional sobre as legislações que regulam o trânsito e a venda de obras de arte no mundo. Um dos objetivos é o de apontar melhorias para as listas de peças furtadas mantidas atualmente no Brasil. O encontro tem parcerias do MinC, do Itamaraty, da Unesco e do Icom (Conselho Internacional de Museus). O evento ocorrerá após o caso, revelado pela Folha, em que gravuras furtadas da Biblioteca Nacional acabaram sendo compradas e expostas pelo Itaú Cultural. A instituição devolveu as obras quando elas foram identificadas. # Coluna de Mônica Bergamo para o jornal "Folha de S. Paulo" em 07/04/2018 Obras expostas no Itaú foram furtadas da Biblioteca Nacional, diz perícia http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=202&ncid=1000&pg=0 As gravuras de Emil Bauch que ficaram expostas por quatro anos no Itaú Cultural eram roubadas da Fundação Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. O resultado da perícia realizada por especialistas foi revelado às 12h35 desta sexta (23), em entrevista coletiva na sede da instituição carioca. O diretor do Itaú Cultural, Eduardo Saron, que entregou as obras para a vistoria técnica no dia seguinte em que a Folha revelou o caso (13 de março), veio de São Paulo para participar da coletiva. As oito gravuras que representam o Recife, impressas na Alemanha em 1852, foram furtadas pelo ladrão Laéssio Rodrigues de Oliveira em 2004. Segundo carta que ele enviou à Folha no início de março, o ladrão as vendeu ao colecionador Ruy Souza e Silva, ex-marido de Neca Setubal, herdeira do banco Itaú. Souza e Silva vendeu oito gravuras de Bauch ao Itau Cultural em 2005. Ao jornal, Souza e Silva negou ter comprado as obras de Laéssio e disse que elas foram adquiridas na loja londrina Maggs e Bros. e ao repassá-las ao instituto, apresentou um recibo de novembro de 2004. O recibo não especifica quais são as obras adquiridas. Diz "série de gravuras brasileiras". Contatada, a loja londrina informou não ter mais detalhes da transação, feita há quase 14 anos. # Artigo de Ivan Finotti editado no jornal "Folha de S. Paulo" em 23/03/18. Caravaggio roubado em 1969 foi para a Suíça? http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=201&ncid=1000&pg=0 Investigadores italianos estão seguindo uma nova pista na esperança de resolver um dos mais notórios crimes de arte dos últimos 50 anos: o roubo de “Nativity with St. Francis and St. Lawrence” (1600) de Caravaggio de um oratório barroco em Palermo, Sicília, em outubro de 1969. Em testemunho da comissão permanente do parlamento italiano sobre crime organizado, revelada recentemente no jornal La Repubblica, o membro da máfia que se transformou em informante, Gaetano Grado, disse que a pintura foi inicialmente roubada por pequenos criminosos. A cobertura de imprensa subseqüente do roubo alertou a máfia para a importância da pintura e o seu potencial valor. A organização criminosa informou que desejava receber o trabalho e o Caravaggio foi devidamente apresentado a Gaetano Badalamenti, o chefe da Comissão da Máfia da Sicília, conhecido como Cúpula, que regula as disputas entre as famílias da máfia concorrentes, disse Grado. Badalamenti então vendeu o trabalho a um negociante suíço, que viajou à Palermo para finalizar o negócio, disse Grado, acrescentando que Badalamenti lhe disse que a pintura seria cortada em pedaços para transportá-la ao exterior. Quando mostrou fotografias de vários concessionários suíços, Grado identificou o que ele afirma ter comprado o Caravaggio de Badalamenti. O nome do revendedor em questão, agora falecido, não foi divulgado. Rosy Bindi, chefe da comissão governamental sobre crime organizado, disse que espera "cooperação internacional" na investigação da nova informação. O testemunho de Grado foi compartilhado com as autoridades sicilianas. A máfia afirma O roubo do Caravaggio, que está incluído na lista dos dez principais crimes de arte do FBI, apareceu no testemunho de inúmeros informantes da máfia. A informação fornecida variou desde o improvável até o absurdo. Houve afirmações de que a pintura foi mantida pela mafia para exibição em suas reuniões, que foi armazenada em um estábulo e foi comida por camundongos, que foi irremediavelmente danificada durante seu roubo e depois destruída, e até mesmo que foi usada como um tapete de cabeceira por um chefe de mafia. | Matéria de Giusi Diana publicada originalmente no site do ArtNewsPapaer (www.theartnewspaper.com/news), em 27/02/18. Obras sobre suspeita http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=200&ncid=1000&pg=0 Após a denúncia de que a Coleção Brasiliana, do Itaú Cultural, pode estar abrigando gravuras raras roubadas da Biblioteca Nacional, o diretor da instituição paulista, Eduardo Saron, veio ao Rio ontem para colocar as obras à disposição da perícia da instituição carioca. Saron trouxe oito pranchas criadas pelo artista viajante alemão Emil Bauch (1823-1874) e suspeitas de pertencerem ao álbum “Souvenirs de Pernambuco”, impresso em 1852. Imagens semelhantes foram furtadas da Biblioteca Nacional em 2004 por Laéssio Rodrigues de Oliveira, considerado o maior ladrão de obras raras do Brasil e atualmente preso na penitenciária Milton Dias Moreira, em Japeri, Baixada Fluminense. A acusação foi feita pelo próprio Laéssio, em carta enviada à “Folha de S.Paulo”, na qual descreve como realizou o roubo e afirma ter vendido as obras ao colecionador Ruy Souza e Silva, exmarido de Neca Setubal, herdeira do Itaú. Souza e Silva, que vendeu as gravuras de Emil Bauch ao Itaú Cultural em 2005, nega. A dúvida permanece por serem poucas as coleções completas de “Souvenirs de Pernambuco” no Brasil. Ao saber do caso, Saron disse ter ligado imediatamente para Helena Severo, presidente da Biblioteca Nacional, para combinar o transporte das obras ao Rio, para a perícia. — A origem do problema está em 2004, quando cerca de 1.200 obras do acervo da biblioteca foram furtadas, entre elas as obras do Emil Bauch — diz Helena Severo. — No mês passado, o Laéssio enviou uma carta para a gente, de 14 páginas, detalhando como teria roubado as obras. Tudo foi encaminhado para a Polícia Federal, que já investigava o caso. Agora, as obras pertencentes ao Itaú Cultural ficam em comodato conosco por cinco dias úteis, para que seja verificado se são as mesmas. A perícia será feita por técnicos do setor de Iconografia da Biblioteca em parceria com o Iphan. Eles irão verificar dobras, características do papel, e a forma como as obras foram arrancadas do álbum para confirmar se elas batem com o “Souvenirs de Pernambuco” da instituição. O laudo seguirá para a Polícia Federal. Caso seja comprovado que pertencem ao órgão carioca, elas serão devolvidas à seção de obras raras. O Itaú Cultural firmou também um termo de compromisso para que técnicos da Biblioteca Nacional verifiquem, em todo o seu acervo, em São Paulo, se há mais alguma obra suspeita de ter sido furtada. — Sabemos que são múltiplos e temos evidências que confirmam a origem das obras. Ainda assim procuramos a Biblioteca Nacional e nos oferecemos para trazer as gravuras ao Rio para dirimir qualquer dúvida. — afirma Eduardo Saron. — Quem sabe esta experiência não possa provocar políticas públicas para o setor, novos modelos de governança para a compra e o trânsito das obras de arte? Curiosamente, Laéssio Rodrigues de Oliveira é tema de um documentário que esteve em cartaz até ontem no Rio e em São Paulo. “Cartas para um ladrão de livros”, dirigido por Caio Cavechini e Carlos Juliano Barros, conta a história do homem de 45 anos, preso no ano passado após um roubo ao Museu Nacional. — Ele é de uma amoralidade total e isso incomoda muita gente. Debocha de todo mundo, inclusive dele próprio — define Barros. — O Laéssio quer ver o circo pegar fogo. O filme é sobre a vaidade dele, sobre alguém que quer deixar uma marca no mundo, mesmo que por vias tortas. Um dos advogados do criminoso, Eduardo Joaquim Miranda da Silva diz que não tinha conhecimento do teor das cartas enviadas pelo cliente: — O Laéssio está sempre mandando correspondências. É um cliente difícil, porque é muito espontâneo. Procurada, a Polícia Federal informou que não comenta investigações em andamento. Colaborou Nina Afinco, de São Paulo. # Artigo de Nelson Gobbi e Alessandro Giannini para o jornal "O Globo" em 15/03/2018. Biblioteca Nacional vai periciar cerca de 30 gravuras do Itaú Cultural http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=199&ncid=1000&pg=0 O Itaú Cultural e Biblioteca Nacional do Rio firmaram na quarta (14) um acordo no qual cerca de 30 outras gravuras do instituto paulista poderão passar por perícia ainda neste mês. A suspeita é que possam ter sido furtadas da instituição carioca e incorporadas ao acervo da coleção Brasiliana, mantida pelo banco. “Existem entre 27 e 30 obras que identificamos no catálogo da coleção”, afirmou a presidente da Biblioteca, Helena Severo. “Gravuras semelhantes [às que serão submetidas a perícia] foram levadas daqui, mas é preciso análise cuidadosa, porque gravura não é obra única. Acertamos essa colaboração em conjunto.” Segundo Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural, que foi pessoalmente ao Rio na quarta levar as oito gravuras de Emil Bauch que poderiam ser as furtadas da Biblioteca em 2004, “o termo está sendo elaborado pelos advogados e pode ser assinado já na semana que vem”. “Como instituição privada, vamos pagar passagens e hospedagens e, assim, facilitar a vinda das técnicas da Biblioteca Nacional a São Paulo. Esperamos que isso possa se tornar uma nova norma ou diretriz que aponte o caminho para tratarmos de obras raras no Brasil.” A Folha publicou na edição desta quarta (14) reportagem sobre as suspeitas em torno das obras de Bauch, elaborada a partir de carta enviada ao jornal pelo ladrão Laéssio Rodrigues de Oliveira. Na missiva, Laéssio afirmava que as gravuras feitas pelo artista alemão em 1852 e hoje pertencentes ao acervo do Itaú Cultural eram as mesmas oito que ele havia subtraído da Biblioteca Nacional há 14 anos. # Artigo de Ivan Finotti paar o jornal "Folha de S. Paulo" em 15/03/2018. Linha da Cultura – Projetos Culturais no Metrô de São Paulo http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=599&pg=0&ncid=1 Inscrições abertas em diversas linguagens artísticas em mostras de artes visuais e instalações organizadas para visitação pública em espaços pré-determinados nas estações; possuem duração média de vinte dias em uma mesma estação, podendo ser estendida para outras estações por igual período. Bienal da Quebrada 2018 | Casa da Xiclet Galeria – São Paulo http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=598&pg=0&ncid=1 Inscrições abertas até acabarem as vagas! Salão Novos Valores - Goiania | 2018 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=597&pg=0&ncid=1 Inscrições abertas entre 09/04/18 e 20/05/18. 6° Prêmio EDP nas Artes | Instituto Tomie Ohtake - 2018 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=596&pg=0&ncid=1 Inscrições abertas até 08/06/18. Edital Residência Verde Galeria Maumau – Recife (PE) | 2018 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=595&pg=0&ncid=1 Inscrições abertas entre 13/02/18 a 08/04/18. 7ª Chamada de Projetos Culturais do Museu do Índio http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=594&pg=0&ncid=1 O prazo para inscrições termina em 30/4/2018. A ação visa a fomentar iniciativas dos próprios indígenas voltadas à promoção de seus bens culturais, seja de natureza material ou imaterial. Os interessados devem procurar a Coordenação Regional da FUNAI mais próxima para encaminharem suas propostas. Edital Seleção de Projetos – 8ª Mostra 3M de Arte São Paulo | 2018 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=593&pg=0&ncid=1 Inscrições abertas até 25/05/18. Edital de Ocupação da Estação Arte 2018 | Ponta Grossa (PR) http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=592&pg=0&ncid=1 Inscrições aberta até 07/03/18. Bienal de Arte Digital - Festival de Arte Digital (FAD) | 2018 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=591&pg=1&ncid=1 Confira os selecionados. 29º Salão Internacional de Humor 2017 | Volta Redonda (MG) http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=590&pg=1&ncid=1 O edital recebe inscrições até 08/11/17 nas modalidades de cartum, charge, caricatura e HQs, sob o tema “Operação Lava a Jato”.