Mapa Das Artes http://www.mapadasartes.com.br Mapa Das Artes - O portal de arte brasileiro pt-br Mapa Das Artes http://www.mapadasartes.com.br/img/cid1.gif http://www.mapadasartes.com.br 217 33 Secretaria da Cultura recebe inscrições para comissões julgadoras do ProAC http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13129&ncid=1000&pg=0 A Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo recebe até 03/02/18 inscrições para processo de seleção das comissões julgadoras do ProAC. Entidades, movimentos e fóruns artístico-culturais podem realizar cadastro e indicar profissionais que desejam participar do processo de seleção das comissões julgadoras dos 43 editais do ProAC. Após a efetivação do cadastro, será possível indicar até três profissionais para o segmento que possua atuação. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site (www.proac.sp.gov.br/proac_editais/sistema-de-inscricao/). Movimentos e fóruns sem CNPJ, mas com comprovada atuação em mais de uma região do estado, também podem participar do processo exclusivamente pelo e-mail proaceditais@sp.gov.br . Deve constar uma breve descrição de suas atividades, a região de atuação, telefone e e-mail de contato, juntamente com as indicações de até três profissionais para o segmento, que não podem ser proponentes ou integrarem projetos a serem apresentados em editais já lançados pelos editais em 2018. As indicações não garantem a inclusão automática nas comissões. | Mais informações pelos telefones (11) 3339-8093 e pelo e-mail proaceditais@sp.gov.br SP-Arte Festival Internacional de Arte de São Paulo chega à sua 14ª edição http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13128&ncid=1000&pg=0 A 14ª edição da SP-Arte – Festival Internacional de Arte de São Paulo ocorre entre 11 e 15/04/18, com a participação de galerias expoentes no mercado das artes provenientes de 15 países. Se em 2017 a SP-Arte se consolidou como um Festival, esse ano a feira intensifica a sua programação com performances de longa duração e uma seção dedicada a designers independentes, além das novas galerias que participam do evento feira pela primeira vez. As visitas guiadas também estão confirmadas para a 14ª edição, não só com as temáticas, mas também com lançamentos de livros e com o Talks - ciclo de debates com especialistas, artistas e colecionadores. O Festival ainda organiza mais uma edição do Gallery Night, circuito entre galerias que antecede a abertura da SP-Arte, nos dias 09 e 10/04, que busca estender o horário das galerias e proporcionar um circuito de visitas ao público Expositores Entre os nomes de destaque que retornam à Feira, estão David Zwirner e Marian Goodman (Nova York), White Cube (Londres), neugerriemschneider (Berlim) e kurimanzutto (Cidade do México). Já as galerias Fragment (Moscou) e Cayón (Madri) são destaques entre as novatas internacionais do evento. No âmbito nacional, participam não só galerias tradicionais como Dan, Bergamin & Gomide, Vermelho, A Gentil Carioca, Casa Triângulo, Fortes D’Aloia & Gabriel, Luisa Strina e Millan, mas chegam também 12 novatas, entre elas Adelina, Verve, Base e Mapa (as duas últimas no setor Repertório apostando no resgate da obra de artistas históricos), todas paulistanas, e a carioca Gaby Indio da Costa. Repertório O setor ganha uma nova edição, mais uma vez sob a curadoria do italiano Jacopo Crivelli Visconti, com foco em trabalhos produzidos até a década de 1980. A mostra estabelece diálogos entre artistas brasileiros e estrangeiros com expressivos trabalhos, mas ainda com pouco destaque no mercado nacional. Entre os nomes estão o francês Christian Boltanski, representado pela galeria Marian Goodman e reconhecido por obras que tratam da fragilidade da condição humana; e o chinês Chen Zhen, artista conceitual com suas esculturas de grandes proporções. Já no campo nacional, os brasileiros Ione Saldanha (Galeria Almeida e Dale) e Victor Gerhard (Galeria Jaqueline Martins) então entre os artistas cujos trabalhos serão reverenciados pelo setor. Solo Em sua quinta edição, o setor curado pela terceira vez por Luiza Teixeira de Freitas volta para as individuais de artistas, proporcionando ao público uma imersão na produção e trajetória artísticas destes nomes. A chilena Lotty Rosenfeld (Isabel Aninat), conhecida por seu estilo politizado e feminista, é um dos destaques. A Matthew Zucker reúne obras do suíço Dieter Roth, pioneiro nas artes gráficas, que ficou reconhecido pelos seus trabalhos de edição em livros de arte. A brasileira Marina Weffort, que trabalha com desenhos sobre tecido, foi o nome escolhido pela Cavalo. Duas recém-abertas galerias de Lisboa, Balcony e Uma Lulik, trazem dois novos jovens artistas portugueses: Horacio Frutuoso e Henrique Pavão. Performance Neste ano as performances ganham ainda mais importância ao longo do Festival. O setor dedicado à linguagem artística passa a ser curado por Paula Garcia, artista, curadora independente e colaboradora artística do Marina Abramovic Institute. Para a SP-Arte/2018, a curadora elegerá cinco trabalhos de longa duração, que se estenderão por todo o período do Festival, em um ambiente especialmente concebido para isso. Os performers já confirmados são Gabriel Vidolin, Karlla Girotto, Paul Setubal e a dupla Protovolia, formada por Jessica Goes e Rafael Abdalla. Design Desde sua primeira edição, em 2016, o setor tem destacado os pontos-chave da história do design, através do mobiliário, iluminação e antiquário, que reúne os principais designers do país, como Etel, Jacqueline Terpins, Hugo França, Ovo e Apartamento 61. Neste ano, o setor ganha um espaço reservado para promoção de trabalhos independentes, ainda não produzidos em escala. A intenção é estimular a inserção de novos designers no mercado e fomentar uma produção inovadora. | Mais informações: SP-Arte/2018 Pavilhão da Bienal Vila Mariana: Parque Ibirapuera, Portão 3 - São Paulo – SP. Preview: 11/04 Datas ao público 12 a 15/04, das 13h às 21h, e domingo, de 11h às 19h. www.sp-arte.com Cybèle Varela, Marcius Galan e outros brasileiros no exterior http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13127&ncid=1000&pg=0 A galeria paulistana Jaqueline Martins leva uma mostra individual de Lydia Okumura para o evento Condo London 2018, que acontece entre 13/1 e 10/2. Trata-se de um evento colaborativo internacional que reúne 46 galerias internacionais em 17 espaços londrinos. Okumura será abrigada pela König Galerie. Ainda este ano, Jaqueline Martins, em parceria com a galerista brasileira Vanessa Carlos (que mantém em Londres a galeria Carlos/Ishikawa e organiza o evento em Londres), trará uma versão do Condo para o Brasil. | Clarissa Tossin (Galeria Luisa Strina) realiza no Blanton Museum of Art, da Universidade do Texas, em Austin, a mostra individual “Encontro das Águas”, com curadoria de Beverly Adams. Fica em cartaz entre 13/2 e 1/7/18. A mostra trata do desenvolvimento da Amazônia e do impacto da industrialização na cultura dos diversos grupos indígenas da Amazônia. A artista também participa da coletiva mostra “Mundos Alternos Art and Science Fiction in the Americas”, coletiva com curadoria de Tyler Stallings, Joanna Szupinska-Myers e Robb Hernández no California Museum of Photography (Riverside, EUA), entre 16/9 e 4/2/18. Nesta última participam ainda ADÁL , AZTLAN Dance Company , Guillermo Bert , Erica Bohm , Tania Candiani , Beatriz Cortez , Claudio Dicochea, Faivovich & Goldberg, Sofía Gallisá Muriente , Guillermo Gómez-Peña / La Pocha Nostra , La Gravedad de los Asuntos, Hector Hernandez, Gyula Kosice, LA VATOCOSMICO c-s, Robert “Cyclona” Legorreta, Chico MacMurtrie / Amorphic Robot Works, Marion Martinez, MASA—MeChicano Alliance of Space Artists, Jillian Mayer, Mundo Meza, Irvin Morazán, Glexis Novoa, Rubén Ortiz Torres, Rigo 23, Alex Rivera, Carmelita Tropicana, Luis Valderas, Ricardo Valverde, José Luis Vargas e Simón Vega. Tossin foi selecionada ainda para a mostra “Stream Capture”, com curadoria de Ben Moren, no College of Art and Design, em Minneapolis , nos EUA, engtre 16/1 e 4/3. | A filial em Nova York da paulistana Galeria Nara Roesler realiza entre 16/1 e 24/2 a exposição individual “The Mirror” (O Espelho), do artista paulistano Bruno Dunley. | Marcius Galan, Fernanda Gomes, Paulo Roberto Leal, Jac Leirner e Mira Schendel participam da mostra “Afinidades Eletivas” na galeria Esther Schipper, em Berlim, entre 2/2 e 3/3/18. | A filial em Bruxelas, na Bélgica, da galeria paulistana Mendes Wood DM inaugura em 19/1 as mostras individuais de Manuel Raeder e Patricia Leite. | Lucas Simões (Casa Triângulo) participa da mostra “A Thousand Roaring Beasts: Display Devices for a Critical Modernity”, no Centro Andaluz de Arte Contemporáneo, em Sevilha, na Espanha, até 4/3/18. | A dupla Detanico Lain (Galeria Vermelho) realiza mostra no Musée de l'Abbaye Sainte-Croix, em Les Sables-d'Olonne, na França, entre 28/1 e 20/5/18. | A artista Cybèle Varela realiza a mostra individual retrospectiva “Tropicalismo Remixed” no Stiftung Brasilea, na Basiléia (Suíça), entre 18/1 e 8/3/2018. “Cybèle Varela: Tropicalismo Remixed” apresenta uma seleção das mais emblemáticas pinturas da artista, objetos e vídeos, desde a década de 1960 até os dias de hoje. Além disso, analisa a contribuição de Cybèle Varela no panorama artístico, internacional e latino-americano, desde a Pop Art e a Arte Conceitual até a Figuração Narrativa e a Videoarte. | Os artistas brasileiros Jonathas de Andrade, Lucas Arruda e Rubens Mano participam da 2ª Bienal de Coimbra. Anozero’17 – Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra, em sua segunda edição e com curadoria de Delfim Sardo, dedica-se ao tema “Curar e Reparar”. Os artistas convidados dão expressão a múltiplos entendimentos sociais, pessoais, ambientais ou arquitetônicos desta preocupação da nossa relação com o mundo e com o outro. Ocupando vários espaços da cidade, o Anozero repensa o tecido urbano e propõe outros percursos. A bienal é produzida pelo CAPC (Círculo de Artes Plásticas de Coimbra) e organizada em conjunto com a Câmara Municipal e a Universidade de Coimbra. Participam ainda os artistas Alexandre Estrela, Ângela Ferreira, Buhlebezwe Siwani, Céline Condorelli, Danh Võ, Dominique Gonzalez-Foerster, Ernesto de Sousa, Fernanda Fragateiro, Francis Alÿs, Franklin Vilas Boas, Gabriela Albergaria, Gustavo Sumpta, Henrique Pavão, James Lee Byars, Jill Magid, Jimmie Durham, João Fiadeiro, João Onofre, Jonathan Uliel Saldanha, José Maçãs de Carvalho, Juan Araujo, Julião Sarmento, Kader Attia, Louise Bourgeois, Manon Harrois, Marwa Arsanios, Matt Mullican, Paloma Bosquê, Pedro Barateiro, Salomé Lamas, Sara Bichão e William Kentridge. A mostra fica em cartaz até 30/12/17. http://anozero-bienaldecoimbra.pt. | O grupo performático carioca Opavivará! (A Gentil Carioca) se apresentará na Áustriaa e nos EUA em 2018. Entre 10 e 21/1/2018 participará do evento “Transnômades”, no Redcat - Carlart´s Downtown Center for Comtemporany Art, em Los Angeles (EUA). Até 4/2/2018 está na mostra coletiva “Duet Wirth Artists”, uma curadoria de Stefanie Kreuzer em cartaz no Belvedere Museum, em Viena (Áustria). | Vivian Caccuri (Galeria Leme e A Gentil Carioca) participa de mostras coletivas Na Espanha e na Alemanha. No Centro Cibeles de Cultura y Ciudadania Plaza Cibeles, em Madri, participa da mostra “Charivaria”, curadoria de José Luis Espejo e Andrea Zarza, em cartaz até 28/1/2018. Em Memmingen, na Alemanha, está na mostra “Buried in The Mix”, curadoria de Bhavisha Panchia em cartaz no MEWO Kuntshalle até 14/2/2018. | Gian Luca Baldacconi, Flavio Rossi, Vermelho, Sanches, Vini Parisi, Pedro Pezte e Carlos Alves apresentam seus trabalhos na galeria pop up que o marchand Luis Maluf inaugurou em dezembro em Miami, A galeria fica no bairro de Wynwood e a mostra fica em cartaz até fevereiro. | Organizada em parceria pelo MoMA e pelo Instituto de Artes de Chicago, a mostra individual retrospectiva Tarsila do Amaral é a primeira inteiramente dedicada à artista modernista paulista nos EUA. São apresentadas 120 peças, incluindo pinturas, desenhos e documentos históricos, que traçam um rico panorama de uma das mais importantes pintoras brasileiras da história. Em cartaz no MoMA de Nova York entre 11/2 e 3/6/18. | Fabio Morais (Galeria Vermelho) participa da mostra “Livres et Revues d’Artistes: Une Perspective Brésilienne” na Maison des Sciences de l’Homme en Bretagne, na cidade de Rennes, na França, entre 1/12 e 8/2/2018. | O fotógrafo Caio Reisewitz (Luciana Brito Galeria de Arte) participa da Eidos-Guangzhou Image Trienal, no GuangDong Museum of Art, em Guangzhou, na China, entre 15/12 e 8/3/2018. | A dupla Dias & Riedweg (Galeria Vermelho) apresenta a obra “Funk Staden Suite” na Fondazione Musica per Roma, na Itália, entre 8/12 e 28/1/2018. A dupla realiza ainda em Roma a individual “Dias & Riedweg. Other time than here. Other place than now”, no Museo d’Arte Contemporanea (Macro), entre 14/12 e 28/01/18. | Alexandre da Cunha (Galeria Luisa Strina) participa da mostra coletiva “Everyday Poetics” no Seattle Art Museum, no EUA, entre 18/11 e 17/6/2018. | Marcius Galan e Anna Maria Maiolino (Galeria Luisa Strina) participam da mostra coletiva “Art and Space”, uma curadoria de Manuel Cirauqui para o Guggenheim Bilbao, na Espanha. Em cartaz entre 5/12 e 5/4/2018. | Assume Vivid Astro Focus (Casa Triângulo) (alter ego de Eli Sudbrack) realiza a mostra individual “Abstracto Viajero Andinos Fetichizados” no Museu Mario Testino (MATE), em Lima, no peru, entre 27/10 e 1/4/18. | A mineira Marilá Dardot (Galeria Vermelho) participa da mostra “Tensão & Conflito. Arte em Vídeo Após 2008”, em cartaz no Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT), em Lisboa, entre 13/9 e 13/3/2018. Dardot participa ainda da coletiva “Everyday Poetics” no Seattle Art Museum, em Seattle (EUA), entre 18/11 e 17/6/2018. | O paulistano Lucas Simões (Casa Triângulo) participa da mostra coletiva “A Thousand Roaring Beasts: Display Devices for a Critical Modernity”, no Centro Andaluz de Arte Contemporáneo, em Sevilha, na Espanha, até 4/3/2018. | Sandra Cinto (Casa Triângulo) realiza mostra individual no CAC (Contemporary Arts Center), em Cincinnati (EUA), entre 8/10 e 24/7/2018. | Rommulo Vieira da Conceição (Casa Triângulo) tem obras na mostra “Axé Bahia: The Power of Art in an Afro-Brazilian Metropolis”, com curadoria de Patrick A. Polk, no Fowler Museum da Universidade da Califórnia, em Los Angeles (EUA), entre 24/9 e 15/4/2018. | O artista mineiro Paulo Nazareth (Mendes Wood DM) está com obras no exterior na mostra coletiva “Field Guide”, no Remai Modern, em Saskatoon, no Canadá até 25/2/18. Ao lado de Runo Lagomarsino, tem obras na mostra “Prospect 4: The Lotus in Spit of the Swamp”, no Nasher Museum of Art, na Duke University, em Nova Orleans (EUA), entre 18/11/17 e 25/2/18. | A artista mineira Solange Pessoa ((Mendes Wood DM) participa do projeto “KölnSkulptur #9”, na cidade alemão de Köln, até 10/7/2019. | A artista carioca Anna Bella Geiger participa da mostra "Radical Women: Latin American Art, 1960-1985", no Hammer Museum, em Los Angeles. A mostra apresenta cerca de 260 obras (fotografias, vídeos, técnicas mistas e experimentações) produzidas por mais de cem artistas de 15 países. Entre as selecionadas estão ainda Iole de Freitas, Vera Chaves Barcellos, Neide Sá, Claudia Andujar, Carmela Gross, Martha Araújo, Regina Vater, Ana Vitória Mussi, Lygia Clark, Anna Bella Geiger, Leticia Parente, Regina Silveira, Anna Maria Maiolino, Lygia Pape, Ana Mendieta, Liliana Porter, Marta Minujín, Zilia Sánchez e Feliza Bursztyn, A mostra acontece no Brooklyn Museum, em Nova York, entre 13/4 e 29/7/2018. | Waldemar Cordeiro, (Luciana Brito Galeria de Arte) tem obras selecionadas na mostra “Thinking Machines: Art and Design in the Computer Age”, no MoMA de Nova York entre 13/11/2017 e 8/4/2018. Participam ainda John Cage, Lejaren Hiller, Stan VanDerBeek e Cedric Price, entre outros. | Geraldo de Barros (Luciana Brito Galeria de Arte) tem obras na mostra “A Tale of Two Worlds”, no Museum für Moderne Kunst, em Frankfurt, na Alemanha, entre 25/11 e 2/4/2018. | Artur Barrio (Galeria Millan) participa da mostra coletiva “A Tale of Two Worlds. Experimental Latin American Art in Dialogue with the MMK Collection 1940s-1980s”, no MMK - Museum of Modern Art, em Frankfurt, na Alemanha, entre 25/11 e 2/4/2018. | Cinthia Marcelle (Galeria Vermelho) participa da mostra coletiva “Lección de Arte”, no Museo Thyssen-Bornemisza, em Madri (Espanha), entre 7/11 e 28/1/2018. A artista mineira participa ainda da mostra “Working for the Future Past”, no Seoul Museum of Art, na Coréia do Sul, entre 12/12 e 4/3/18, e da mostra “Seventh Bi-City Biennale of Urbanism\Architecture: Cities, Grow in Difference”, em Shenzhen (Nantou Old Town), na China, entre 15/12 e 15/3/18. Junto com Tiago Mata Machado, Cinthia Marcelle participam da 5ª Biennale de Lubumbashi (“Rencontres Picha”), no Musée National de Lubumbashi, no Congo, entre 7/10 e 15/4/2018. | O artista plástico pernambucano Paulo Bruscky (Galeria Nara Roesler) participa do projeto “L’Oeil Écoute”, no Centro Georges Pompidou, em Paris, que propõe reflexões sobre a arte moderna a partir do diálogo entre obras do acervo permanente e de artistas convidados. Nesta edição, o projeto explora as relações entre arte, música e poesia, traçando um paralelo entre as produções de artistas como Picasso e Brancusi e a música de Erik Satie e os Balés Russos. Nas áreas dedicadas a Bruscky, serão exibidos trabalhos fundamentais de poesia visual e sonora, arte correio e performance desenvolvidos ao longo de sua carreira. Obras como Poema Processo, de 1970 e Silence - Homage to John Cage, de 1993, dividem ainda o espaço com trabalhos raros de Vicente do Rego Monteiro (de 18/10 a 9/4/2018). | A artista paulistana Lucia Koch (Galeria Vermelho) participa da mostra “Learning From Latin America: Art Architecture and Visions of Modernism”, na Los Angeles Municipal Art Gallery, entre 10/9 e 27/1/2018. | “José Leonilson: Empty Man”, em cartaz na Americas Society, em Nova York, até 3/2/2018, é a primeira mostra retrospectiva do artista cearense, ícone da produção brasileira de arte contemporânea a partir dos anos 80 e que morreu em 1993, vitimado pela Aids. A mostra exibe cerca de 50 pinturas, desenhos e bordados. A mostra tem curadoria de Cecilia Brunson, Gabriela Rangel e Susanna V. Temkin. O catálogo desenhado por Garrick Gott traz textos dos curadores e também de Jenni Sorkin (University of California at Santa Barbara), Luis Enrique Pérez Oramas (curador independente) e Yuji Kawasima (Universidad Complutense de Madrid). | Tamar Guimarães, Carla Zaccagnini e Runo Lagomarsino apresentam obras na mostra coletiva “A Universal History of Infamy”, no Los Angeles County Museum of Art (LACMA), e no 18th Street Arts Center, ambos em Los Angeles (EUA), entre 20/8 e 18/2/2018. | | Eduardo Abaroa, Jonathas de Andrade, Leonor Antunes, Alexander Apóstol, Alexandre Arrechea, Ramiro Chaves, Felipe Dulzaides, Carlos Garaicoa, Terence Gower, Tamar Guimarães, Lucia Koch, Runo Lagomarsino, Renata Lucas, Lais Myrrha, Manuel Piña, Mauro Restiffe, Beto Shwafaty, Melanie Smith, Tercerunquinto, Clarissa Tossin e Héctor Zamora participam da mostra “Condemned To Be Modern” no LAMAG (Los Angeles Municipal Art Gallery). A mostra tem curadoria de Clara Kim (que é uma das senior curators da Tate) e acontece entre 10/9 e 28/1/2018. A mostra faz parte do projeto “Pacific Standard Time: LA/LA”, uma iniciativa da Getty Foundation de Los Angeles, que reúne diversas instituições artísticas do sul da Califórnia sob um único tema: explorar o diálogo entre a cidade de Los Angeles (e arredores) e a arte latino-americana. http://www.lamag.org/ | Tamar Guimarães participa no LACMA (Los Angeles County Museum of Art) da mostra “A Universal History of Infamy”, em que apresenta um novo vídeo. A mostra segue até fevereiro de 2018. http://www.lacma.org/art/exhibition/universal-history-infamy | A artista amazonense Rodrigo Braga (Galeria Vermelho) participa da coletiva “Visions of Nature” no museu Kunst Haus Wuien, em Viena (Áustria), entre 13/9 e 18/2/2018. | Carmela Gross participa da mostra “On Anam. Where are We Going?”, no Es Baluard Museu d'Art Modern i Contemporani, em Palma de Mallorca, na Espanha, entre 10/11 e 1/4/2018. Nesta última participam ainda o cubano Félix-Gonzalez Torres e o brasileiro Paulo Nazareth. | Claudia Andujar e a dupla Gisela Motta & Leandro Lima participam da mostra “Simultaneous Eidos - Guangzhou Image Triennial 2017, no Guangdong Museum of Art, na China, entre 15/12 e 8/3/18. | A obra “Poema” (1979), da artista paulistana Lenora de Barros (Galeria Millan), ilustra a capa do catálogo da mostra "Radical Women: Latin American Art, 1960-1985" e também a fachada principal do Hammer Museum, em Los Angeles. A mostra apresenta cerca de 260 obras (fotografias, vídeos, técnicas mistas e experimentações) produzidas por mais de cem artistas de 15 países. Entre as selecionadas estão ainda Iole de Freitas, Vera Chaves Barcellos, Neide Sá, Claudia Andujar, Carmela Gross, Martha Araújo, Regina Vater, Ana Vitória Mussi, Lygia Clark, Anna Bella Geiger, Leticia Parente, Regina Silveira, Anna Maria Maiolino, Lygia Pape, Ana Mendieta, Liliana Porter, Marta Minujín, Zilia Sánchez e Feliza Bursztyn, A mostra acontece no Brooklyn Museum, em Nova York, entre 13/4 e 29/7/2018. A mostra faz parte do projeto “Pacific Standard Time: LA/LA”, uma iniciativa da Getty Foundation de Los Angeles, que reúne diversas instituições artísticas do sul da Califórnia sob um único tema: explorar o diálogo entre a cidade de Los Angeles (e arredores) e a arte latino-americana. | O artista carioca Ricardo Basbaum (A Gentil Carioca e Galeria Jaqueline Martins) figura na mostra coletiva “We Are Here - I Am You”, curadoria de José Esparza Chong Cuy, em cartaz no MCA - Museum of Contemporary Art Chicago, nos EUA, entre 19/8 e 1/4/2018. | A artista Regina Silveira (Galeria Luciana Brito) participa da mostra “Bienal Sur”, no Parque de la Memoria, em Buenos Aires (Argentina), Regina Silveira apresenta para a primeira edição da Bienal Sur, além de projeções do vídeo “Limiar”, versões exclusivas da obra “Touch” em três cidades argentinas. A artista participa ainda da mostra “Future Shock, Site Santa Fé”, nos EUA, entre 7/10 e 1/5/2018. | O artista alagoano-pernambucano Jonathas de Andrade (Galeria Vermelho) está na mostra coletiva “We Are Here: I Am You”, no Museum of Contemporary Art Chicago, nos EUA, entre 19/8 e 1/4/2018. A mostra faz parte das comemorações pelos 50 anos do Museu e dela também participa o artista carioca Ricardo Basbaum (Luciana Brito Galeria de Arte). O artista também está na mostra “La Vie Simple - Simplement La Vie”, na Fondation Vincent van Gogh Arles, na França, entre 7/10 e 2/4/2018. | Obras de Hélio Oiticica (Galeria Nara Roesler), Geraldo de Barros e Waldemar Cordeiro (Luciana Brito Galeria) foram selecionadas para a mostra “Making Art Concrete: Works from Argentina and Brazil”, no, Getty Center, em Los Angeles, entre 16/9 e 11/2/2018. A mostra faz parte do projeto “Pacific Standard Time: LA/LA”, uma iniciativa da Getty Foundation de Los Angeles, que reúne diversas instituições artísticas do sul da Califórnia sob um único tema: explorar o diálogo entre a cidade de Los Angeles (e arredores) e a arte latino-americana. Renato De Cara assume direção do Museu da Cidade de São Paulo http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13126&ncid=1000&pg=0 O jornalista paulista Renato De Cara é o novo diretor do Departamento de Museus da Cidade de São Paulo e estará a frente de uma equipe composta por trinta pessoas. Ele foi empossado em janeiro de 2018 pelo Secretário de Cultura do Município de São Paulo, André Sturm. O Museu da Cidade é dedicado a promover a reflexão e a conscientização de espaços históricos no município e o acervo arquitetônico. Entre eles estão o Solar da Marquesa da Santos, Beco do Pinto, Casa Nº 1/Casa da Imagem, Casa Bandeirante, Casa Sertanista, Capela do Morumbi, Casa do Tatuapé, Sítio da Ressaca, Sítio Morrinhos, Casa do Grito, OCA, Monumento à Independência, Casa Modernista e Chácara Lane, além do acervo fotográfico sobre a cidade; acervo de bens móveis e um acervo de história oral. Renato De Cara (1963) vive e trabalha em São Paulo, formado em Jornalismo pela PUC/SP; interessado em arte, cultura e moda, especializou-se em estética contemporânea, produzindo, escrevendo, editando e fotografando para marcas e veículos de comunicação. Colaborou para jornais como Folha de S.Paulo e O Estado de São Paulo; revistas como Vogue, World Fashion, Select e Bravo. Desde 2006, dirige a Galeria Mezanino, produzindo e curando exposições individuais e coletivas, apresentando novos nomes e resgatando artistas em meio de carreira, cruzando linguagens e propondo novas abordagens no mercado de arte contemporâneo. Já realizou mais de cem exposições, entre individuais e coletivas, incluindo artistas como Giselle Beiguelman, Ulysses Bôscolo, Felipe Cidade, Edith Derdyk, Daniel Malva, Francisco Maringelli, Thiago Navas, Sergio Niculitcheff, Leo Sombra e Thelma Vilas Boas. Claudius Portugal lança livro de artistas contemporâneos na Galeria Paulo Darzé http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13125&ncid=1000&pg=0 O escritor Claudius Portugal lança em 23/01/18, às 19h, na Galeria Paulo Darzé, em Salvador. O livro “Via E- mail / Encontro com Artistas Brasileiros” reúne entrevistas com mais de 40 artistas da cena contemporânea brasileira, que revelam aspectos importantes da arte produzida no país, englobando segmentos e linguagens nos campos da pintura, escultura, desenho e fotografia, entre outros gêneros. Estão presentes na publicação nomes como Mario Cravo Junior, Mestre Didi, Siron Franco, Tunga, Leda Catunda, Florival Oliveira, Bel Borba e outros. A publicação foi viabilizada através da Lei Rouanet, com patrocínio da Global Participações em Energia e apoio da Paulo Darzé Galeria de Arte. | Mais informações: Galeria Paulo Darzé Corredor da Vitória: r. Dr. Chrysippo de Aguiar, 8, tels. (71) 3267-0930 e (71) 9918-6205. www.paulodarzegaleria.com.br MAS promove curso livre sobre Arte no Império Egito faraônico à Índia colonial http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13124&ncid=1&pg=0 O Museu de Arte Sacra de São Paulo promove entre 27/01 e 20/03/18 o curso livre "Império: Arte, Religião, Poder. Do Egito faraônico à Índia colonial", ministrado pelo Prof. Plinio Freire Gomes. Nenhum império se sustenta apenas pela força bruta. Para que possam prevalecer sobre aqueles que lhe opõe resistência, precisam criar uma moldura ideológica onde a religião e a arte têm um papel primordial. Assim surgiram o confucionismo, o budismo, o zoroastrismo e o cristianismo, cuja consolidação propiciou verdadeiras revoluções no campo dos costumes e do gosto. Ao aparecimento de cada novo poder hegemônico, testemunhamos a emergência de um novo repertório artístico, filosófico e técnico. Dentro deste contexto, o curso ocorre em quatro encontros, sempre às terças-férias das 14h30 às 16h30. Investimento de R$ 200 à vista ou R$ 260 (em 02 x). | 27/01 - 1º Encontro Primórdios da construção imperial. A unificação do Alto e Baixo Egito, sob o faraó Nemés. A Mesopotâmia, as cidades-Estado e as primeiras aventuras expansionistas: Impérios Acadiano e Babilônico. Gregos e fenícios na colonização do Mediterrâneo. 06/03 - 2º Encontro Os grandes impérios universalistas. A Pérsia Aquemênida. As conquistas de Alexandre e a civilização helenística. Religião como instrumento de poder: o budismo na Índia de Ashoka; o zoroastrismo de Ciro; Roma e o advento do cristianismo. A muralha e a China, um império introspectivo? 13/03 - 3º Encontro Impérios na era das grandes redes comerciais. A Rota da Seda e a “Pax Mongólica”. As “repúblicas do mar” italianas e a integração entre o Mar Negro, o Mediterrâneo e o Báltico. A expansão portuguesa na África e na Ásia – o sistema de feitorias. 20/03 - 4º Encontro Impérios colonialistas, o poder e suas ilusões. Cortés e a conquista do México. O Egito otomano e os estratagemas de Napoleão. A Índia dos Rajs e a Rainha Vitória. | Mais informações: Museu de Arte Sacra de São Paulo Luz: av.Tiradentes, 676, próximo ao Metrô Tiradentes. Tel. (11) 5627-5393. Estacionamento gratuito (ou alternativa de acesso): Rua Jorge Miranda, 43 mfatima@museuartesacra.org.br . International Conference Artwork Expertise 2018 ocorre no Rio de Janeiro http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13121&ncid=1000&pg=0 A segunda edição do International Conference Artwork Expertise 2018 (ICAE) ocorre em 24/03/18 no Windsor Barra Hotel, no Rio de Janeiro. A conferência visa atualização em estudos multidisciplinares para profissionais em peritagem de obras de arte, através de palestras de convidados brasileiros e estrangeiros. A programação traz ênfase em aspectos científicos para um público formado por peritos, restauradores, técnicos, químicos, físicos, historiadores e museólogos. Também tem como objetivo, oferecer oportunidade de treinamento aos profissionais iniciantes, através de programas de qualificação, capacitação e certificação no campo da peritagem, envolvendo aspectos dentro das áreas públicas e privadas. Entre os convidados, participam a fundadora e diretora de Art Fraud Insights, em Washington D.C., Colette Loll; a diretora da área de estudo e interpretação de imagens técnicas Arte-Lab em Madrid, Sandra Asín Lozoya; a fundadora e diretora da Art Care Conservation Company, em Nova York, Miami e Los Angeles, Rustin Levenson; a professora da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora do Núcleo de Apoio a Pesquisa Física, Márcia de Almeida Rizzutto; o Doutor em química e professor efetivo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) na área de Química de Bens Culturais, João Cura D'ars De Figueiredo Junior; o Comissário Inspetor e Chefe do Dep. Proteção do Patrimônio Cultural de Buenos Aires, sob a Direcção-Geral de Coordenação Internacional-INTERPOL, Marcelo El Haibe; e o advogado formado pela PUC-RIO e especialista em direitos autorais, Gustavo Martins de Almeida; entre outros. As inscrições podem ser feitas até 14/03/18, às 23h59. Após este prazo somente no local do evento (se as vagas estiverem disponíveis). Confira no link www.icae.com.ar/inscricao . | Confira a programação: 08h30 - Credenciamento/ Welcome Coffee 10h - Cerimônia de Abertura 10h10 - Palestra Internacional 1 11h10 - Palestra Internacional 2 12h10 - Intervalo Para Almoço / Lunch (Cash Bar) 13h30 - Palestra Internacional 3 14h30 - Palestra Nacional 4 15h30 - Palestra Internacional 5 16h30 - Coffee Break 17h10 - Palestra Nacional 6 18h10 - Palestra Nacional 7 19h - Cerimônia de Encerramento 19h30- Coquetel e Performances Artísticas | Mais informações: Windsor Barra Hotel Barra da Tijuca: av. Lúcio Costa, 2.630, Tel.: (21) 2195-5000. Rio de Janeiro - RJ www.icaebrasil.com.br Prêmio Hugo Boss de 2018 anuncia seis finalistas http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13119&ncid=1000&pg=0 O Prêmio Hugo Boss de 2018 anuncia seus seis finalistas, cujas origens e práticas variam desde a África Ocidental e Central à América do Norte. A diretora artística e curadora chefe do Museu Solomon R. Guggenheim (NY), Nancy Spector, anunciou os indicados, exaltando-os por “explorar questões sociais urgentes e fornecer novo vocabulário artístico para examinar temas pessoais e universais”. São eles: Bouchra Khalili, de Casablanca (Marrocos) e vive e trabalha em Berlim e Oslo; Simone Leighm, de Chicago e reside no Brooklyn; Teresa Margolles, de Sinaloa (México) e vive na Cidade do México; Emeka Ogboh, nascida em Enugu (Nigéria) e atualmente mora em Lagos e Berlim; Frances Stark, de Newport Beach (Califórnia) e reside em Los Angeles; e Wu Tsang, de Worcester (Massachusetts) e também vive em Los Angeles. O prêmio bienal, administrado pela Fundação Solomon R. Guggenheim, foi lançado em 1996 para “reconhecer a excelência nas artes visuais”. A premiação é uma das maiores em espécie (US $ 100 mil) oferecido a artistas que trabalham no campo da arte contemporânea. Os vencedores do passado incluíram Tacita Dean, Emily Jacir, Hans-Peter Feldmann, Danh Vo, Paul Chan e Anicka Yi. O vencedor, que ainda será anunciado este ano, também terá destaque com uma exposição individual no museu em 2019. O júri internacional é composto por Nancy Spector, Dan Fox, co-editor da revista Frieze; Sofía Hernández Chong Cuy, curadora da Colección Patricia Phelps de Cisneros; Bisi Silva, diretora artística do Centro de Arte Contemporânea de Lagos; Susan Thompson, curadora associada do Guggenheim; e Joan Young, diretora de assuntos curatoriais do Guggenheim. A seleção dos artistas indicados ao Hugo Boss Prize e a escolha final do vencedor parece ser influenciada pela turbulência política do momento. Em um comunicado, os jurados disseram que estão atentos a como cada artista “persegue inquéritos profundamente existenciais nas lutas individuais, bem como aqueles com ressonâncias sociais mais amplas e demonstram um compromisso de trazer a arte para o centro dos debates oportunos na sociedade”. Ron Mueck escala e empilha crânios esculpidos na Trienal da National Gallery http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13118&ncid=1000&pg=0 A inauguração da Trienal da National Gallery of Victoria, em Melbourne,na Austrália, abre suas portas para o trabalho de mais de 100 criativos de 32 países. Entre os artistas, designers, tecnólogos, arquitetos e animadores, está o escultor hiperrealista australiano Ron Mueck, que apresenta seu maior trabalho até agora. A "massa" é uma instalação de 100 formas de crânios humanos empilhados no chão da galeria, onde cada um que se envolve com a arquitetura do espaço. Um estudo sombrio da mortalidade e uma extensão da prática escultórica hiperrealista, onde Mueck desenha a estrutura biológica do crânio considerada por ele como uma das extraordinárias facetas da humanidade. A instalação traz à mente os restos nas catacumbas de Paris, um imponente muro de cabeças humanas que ressoa com um sentimento simultâneo e estranho de impermanência e eternidade. A obra comemora a forma que une toda a humanidade e presta uma homenagem a um símbolo que se inseriu na arte de todas as culturas e religiões. Cercado por caveiras e cobrindo quase todas as paredes das paredes, os visitantes são lembrados da transitoriedade da vida. A Trienal da National Gallery of Victoria começa a partir de 18 de abril de 2018 e é uma exposição gratuita. Mostra de Performance Arte Verbo 2018 recebe inscrições http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13103&ncid=1000&pg=0 A Mostra de Performance Arte - Verbo 2018 recebe inscrições entre 01/12/17 e 01/03/18 para envio de projetos para sua 14ª edição, que ocorrerá em julho de 2018, na Galeria Vermelho em São Paulo. Desde sua criação, a Verbo procura apresentar um panorama abrangente da arte da performance com programação de ações de artistas brasileiros e estrangeiros, com diferentes formações e idades, atuantes em campos distintos da arte. Para esta edição, o conceito pode definir um terreno conceitual que crie uma reflexão focada no atual momento de conflito ético que caracteriza a vida no Brasil e no mundo. Hoje, a arte é uma potente ferramenta de resistência contra a crescente onda de obscurantismo que permeia o cotidiano. Tendo isso em mente, poderão participar da seleção de projetos da Verbo 2018 artistas ligados ao campo das artes visuais, das artes cênicas, da dança, da literatura, da música, e da moda, mas também aqueles que se dedicam a pesquisas que se materializam no formato de fotografias, vídeos ou textos. A seleção de projetos ficará a cargo da artista da dança, professora universitária e pesquisadora, Doutora em Comunicação e Semiótica (PUC/SP) Ana Teixeira, e pelo diretor artístico da Verbo, Marcos Gallon. Os interessados em participar da seleção podem encaminhar pelo e-mailverbo@galeriavermelho.com.br até três propostas inéditas, ou criadas a partir de 2016, acompanhadas dos documentos: CV, Portfolio atualizado, e bibliografia; links para visualização de registros em vídeo do projeto; e resumo do texto ou da publicação. (disponíveis no link https://we.tl/GCkNwCja1m). Palavras chave: Censura, Corrupção Endêmica, Cultura, Desobediência Civil, Ditadura, Estado de Direito, Estado de Exceção, Ética, Etnia, Extremismo Religioso, Feminismo, Gênero, Gentrificação, Justiça, Levante, LGBTQ, Manipulação da notícia, Minorias, Patrulha Intelectual, Pobreza, Polícia, Populismo, Pós-verdade, Propriedade, Público/Privado, Raça, Racismo, Redes Sociais, Violência. | Mais informações: www.galeriavermelho.com.br/verbo Artista pinta personagens de Star Wars em cima de pinturas antigas http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2495&pg=0&ncid=1 O artista Ricardo Mayr apresenta resultados na mostra “Pinturas Religiosas da Galáxia Expandida", na Galeria 30 South, em Pasadena (Califórnia). Matéria de Sarah Cascone publicada originalmente no portal de arte ArtNet (artnet.com) em 12/01/18. Feira SP-Arte divulga lista de galerias para a edição 2018 http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2494&pg=0&ncid=1 Entre os nomes de destaque que retornam à feira paulistana estão David Zwirner e Marian Goodman (Nova York), White Cube (Londres), Neugerriemschneider (Berlim) e Kurimanzutto (Cidade do México). Já as galerias Roslyn Oxley9 (Sydney), Fragment (Moscou) e Cayón (Madri) estreiam no evento. É a primeira vez que a feira recebe galerias da Rússia e da Austrália. Conheça o mais adorável novo empregado do Museu das Belas Artes de Boston http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2492&pg=0&ncid=1 Seria este trabalhador do museu o mais bonito de todos os tempos? O filhote de Weimaraner empresta suas impressionantes habilidades olfativas para ajudar a proteger e preservar os objetos do museu de insetos e percevejos e outras ameaças ao acervo. Matéria de Sarah Cascone publicada originalmente no site do ArtNet News (www.artnet.com), em 10/01/18. Cabeça de índio exposta em Viena causa polêmica http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2491&pg=0&ncid=1 Em exibição em Viena, uma cabeça cortada usada como troféu de guerra pelos Munduruku, etnia indígena do Norte do Brasil, tem gerado polêmica entre alguns frequentadores. Especialistas criticaram a instituição por mostrar restos mortais de um representante de povos originários e não fornecer informações sobre a procedência da cabeça. Matéria de Nelson Gobbipublicada originalmente no jornal “O Globo”, em 10/01/18. Patricia Phelps de Cisneros doa 202 obras para MoMA e outros museus http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2490&pg=0&ncid=1 No total, seis museus receberão obras de 91 artistas latinos-americanos, que estão representados nesta doação. O MoMA de Nova York será o maior beneficiado. Matéria publicada originalmente no site do Toucharte (www.touchofclass.com.br). Manifesta 12 anuncia seu tema para a edição de 2018 http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2489&pg=0&ncid=1 Conhecida como a bienal nômade europeia, a Manifesta chega a Palermo (Itália) para explorar o conceito do mundo como um jardim universal. Intitulada “The Planetary Garden. Cultivating Coexistence”, o conceito da feira explora a coexistência em um mundo movido por redes invisíveis, interesses privados transnacionais, inteligência algorítmica e as desigualdades sempre crescentes, onde a investigação gira em torno da compreensão mais profunda das texturas sociais, culturais e geográficas da própria cidade. Matéria publicada no site do Toucharte (www.touchofclass.com.br), em 10/01/18. Um novo Leonardo? Apresentação acadêmica afirma revelar a mão do mestre http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2488&pg=0&ncid=1 O Worcester Art Museum (WAM) em Massachusetts colocará o complexo processo de identificação de um Leonardo no coração de uma nova exposição: “O Mistério de Leonardo de Worcester”, que fez com que um trabalho da coleção do museu, “Um milagre de Santo Donato de Arezzo”, deve ser creditado ao mestre do Renascimento. Matéria de Judith H. Dobrzynski publicada no site do The News Art Paper (www.theartnewspaper.com), em 09/01/18. Santander Cultural realizará duas exposições sobre diversidade após cancelamento http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2487&pg=0&ncid=1 Compromisso foi firmado junto ao Ministério Público Federal, que apurou prejuízos à liberdade de expressão pelo encerramento antecipado da mostra artística. Caso aconteceu em setembro de 2017, em Porto Alegre. Matéria publicada originalmente no site do G1 RS, em 10/01/18. O mercado de arte está louco? http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2486&pg=0&ncid=1 A extravagante venda da obra de Leonardo na na Christie's de Nova York por US$ 450 milhões [...] causou não apenas incredulidade e espanto como também um tipo de perplexa repulsa. Isso, sentiram algumas pessoas, era simplesmente louco demais. Matéria de Jan Dalley do Financial Times publicada originalmente no jornal “Valor Econômico”, em 05/01/18. Redação da Fuvest aborda recentes polêmicas sobre os limites da arte http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2485&pg=0&ncid=1 Os candidatos da segunda fase da Fuvest 2018, que iniciou no domingo (7/1), tiveram como tema da redação dissertativa sobre a a polêmica com a exposição Queermuseu, em Porto Alegre, cancelada em setembro de 2017 após protestos conservadores e religiosos, onde precisaram escrever a partir da pergunta: "Devem existir limites para a arte?". Matéria publicada originalmente no jornal “Folha de S. Paulo”, em 08/01/18. Visitantes de mostra de Modigliani exigem reembolso após obras falsas http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=192&ncid=1000&pg=0 Visitantes se reuniram para uma exposição de trabalhos de Amedeo Modigliani em Génova, Itália, no ano passado - mas agora que um especialista concluiu que a maioria das obras em exibição era falsa, algumas pessoas querem o dinheiro de volta. Um grupo de consumidores italianos planeja apresentar uma ação coletiva para garantir um reembolso total. O processo também buscará compensar as despesas de viagem de 100 mil pessoas, de acordo com o Times de Londres. Até mesmo uma linha direta foi criada para visitantes insatisfeitos, a Associated Press reports. Os ingressos para a mostra, intitulados simplesmente como "Modigliani", foram fixados em 13 € (15,67 dólares). Nem a Associação Nacional para a Proteção dos Consumidores, nem o defensor do consumidor Furio Truzzi, que está liderando o esforço do reembolso, responderam a e-mails ou mensagens telefônicas da redação. O Palazzo Ducale de Genova abriu a exposição em março, mas foi forçado a fechá-la três dias no início de julho, depois que um promotor local ordenou a apreensão de 21 obras suspeitas de serem falsas. "Quando uma pintura é uma falsificação, falta sua alma, e faltava essa elegância tridimensional de Modigliani - mesmo uma criança podia ver que essas eram falsificações grosseiras", disse o colecionador Carlo Pepi, que primeiro levantou suspeitas sobre as obras do Telegraph na época. "Eu pensei, o pobre Modigliani, atribuir-lhe essas abominações feias". Sua opinião, entregue apenas com base em reproduções no catálogo da exposição, foi confirmada por uma perita nomeada pelo tribunal, Isabella Quattrocchi, que proclamou que 20 das 21 obras confiscadas são "fakes"; de acordo com a agência de notícias italiana ANSA. As falsificações, segundo informou, agora podem enfrentam possíveis destruições. Um porta-voz do Palazzo Ducale disse à Artnet News que a opinião de especialistas da Quattrocchi "não é o julgamento final". A investigação "está em andamento", mas se o veredicto final é que as obras são falsas, o "Palazzo Ducale Fondazione per la Cultura, que considera como parte ferida nesta matéria, tomará as ações legais necessárias". O porta-voz não pode confirmar se o museu planeja fornecer os reembolsos dos visitantes após o veredicto final. Várias pessoas envolvidas na exposição também estão sob investigação por autoridades com suspeita de fraude: Rudy Chiappini, curador da exposição; o comerciante de arte húngaro Joseph Guttmann, que supostamente emprestou 11 das pinturas disputadas; e Massimo Vitta Zelman, o presidente MondoMostre Skira, a empresa que organizou a mostra. Um representante de Zelman disse à artnet News: "Zelman não quer dar nenhuma entrevista porque a investigação oficial ainda não foi concluída e o que foi publicado ... são apenas indiscrições". Guttman, enquanto isso, sustenta que as obras são o verdadeiro negócio. "Nós acreditamos firmemente que as pinturas são autênticas, como também confirmadas por suas certificações anteriores, análise científica e inclusão em exposições e publicações importantes", disse ele a Artnet News em um e-mail. "Com o melhor de nosso conhecimento, a investigação sobre as imagens ainda está em andamento, e não estamos em condições de comentar até a sua conclusão. Esperamos que esta questão seja resolvida rapidamente para que as obras possam ser devolvidas aos seus respectivos proprietários". Chiappini não pôde ser contatado, mas disse à imprensa italiana que baseou suas opiniões em atribuições e pesquisas existentes e que "será necessário voltar ... para quem fez as primeiras atribuições". Por uma série de razões, Modigliani é um dos artistas blue-chip mais forjados. Especialistas alertaram o Telegraph de que o escândalo de Gênova é "a ponta do iceberg". O artista, cada vez mais caro, atingiu um recorde com a venda de “Nu couché” (1917-18) por US $ 170 milhões, em 2015. Na época, era a segunda pintura mais cara do mundo já vendida em leilão. Atualmente, Modigliani é o tema de grandes exposições no Tate Modern em Londres e no Jewish Museum, em Nova York. Tampouco se suspeita de incluir falsificações. | Matéria de Sarah Cascone, com reportagem adicional de Naomi Rea, para o site Artnet | News (www.artnet.com), em 12/01/18. Roubo de museu: Palácio dos Doges - Veneza, Itália http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=191&ncid=1000&pg=0 Pouco depois das 10 horas da manhã, no último dia de uma exposição no Palácio do Doge, (em italiano Palazzo Ducale), no dia 03/01/18, uma vez no coração da vida política e da administração pública na era da República de Veneza, ladrões de jóias invadiram uma vitrine com peças em exibição temporária em Veneza. Promovida pela Fondazione Musei Civici di Venezia, a exposição foi curada por Amin Jaffer, curador sênior da coleção privada e Gian Carlo Calza, um notável erudito italiano de arte do Leste Asiático. A exposição intitulada "Tesouros dos Mughals e Maharaja: A Coleção Al Thani" reuniu mais de 270 peças de jóias indianas, cobrindo quatro séculos de herança indiana do Sheikh Hamad Bin Abdullah Al-Thani, CEO da Qatar Investment & Projects Development Holding Empresa (QIPCO), uma mega-holding do Catar. O sheik Al-Thani, que é o primeiro primo do Emir do Catar, começou a adquirir peças para sua agora extensa coleção de jóias, depois de visitar uma exposição de arte indiana em 2009 no Museu Victoria and Albert de Londres. Algumas das peças cravejadas em exibição no Palácio do Doge incluíam jóias incrustadas de diamantes, rubis, jade, pérolas e esmeraldas, uma vez pertencentes aos grandes maharajas, nizams e imperadores da Índia. Fundada por Babur após a conquista de grande parte do norte da Índia, as peças da dinastia Mughal datam do início do século 16 até meados do século 18, uma das eras mais opulentas da Índia na composição da jóia. Peças adicionais da coleção foram criadas durante o politicamente caótico século 18 e do período Raj britânico no século 19, e que foram produzidas para atrair viajantes ricos britânicos e casta superior da Índia. Os objetos contemporâneos mais extravagantes em exibição incluem um colar de Maharaja Digvijaysinhji de Nawanagar e feito por Jacques Cartier, encomendado em 1937, que rivaliza com o colar de rubi e diamante da imperatriz Marie-Louise, pertencnetes às jóias da Coroa da França. A coleção Al-thani reúne peças de muitos antigos tesouros indianos, alguns dos quais enfatizam as crenças do período. Na Índia, as nove pedras do Navaratna (sânscrito: नवरत्न) onde nava representa nove e ratna para jóia, são consideradas auspiciosas em textos védicos e, na astrologia indiana, acreditava-se ter o poder de proteger o quem as usasse. Estas jóias são: Safira azul (niilam) Olho de gato (vaidooryam) Diamante (vajram) Esmeralda (marathakam) Hessonite (gomeda) Pérola (muktaaphalam) Red Coral (vidrumam) Rubi (maanikyam) Safira amarela (pushparajam) Muitas vezes, as gemas foram definidas em ouro puro, usando uma forma de arte de configuração conhecida como Kundan, um método de configuração de gema, que consiste em inserir uma folha de ouro entre as pedras que não requerem solda ou montagem de garras. O ex-curador da V & A, o Dr. Amin Jaffer teria começado a aconselhar Sheik Hamad em suas aquisições, depois de se tornar o diretor internacional de arte asiática na Christie's. Em 2017, depois de dez anos com a casa de leilões, Jaffer demitiu-se antes de assumir o cargo de curador-chefe da coleção de Al Thani. Rasgado das páginas do roteiro hollywoodiano “Ocean’s 8” De acordo com a reconstrução atual do incidente usando filmagens de vigilância de câmeras, dois ladrões, um servindo como vigia e um segundo que invadiu a vitrine, localizado na Sala dello Scrutinio, rapidamente o fez levando um broche e um par de brincos. Assim que a vitrine foi violada, soou o alarme e o casal escapou habilmente da galeria do museu lotado, misturando-se entre os clientes e estava fora do museu antes que a segurança pudesse selar o perímetro do museu para apreendê-los. Imediatamente após o roubo, a Sala dello Scrutinio foi fechada para um inventário completo e revisão de imagens de vigilância. Até o momento, fotografias das peças roubadas não foram divulgadas pelas autoridades ou por Al-Thani. Em uma declaração dada pelo comissário de polícia da cidade de Veneza, Vito Gagliardi, disse que as jóias roubadas incluíam diamantes, ouro e platina, tinha um valor aduaneiro de apenas 30 mil euros ($ 36,084), mas provavelmente valem "alguns milhões de euros". Vendendo produtos quentes Enquanto os diamantes podem ser os melhores amigos das garotas, comprar pedras preciosas roubadas é um crime grave. Sem um certificado de autenticidade que comprove que um diamante adere ao KCPS, ou Kimberly Process Certification Scheme mostrando que a gema não é originária de uma "zona de sangue", manchada por abusos de direitos humanos, encontrando um comprador que queira uma jóia de origem cética pode ser difícil. Os indivíduos capturados comercializando em roubos ou "diamantes de sangue" enfrentam ramificações legais significativas e a compra de jóias não provadas representam um grande risco econômico para joalheiros, casas de penhor, comerciantes de diamantes, cortadores e qualquer outra pessoa que possa entrar em contato com um recém-roubado e possivelmente bem documentada. Mesmo se os ladrões de jóias de Veneza puderem vender com sucesso sua pilhagem recentemente roubada, provavelmente o farão com apenas um mínimo de sucesso. Enquanto os grandes ladrões de jóias profissionais podem ter conexões no mercado negro que lhes permitem vender peças substanciais por somas pesadas, a maioria dos ladrões de implos tem que se contentar com cercas intermediárias que não pagam o que podem realmente valer, financeiramente ou historicamente. | Matéria de Lynda Albertson publicada originalmente no site www.art-crime.blogspot.com.br, em 03/01/18. Auto-retrato de Chirico foi roubado de um museu na França http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=190&ncid=1000&pg=0 Um auto-retrato pintado em 1926 pelo mestre moderno italiano Giorgio de Chirico (1888 - 1978) foi roubado da coleção do Museu de Belas Artes de Béziers, no sul da França, na semana passada. A pintura em questão, “Composition with Self-Portrait”, primeiramente inventariada em 2015, foi descrita como "inestimável" pelos promotores locais. Ela fazia parte da coleção de Jean Moulin, um herói da Resistência francesa, natural de Béziers e um ávido fã da arte moderna. A pintura a óleo foi tirada de sua moldura na última quinta-feira (23/11) a tarde no Hôtel Fabrégat, que abriga uma parte da coleção do museu, incluindo peças privadas de Jean Moulin, e obras de Soutine, Raoul Dufy e Suzanne Valadon. O museu não possui câmeras de segurança. O quadro vazio foi notado por seguranças pouco tempo depois do roubo, de acordo com o conselho local. Uma queixa oficial foi apresentada na mesma noite, embora a notícia do roubo não tinha sido divulgada publicamente até ontem. O trabalho do pintor surrealista do século XX foi vendido por milhões no passado. O “Il Ritornante” (1918), notavelmente vendido na Christie's de Paris em 2009 por mais de 11 milhões de euros - um recorde para o artista – fez parte da venda da coleção de leilões da coleção de Yves Saint Laurent e Pierre Bergé. O auto-retrato roubado, "devido à sua proeminência, não é negociável no mercado da arte na França ou internacionalmente", escreveu o conselho em seu anúncio. O trabalho pretendia ser exibido no futuro no museu na cidade natal de Jean Moulin, onde o conselho disse que era um local muito mais seguro. Uma investigação sobre o roubo está sendo realizada pela polícia regional de Montpellier. O comissário de polícia Anthony de Freitas confirmou que o serviço de polícia judicial regional foi contratado pelo promotor de Béziers. | Matéria de Naomi Rea para o artnews do site artNet (artnet.com), em 23/11/17. Repatriamento pendente: as viagens ilícitas de uma cabeça de touro em mármore http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=188&ncid=1000&pg=0 Na quarta-feira (11/10), através do advogado William G. Pearlstein, os colecionadores William e Lynda Beierwaltes divulgaram uma declaração formal sobre o “Marble Head of a Bull” (cerca de 500-460 a.C.) apreendido pelo escritório do procurador do distrito de Nova York em 06 de julho de 2017, sob empréstimo do Metropolitan Museum of Art. Há suspeitas de que a antiguidade havia sido saqueada do Líbano durante a guerra civil. A escultura da cabeça do touro foi adquirida pelo casal em 27 de novembro de 1996 por US$ 1,2 milhão, por um dos negociantes mais notórios (atualmente) do mundo das antiguidades, Robin Symes. O comunicado diz que: “Depois de terem sido apresentadas provas incontestáveis de que a cabeça do touro foi roubada do Líbano, os Beierwaltes acreditavam que era do interesse de todos retirar a reivindicação à cabeça do touro e permitir sua repatriação para o Líbano". Essa decisão foi tomada depois que o pedido “Application for Turnover” do Estado de Nova York, em 68 páginas, deu detalhes minuciosos sobre como essa antiguidade saqueada se dirigia de maneira ilícita para os Estados Unidos. Em uma carta ao Honorável Daniel P. FitzGerald com o Supremo Tribunal do Condado de Nova York, o Procurador Distrital Adjunto, Matthew Bogdanos, escreve que os Beierwaltes assinaram uma estipulação que concorda com a liberação da Corte do “Bull's Head” à República Libanesa de acordo com a Lei Penal de Nova York §450.10 sobre a eliminação de bens roubados e a Lei de Processo Penal §690.55 de NY sobre mandados de busca e a disposição dos bens apreendidos. Esta confissão voluntária prepara o caminho para uma cerimônia formal de repatriamento e o eventual retorno deste objeto antigo para o país de origem do qual foi roubado. Já por um artigo no New York Times, o advogado distrital adjunto Matthew Bogdanos, e pesquisadores que apoiaram seu caso, viram outra antiguidade potencialmente saqueada também do Líbano. Este objeto, um torso de mármore de um pastor de bezerro, foi identificado em uma fotografia tirada dentro da casa de Beierwalteses para a edição especial de junho de 1998 da revista House & Garden. Pelo artigo de Colin Moynihan para "The New York Times", o advogado Bogdanos afirmou que este objeto também pode ter sido saqueado do Líbano antes de ser adquirido por William e Lynda Beierwaltes. O artigo continua a especificar que os Beierwalteses venderam esse objeto ao colecionador de Nova York, Michael H. Steinhardt, em 2015. | Matéria publicada originalmente no blog www.art-crime.blogspot.com.br, em 12/10/17. Renoir é roubado de casa de leilões no interior da França http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=187&ncid=1000&pg=0 Uma pequena pintura do impressionista francês Auguste Renoir foi roubada de um leiloeiro no subúrbio parisiense de Saint-Germain-en-Laye no sábado (30/09). Com uma estimativa de € 25mil a 30 mil, “Portrait d'une jeune fille blonde” (Retrato de uma jovem garota loira), onde estava em exibição antes da venda neste fim de semana. De acordo com a polícia, o ladrão simplesmente tirou o trabalho da parede e escapou despercebido. Destaque do leilão, a tela está listada no catálogo dos leiloeiros enquanto mede 14cm x 12,2cm, com as iniciais "A.R." no canto superior esquerdo. A polícia espera que as filmagens de vigilância de vídeo forneçam uma direção. | Matéria publcada originalmente no site do ARt Daily ( www.artdaily.com), em 02/10/17. Obras roubadas de Georg Baselitz no valor de US$ 3 milhões são recuperadas http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=185&ncid=1000&pg=0 As esculturas turbulentas e as estridentes pinturas invertidas do neo-expressionista Georg Baselitz são conhecidas em todo o mundo. Mas quando mais de US$ 3 milhões de obras de sua coleção pessoal, incluindo alguns que ele criou, desapareceram de um depósito de armazenamento alemão, causou estranhamento por demorarem meses para alguém notar. Os promotores do caso prenderam três suspeitos, todos trabalharam na indústria de navegação. Eles acreditam que um homem de 39 anos da cidade ocidental de Düsseldorf usou conhecimento de informante para roubar 19 peças de arte pertencentes ao Sr. Baselitz do depósito perto de Munique entre junho de 2015 e março de 2016. Ele passou as obras para um pai e filho, que tentaram vendê-los pelo valor de mercado “muito abaixo”. Os três homens ainda não forneceram declarações completas à polícia, disseram os promotores. As autoridades acreditam que o pai e o filho, de 51 e 26 anos, da cidade de Leverkusen, ao sul de Düsseldorf, conseguiram vender apenas uma peça de arte antes que uma companhia de seguros se tornasse suspeita e informou a polícia. Depois do que os promotores chamaram de “investigações intensivas na cena artística”, a polícia prendeu o homem de 51 anos sob suspeita de roubo em agosto quando retornou do exterior. Mas Anne Leiding, uma porta-voz dos promotores de Munique, recusou-se a dizer quando o crime foi descoberto pela primeira vez. A polícia já recuperou 15 dos 19 artefatos – no valor de cerca de US$ 3 milhões, ou 2,5 milhões de euros. Os quatro trabalhos roubados foram pensados para valer cerca de US$ 155.000. A Sra. Leiding disse que, de acordo com os desejos do Sr. Baselitz, não podia fornecer detalhes adicionais sobre as obras de arte roubadas. | Matéria originalmente no site da revista Das Artes, em 06/09/17. Obra roubada de Willem de Kooning há 30 anos retorna para casa http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=182&ncid=1000&pg=0 É um bom dia para o Museu da Universidade de Arte do Arizona. A instituição celebra o retorno da pintura “Woman-Ochre” (1954–1955) de Willem de Kooning, que foi roubada um dia após o Dia de Ação de Graças de 1985, quase 32 anos atrás. Em 11/08/17, a universidade anunciou que a pintura tinha sido achada e devolvida pelo Antiquário Manzanita Ridge em Silver City, no estado de Novo México. Testes preliminares feitos pela restauradora do museu, Nancy Odegaard, descobriram a obra como autêntica. “Sempre estive otimista que um dia nós encontrássemos a pintura, isto é muito difícil descrever a emoção dela voltar pra casa”, disse Brian Seastone, o chefe do Departamento de Polícia da Universidade do Arizona e o investigador principal do caso. “Existe essa sensação de alívio e felicidade. Existe a sensação de calma. Ela voltou, está em casa, está onde ela deveria estar. Nós sabemos que a arte vale muito dinheiro, mas a história por trás disso não tem preço”. A pintura é um das seis obras da icônica série “Woman”. A outra obra, “Woman I (1950–1952), pertence ao Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA). O empresário bilionário Steven A. Cohen é dono da última obra em mãos privadas; ele possui a “Woman II (1952)” pelo valor de US$ 137.5 milhões do magnata da música David Geffen em novembro 2006. Em 2015, em um artigo do 30º ano de aniversário do roubo o jornal “UANews” especulou que a obra roubada poderia valer cerca de US$ 160 milhões. Anteriormente naquele ano, Geffen vendou outro de seus de Kooning, “Interchange” (1995), por US$ 300 milhões em um leilão privado, quebrando recorde da obra de arte mais cara do mundo. Os valores do artista em leilão são bem menores, de acordo com a Database de Preço do artnet, chegando ao máximo aos US$ 66.3 milhões em 2016. O roubo da pintura Woman-Ochre ocorreu na manhã de 29/11/1985, após um homem e uma mulher seguir um funcionário do museu. A mulher distraiu o guarda enquanto seu cúmplice, com óculos de bigode, ele tirou a tela da moldura e fugiu com a obra. O roubo durou 15 minutos. “Os ladrões de fato cometeram dois crimes aquele dia”, disse Kimberly Andrews Espy, o vice-presidente da Universsidade do Arizona, em depoimento do caso. “Primeiro eles roubaram uma importante pintura da coleção do museu da universidade. Eles roubaram também 30 anos de acesso ao público e dos estudantes do mundo inteiro, tirando a oportunidade deles de apreciá-la, de aprender com ela, e de serem inspirados por um importante artista”. Na época, a pintura valia US$ 600 mil. Sua localização durante essas três décadas após o roubo era desconhecida. Essa história volta à tona somente depois da aquisição de um imóvel sem nome pelos donos do Antiquário Manzanita, David Van Auker, Buck Burns, and Rick Johnson. “Nós não pagamos nem próximo de US$ 160 milhões por isso”, fala Buck Burns para o artnet, chamando a descoberta da pintura dentro da mansão como “feliz coincidência”. Van Auker colocou a pintura na vitrine de sua loja, onde muitos clientes comentaram que a obra parecia ser do de Kooning. Depois de pesquisar o artista, ele percebeu que sua última aquisição para o acervo da loja era na verdade uma obra perdida da Universidade de Arte. “No minuto que descobrimos, ligamos para o museu”, disse Buck. “Nós estamos felizes, felizes, felizes que a pintura está de volta em casa”. Decorrente a descoberta da pintura, Odegaard comparou a canvas com as pontas deixadas na moldura após roubo. As marcas de corte alinharam perfeitamente, provando de fato que era a mesma obra. Em depoimento, o presidente da Universidade do Arizona, Robert C. Robbins, agradeceu e tratou a equipe de Mazanita como heróis, completando que era um ótimo dia para a Universidade do Arizona e ótimas notícias para o mundo da arte e pessoas que se importam com a arte pública”. | Matéria traduzida do site artnet (www.artnet.com), em 11/08/17. Polícia espanhola recupera três obras de Francis Bacon roubadas em Madri http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=180&ncid=1000&pg=0 A polícia espanhola informou nesta quarta-feira (19) ter recuperado três das cinco obras do artista Francis Bacon roubadas em uma casa de Madri em 2015. As cinco pinturas, avaliadas em conjunto em 25 milhões de euros, foram roubadas em julho de 2015 de uma casa da capital espanhola junto com outros objetos de valor quando o proprietário estava ausente. Três pessoas foram presas em janeiro em conexão com o caso, depois que a polícia realizou buscas em casas na região de Madri e apreendeu armas, manuais para decifrar cofres e equipamentos usados para cortar metal. A polícia não forneceu mais detalhes sobre as obras recuperadas. | Matéria publicada originalmente no jornal "Folha de São paulo", em 19/07/17. Pintura de Guercino roubada e encontrada em Marrocos volta à Itália http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=178&ncid=1000&pg=0 Uma obra-prima de €6 milhões roubada da Itália em 2014 e descoberta em Marrocos foi devolvida às autoridades italianas. A pintura do século XVII de Giovanni Francesco Barbieri, conhecido pelo mundo da arte como Guercino, foi roubada da Igreja de São Vicente de Modena, no norte da Itália, em agosto de 2014. O trabalho, chamado “The Virgin, Saint John the Evangelist and Gregory the Miracle Worker” e avaliado em até € 6 milhões (USD $ 6,9 milhões), foi encontrado em um mercado no distrito El Hassini de Casablanca, em Marrocos, em fevereiro deste ano. As autoridades marroquinas que trabalham com a Interpol localizaram o trabalho de Guercino e prenderam pelo menos três pessoas que acreditavam estar trabalhando com uma rede criminosa organizada que trata do tráfico de antiguidades, disse a Direção-Geral de Segurança Nacional (DGSN) do país no momento das prisões de 15 de fevereiro. A mídia marroquina diz que as autoridades foram alertadas por um entusiasta de arte que reconheceu a pintura e contatou a polícia. Uma quarta pessoa, de nacionalidade marroquina, foi presa na Itália. Fontes em Bolonha disseram que Tahir Mustapha morava perto da igreja com sua família italiana e enviou a obra-prima em um tapete enrolado. A pintura foi danificada durante o roubo e precisa de uma grande restauração. A pintura de Guercino, em italiano traduzida como "The Squinter", porque ele aparentemente sofria de estrabismo, foi feita em 1639; ele também completou uma série de trabalhos feitos a clientes estrangeiros ricos antes de sua morte em 1666. A pintura retrata a história tradicional de São Gregório, um bispo do terceiro século que viveu onde hoje é a Turquia, e que viu os outros dois personagens em uma visão. A obra foi devolvida ao embaixador italiano em Marrocos, Roberto Natali, pela polícia em Casablanca e espera-se que volte para Modena. | Matéria publicada originalmente no portal Africa Times (www.africatimes.com), em 16/07/17. Lava Jato confirma autenticidade de obra aprendida com ex-diretor da Petrobrás http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=177&ncid=1000&pg=0 O artista Fernando Lucchesi não teve dúvidas ao ver a pintura que retrata um enorme vaso de flores, apreendida pela Lava Jato: "Esse quadro é meu", afirmou. Ao que o chefe da perícia da Polícia Federal em Curitiba, Fábio Salvador, respondeu: "Não acredito". A investigação queria demonstrar, com dados objetivos, que o quadro apreendido na casa do ex-diretor da Petrobras Renato Duque era, de fato, do pintor mineiro. Duque é suspeito de usar obras de arte para lavar dinheiro de propina obtida na estatal: a PF apreendeu 132 peças em sua casa. Demorou quase um ano, mas a equipe de peritos concluiu um laudo que promete ser um marco para a investigação de lavagem de dinheiro no Brasil: ele atesta a autenticidade do quadro "Para Guignard" – que, afinal, era mesmo de Lucchesi. Com o uso de cinco técnicas diferentes, o trabalho estabelece um parâmetro para avaliar com segurança a autoria e o valor de uma obra de arte, e então estimar o montante e as condições da lavagem de dinheiro. Assim, confere precisão à imputação do crime. Por exemplo: o quadro era verdadeiro ou falso? O dono sabia disso? Ele pagou mais ou menos do que a tela valia? "Essa precisão nos dá mais segurança para pedir reparação de danos e decretar o perdimento desses bens", avalia o procurador da República Diogo Castor de Mattos, integrante da força-tarefa da Operação Lava Jato. "É um laudo que foge do achismo", resume Salvador, que coordenou o trabalho. A Folha teve acesso ao laudo, anexado ao inquérito policial contra Duque no mês passado. Os peritos da PF começaram a análise com a grafoscopia, que conferiu a assinatura do artista. Em seguida, com a ajuda de pesquisadores da UFPR (Universidade Federal do Paraná), fizeram um exame chamado microscopia Raman, que checou os espectros das tintas utilizadas na tela (uma espécie de "digital" da física), somado à microscopia eletrônica, que realiza uma análise química dos materiais. A perícia ainda tirou uma fotografia rasante, que avaliou o processo criativo do pintor, conferindo o tipo de pinceladas; e outra com luz ultravioleta, que eliminou a presença de adulterações na tela. A PF levou o pintor ao Museu Oscar Niemeyer, que tem a guarda da obra, para atestar sua autenticidade. Lucchesi emprestou até um pincel aos peritos, que o compararam com as tintas utilizadas no quadro. "Eu preciso de provas, de dados objetivos", comenta Salvador. "Desconfio de todo mundo. O trabalho da ciência é convencer os outros", declarou. Três universidades foram parceiras do trabalho e cederam equipamentos e expertise à perícia: a USP, a UFPR e a UFMG. REPERCUSSÃO O laudo não foi concluído a tempo de alterar as imputações contra Duque, que já é réu sob acusação de lavagem de dinheiro. Mas deve estabelecer um protocolo para laudos futuros –há cerca de 30 em andamento na Operação Lava Jato e centenas de obras apreendidas. "É uma das formas mais tradicionais de se lavar dinheiro, porque a obra de arte não desvaloriza. Pelo contrário, o valor multiplica", comenta a museóloga Patricia Moura, que atuou como laudista na apreensão dos quadros de Duque. "É uma bela poupança que pode ser guardada em qualquer lugar, e invisível aos olhos da maioria." Outras técnicas também estão sendo testadas: num quadro do artista Sergio Telles, por exemplo, que viveu no Líbano, a PF pretende analisar os fungos no fundo da tela, para avaliar se eles são típicos daquela região. A equipe ainda prepara as malas para avaliar o acervo de Márcio Lobão, filho do senador Edison Lobão (PMDB-MA), que teve 1.200 obras apreendidas no Rio de Janeiro. A metodologia pode ter consequências no mercado de arte brasileiro, ao detectar falsificações em galerias, leilões e museus. "Isso denigre o mercado, os espaços de exposição", diz Moura. "É de interesse de todos. Serve para dizer: você não está comprando gato por lebre. E quem ganha, no fim, é o público." O objetivo dos peritos é lançar um "laboratório de obras de arte" na PF, para que os laudos saiam "igual pão quentinho", diz Salvador. O plano, porém, carece de investimento: apenas um dos equipamentos custa R$ 1,5 milhão. Preso há dois anos, Duque, que tenta firmar um acordo de delação, admitiu em depoimento recente que parte dos quadros foi comprada com dinheiro ilícito, mas diz que colecionava por gosto. "Obra de arte não é para ficar fazendo negócio; não é para quem não entende do assunto", afirmou. | Matéria de Estelita Hass Carazzai, de Curitiba, para o jornal “Folha de São Paulo”, em 20/06/17. Bienal de Arte Digital - Festival de Arte Digital (FAD) | 2018 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=591&pg=0&ncid=1 Confira os selecionados. 29º Salão Internacional de Humor 2017 | Volta Redonda (MG) http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=590&pg=0&ncid=1 O edital recebe inscrições até 08/11/17 nas modalidades de cartum, charge, caricatura e HQs, sob o tema “Operação Lava a Jato”. Ocupação de Bibliotecas Públicas Estadual de Minas Gerais | 2017- BH http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=589&pg=0&ncid=1 Inscrições abertas até 22/11/17. Edital Exposições Pinacoteca da UFV - Viçosa (MG) | 2018-2019 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=588&pg=0&ncid=1 Inscrições até 22/10/17 Residência Artística Fábrica.Lab Museu Vale | Vitória - ES http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=587&pg=0&ncid=1 Inscrições prorrogadas até 20/09/17. 9° Salão dos Artistas Sem Galeria 2017/2018 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=586&pg=0&ncid=1 As exposições das obras dos artistas selecionados em duas galerias de São Paulo (entre 15/01/18 e 24/02/18), simultaneamente, e em Belo Horizonte (de 10/3 a 20/4/18). Inscrições entre 11 de setembro a 06 de novembro de 2017. 26º Salão de Arte do CCBEU – MABEU Primeiros Passos | Belém | 2017 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=585&pg=0&ncid=1 Inscrições abertas até 30/09/17. 1º Edital de Ocupação da Casa Porto das Artes Plásticas – Vitória (ES) http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=584&pg=1&ncid=1 Inscrições abertas até 25/08/17 para proponentes residentes no município de Vitória. 4ª Edição Novas Poéticas (BA e RJ) 2017 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=583&pg=1&ncid=1 Inscrições abertas até 29/07/17. Seleção Exposições Solo Sagrado de Guarapiranga - 2017| 2018 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=582&pg=0&ncid=1 Confira a lista dos selecionados.