Mapa Das Artes http://www.mapadasartes.com.br Mapa Das Artes - O portal de arte brasileiro pt-br Mapa Das Artes http://www.mapadasartes.com.br/img/cid1.gif http://www.mapadasartes.com.br 217 33 Virgílio Neto realiza conversa aberta na Referência Galeria de Arte http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13493&ncid=1&pg=0 O artista Virgílio Neto realiza em 22/09/18,às 17h uma conversa aberta com o público, como parte da exposição “Claro enigma”, em exibição na Referência Galeria de Arte, com mediação do diretor do Museu Nacional da República, Wagner Barja. Na ocasião, o artista comentará seus trabalhos inspirados em poesias transcendentais de Carlos Drummond de Andrade, Ferreira Goulart, Hilda Hilst, João Cabral de Melo Neto e Manoel de Barros. A mostra fica em cartaz até 29/09, com visitação de segunda a sexta, das 12h às 19h, e sábado, das 10h às 15h. A entrada é gratuita e a classificação é livre para todos os públicos. | Referência Galeria de Arte Asas Norte: CLN 202 Bloco B Loja 11 – Subsolo. Tel.: (61) 3963-3501. referenciagaleria@gmail.com Instituto Cervantes do Rio de Janeiro sedia 6º Seminário de Informação em Arte http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13492&ncid=1000&pg=0 O Instituto Cervantes do Rio de Janeiro sedia em 24 e 25/09/18, o 6º Seminário de Informação em Arte, realizado pela Redarte/RJ, que vem promovendo, desde 1995, encontros, palestras, seminários, cursos e eventos, nas áreas de arte e biblioteconomia. O sexto seminário busca ampliar o debate sobre temas relacionados a bibliotecas e a arte, cujo tema geral será Arte, Cultura e Informação na perspectiva da Agenda 2030 e contará com a participação de Glòria Pérez-Salmerón, presidente da Federação Internacional de Associações de Bibliotecários e Bibliotecas (IFLA). Haverá apresentação de trabalhos, debates, espaço para exposição, de estudantes e profissionais atuantes em Centros de Informação, Museus e Bibliotecas, tanto públicas como particulares. Palestrantes confirmados são: Glòria Pérez-Salmerón, presidente da IFLA; Gustavo Barreto, do Centro de Informação das Nações Unidas – UNIC no Rio de Janeiro; Adriana Ferrari, presidente da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários – FEBAB; Lena Vânia R. Pinheiro, do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT; Adauto Candido Soares, da UNESCO; Isabel Ayres, coordenadora da Biblioteca Walter Wey e Centro de Documentação e Memória da Pinacoteca de São Paulo; Ana Ligia Silva Medeiros, diretora do Centro de Memória e Informação da Fundação Casa de Rui Barbosa. O evento também contará com exposição de obras do artista plástico Deneir Martins. | Mais informações: Instituto Cervantes Rio de Janeiro Botafogo: r. Visconde de Ouro Preto, 62 - Rio de Janeiro – RJ www.doity.com.br/6-seminario-de-informacao-em-arte www.redarterj.com | www.riodejaneiro.cervantes.es Instituto Tomie Ohtake realiza o ciclo de conversas Onde Estão Xs Negrxs? http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13491&ncid=1&pg=0 O Instituto Tomie Ohtake realiza em 18,19 e 20/09/18 o ciclo de conversas "Onde Estão Xs Negrxs?" como parte da exposição Histórias Afro-Atlânticas. O debate conta com a presença de poetas, artistas, dramaturgos, escritores, atores, advogados, historiadores e filósofos que falam sobre a atuação de profissionais negrxs em diversos setores da sociedade. O mote do ciclo teve origem na pergunta impressa na obra homônima do Coletivo Frente 3 de Fevereiro, uma bandeira estendida na fachada do Instituto Tomie Ohtake e no MASP. Confira a programação: | 18/09/18, às 19h: Salloma Salomão, Allan da Rosa e Nabor Jr e Daniel Lima (Frente 3 de Fevereiro). Mediação de Hélio Menezes Salloma Salomão Jovino da Silva é historiador, músico e performer, com 5 CDs lançados pelo selo Aruanda Mundi. É também autor de várias publicações, entre elas, Memórias Sonoras da Noite: Musicalidades africanas no Brasil, nas iconografias do século XIX (Educ, 2002). Possui graduação, mestrado e doutorado em História pela PUC-SP. É professor no Centro Universitário Fundação Santo André e consultor da Secretaria de Educação do Município de São Paulo. Atualmente, pesquisa teatralidades e dramaturgias negras. Allan da Rosa é escritor, pedagogo e angoleiro, autor das ficções "Reza de Mãe", "Zumbi Assombra Quem?" e "Da Cabula", entre outros trabalhos premiados em poesia e prosa. Compôs também a obra "Pedagoginga, Autonomia e Mocambagem", ensaio sobre praxis em cultura negra e educação popular e anti-racista. Assinou dramaturgias com companhias de teatro, entre elas a Cia Espanca! (MG) e Os Crespos (SP). Historiador, mestre e doutorando em Educação pela USP, onde estuda Ancestralidade, Imaginário e Cotidiano Negro em São Paulo e nas Américas, já realizou oficinas, recitais, palestras em Cuba, Moçambique, EUA, México, Bolívia, Colômbia e Argentina. Criador do selo "Edições Toró", atua no movimento de literatura das periferias paulistanas e com Educação de Jovens e Adultos há 15 anos. Nabor Jr. é fundador e diretor da revista “O Menelick 2º Ato”. Jornalista especializado em jornalismo cultural e fotógrafo, atua também como editor da revista “Legítima Defesa – Uma revista de Teatro Negro” e é membro do Núcleo de Comunicação do Museu Afro Brasil. Daniel Lima (Frente 3 de Fevereiro) A Frente 3 de Fevereiro é um grupo transdisciplinar de pesquisa e ação direta acerca do racismo na sociedade brasileira. Sua abordagem cria novas leituras e coloca em contexto dados que chegam à população de maneira fragmentada através dos meios de comunicação. As ações diretas criam novas formas de manifestação acerca de questões raciais. - 19/09, às 19h - Erica Malunguinho, Daniel Teixeira e Joice Berth. Mediação de Jordana Braz Erica Malunguinho é artevista, transativista, pretativista, mobilizadora cultural e educadora. Mestra em Estética e História da Arte. Trabalhou como educadora, agente cultural e na formação de gestores e professores. É idealizadora e gestora do quilombo urbano “Aparelha Luzia”, território de artes, culturas e políticas pretas, também visível como instalação estético-política, zona de afetividades e bioma de inteligências pretas. Produz trabalhos em múltiplas linguagens artísticas. Joice Berth é arquiteta e urbanista, escritora, assessora parlamentar, pesquisa sobre Direito a Cidade com foco em gênero e raça, autora do livro “O que é Empoderamento?” da Coleção Feminismos Plurais. Daniel Teixeira é advogado e diretor de projetos do CEERT - Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades; especializado em Direitos Difusos e Coletivos pela Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo(PUC/SP); foi pesquisador-visitante da Faculdade de Direito da Universidade de Columbia, em Nova Iorque; e Fellow do Public Interest Law Institute, em Budapeste. É conferencista no Brasil e internacionalmente e co-autor dos livros “Discriminação racial é sinônimo de maus-tratos: a importância do ECA para crianças negras” e “Diversidade nas empresas e equidade racial”. - 20/09/18, às 19h - Elisa Lucinda, José Fernando Peixoto de Azevedo e Ana Maria Gonçalves. Mediação de Lilia Schwarcz Elisa Lucinda é poeta, atriz, jornalista, professora e cantora. Possui dezessete livros publicados, dentre os quais a Coleção amigo oculto, de livros infanto juvenis, que lhe rendeu, em 2002, o prêmio Altamente Recomendável (FNLIJ) por “A menina transparente”. A multiartista encena e circula muito de sua obra pelos palcos brasileiros e estrangeiros, e comemora o reconhecimento de ser uma das escritoras que mais popularizam a poesia em nosso tempo... Seu primeiro romance “Fernando Pessoa, o Cavaleiro de Nada”, uma autobiografia do poeta, foi finalista no Prêmio São Paulo de Literatura 2015. José Fernando Peixoto de Azevedo é professor na Escola de Arte Dramática e no Departamento de Cinema, Rádio e Televisão da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Estudou cinema, possui graduação e doutorado em Filosofia pelo Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.. Atua como pesquisador nas áreas de história e estética do teatro brasileiro e do teatro negro, além de estética e filosofia contemporânea. Foi fundador, dramaturgo e diretor do Teatro de Narradores e é colaborador do grupo de teatro negro Os Crespos, além de outros coletivos teatrais como o Chai-na (Isto é um negro?). Atua também como curador. Dirigiu o espetáculo “Navalha na Carne Negra” e publicou, pela editora n-1, o volume da coleção Pandemia intitulado “Eu, um crioulo”. Ana Maria Gonçalves nasceu em Ibiá, MG, em 1970. Trabalhou com Publicidade até 2001, quando se mudou para a Ilha de Itaparica e escreveu “Ao lado e à margem do que sentes por mim” e “Um defeito de cor” (Editora Record), ganhador do Prêmio Casa de las Américas (Cuba, 2007). Já publicou em Portugal, Itália e nos EUA, onde ministrou cursos e palestras sobre relações raciais e fez residência em universidades como Tulane, Stanford e Middlebury. Mora em São Paulo, onde escreve também para teatro, cinema e televisão. | Instituto Tomie Ohtake Pinheiros: av. Faria Lima 201, Tel.: (11) 2245-1900. Entrada pela Rua Coropés 88, Metrô mais próximo - Estação Faria Lima/Linha 4 - amarela. Museu Casa Kubitschek em BH lança volume sobre seus jardins http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13490&ncid=1027&pg= Ao completar cinco anos neste mês de setembro de 2018, o MCK compartilha o resultado dos estudos que vem desenvolvendo sobre os seus jardins. O inventário das espécies vegetais, com suas ilustrações, deu origem ao quinto volume da série “Conhecer e Reconhecer: Patrimônio Cultural”, que será lançado e distribuído gratuitamente no dia 22/9, às 10h. As ilustrações são da artista plástica e bióloga Mariana Soares. Ao todo são 83 aquarelas que registram, com delicadeza e precisão, as espécies do jardim projetado por Burle Marx e também algumas “plantas de vó”, introduzidas por Dona Juracy, uma das proprietárias da casa, que durante mais de cinquenta anos cuidou de seus jardins. # Bandeirantes/Pampulha : av. Otacílio Negrão de Lima, 4.188, Belo Horizonte, tel. (31) 3277-1586 e 3246 0309. www.pbh.gov.br e www.bhfazcultura.pbh.gov.br Eixo Arte lança exposição virtual no Reserva Cultural Niterói http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13488&ncid=1638&pg= A Eixo realiza em 29/09/18, das 19h às 22h, o lançamento da sua 20ª exposição virtual “Eixo – Deslocamentos” na Galeria do Reserva Cultural Niterói. A exposição reúne 25 artistas brasileiros com a curadoria de Vilmar Madruga. A inauguração ocorre durante a semana de arte mais movimentada na Cidade do Rio de Janeiro, com a Feira de Internacional de Arte – ArtRio. Na ocasião, é exibido o vídeo da exposição virtual e contará com duas ações performáticas de Luiz Badia e Ana Marta Moura. A exposição propõe deslocar o eixo interrogativo sobre a questão da representatividade da imagem, para evidenciar novos campos de experimentação e investigações de diversas linhas poéticas dos artistas participantes. Não se trata de reforçar qualquer discurso sobre a crise da imagem pós-moderna, mas trazer à luz obras que contribuam com sua diferença ou estranheza para a ampliação do campo da provocação estética. Participam Adilson d’Ávilla, Alejandro Zenha, Amanda Leite, Ana Marta Moura, CABANA, Caio Siqueira, Clara Infante, Grasi Fernasky, Icléa Eccard, Igor Morales, Ilana Bauberger, Isabella Scorzelli, Jabim Nunes, Jan M.O., Jane Maria, Laura Freitas, Ligia Calheiros, Lina Ponzi, Luiz Badia, Magda Sheeny, Maria Amelia Vianna, Mariana Battistelli, Roberta Cani, Rose Aguiar e Tarcísio Paniago. Curadoria de Vilmar Madruga. | Mais informações: www.eixoarte.com.br Galeria Reserva Cultural – Niterói São Domingos: av. Visconde do Rio Branco, 880. Tel.: (21) 3604-1545. Eixo Arte lança exposição virtual no Reserva Cultural Niterói http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13487&ncid=2&pg= A Eixo realiza em 29/09/18, das 19h às 22h, o lançamento da sua 20ª exposição virtual “Eixo – Deslocamentos” na Galeria do Reserva Cultural Niterói. A exposição reúne 25 artistas brasileiros com a curadoria de Vilmar Madruga. A inauguração ocorre durante a semana de arte mais movimentada na Cidade do Rio de Janeiro, com a Feira de Internacional de Arte – ArtRio. Na ocasião, é exibido o vídeo da exposição virtual e contará com duas ações performáticas de Luiz Badia e Ana Marta Moura. A exposição propõe deslocar o eixo interrogativo sobre a questão da representatividade da imagem, para evidenciar novos campos de experimentação e investigações de diversas linhas poéticas dos artistas participantes. Não se trata de reforçar qualquer discurso sobre a crise da imagem pós-moderna, mas trazer à luz obras que contribuam com sua diferença ou estranheza para a ampliação do campo da provocação estética. Participam Adilson d’Ávilla, Alejandro Zenha, Amanda Leite, Ana Marta Moura, CABANA, Caio Siqueira, Clara Infante, Grasi Fernasky, Icléa Eccard, Igor Morales, Ilana Bauberger, Isabella Scorzelli, Jabim Nunes, Jan M.O., Jane Maria, Laura Freitas, Ligia Calheiros, Lina Ponzi, Luiz Badia, Magda Sheeny, Maria Amelia Vianna, Mariana Battistelli, Roberta Cani, Rose Aguiar e Tarcísio Paniago. Curadoria de Vilmar Madruga. | Mais informações: www.eixoarte.com.br Galeria Reserva Cultural – Niterói São Domingos: av. Visconde do Rio Branco, 880. Tel.: (21) 3604-1545. Célio Braga, Cildo Meireles e outros brasileiros no exterior http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13485&ncid=1000&pg=0 O artista mineiro radicado entre São Paulo e Amsterdã Célio Braga participa da mostra coletiva “For Beyond the Body“ (Além do Corpo), em cartaz no KunstCentret Silkeborg Bad, em Silkeborg, na Dinamarca, entre 1/9 e 9/12/18. O local é antiga instituição de saúde que data do século XIX. A curadoria é da holandesa Anne Berk. Participam ainda os artistas Erzsébet Baerveldt, Caspar Berger, Antoine Berghs, Martin uit den Bogaard, Alexandra Bremers, Esther Bruggink, David Claerbout, Desirée Dolron, Jeroen Eisinga, Jelle Kampen, Ida van der Lee/Art Studio Ritual, Janpeter Muilwijk, Alet Pilon, Jan Thomas, Jan Dietvorst e Roy Villevoye. A mostra será inaugurada pelo embaixador holandês na Dinamarca Henk Swarttouw. No dia 3/11, das 14h às 17h, os artistas são convidados a participar do “Ritual de Todas as Almas”, que acontece no Cemitério Silkeborg Vestre Ida van der Lee / Studio Ritual Art, apoiado pela Rede Ritual Europeia, cria All Souls Everywhere, um ritual coletivo de luto no cemitério local. Lygia Pape tem mostra individual na sede nova-iorquina da galeria Hauser & Wirth entre 6/9 e 20/10/18. | Cildo Meireles (Galeria Luisa Strina) participa da mostra “A Tale of Two Worlds - Museo de Arte Moderno de Buenos Aires Experimental Latin American Art in Dialogue with the MMK Collection 1940s-1980s” em cartaz em Buenos Aires até 14/10/18. | Rochelle Costi (Luciana Brito Galeria de Arte) e Berna Reale (Galeria de Arte Nara Roesler) participam da 3ª Beijing Photo Biennal, na The Central Academy of Fine Arts, em Pequim (China), entre 28/9 e 28/11/18. | Alexandre da Cunha (Galeria Luisa Strina) realiza em colaboração com Phillip King a mostra “Duologue” na The Royal Society of Sculptors, em Londres, entre 26/9 e 2/12/18. | Leonor Antunes (Galeria Luisa Strina) realiza a mostra individual “The Last Days in Galliate” , com curadoria de Roberta Tenconi, no espaço Pirelli Hangar Bicocca, em Milão (Itália), entre 14/9 e 13/1/2019. | Clarissa Tossin (Galeria Luisa Strina) participa da mostra coletiva “Pacha, Llaqta, Wasichay: Indigenous Space, Modern Architecture, New Art”, com curadoria de Marcela Guerrero e Alana Hernandez. A mostra acontece entre 13/7 e 30/9/18 no Whitney Museum of American Art, em Nova York. Participa ainda da coletiva “Mon Nord est Ton Sud” no espaço La Kunsthalle Mulhouse, em Mulhouse (França) entre 13/9 e 11/11/18. A artista também foi selecionada para a 12ª Gwangju Biennale 2018, na Coréia do Sul, entre 7/9 e 11/11/18. Tonico Lemos Auad (Galeria Luisa Strina) participa da mostra coletiva “New Materialism”, em cartaz no Bonniers Konsthall, em Estocolmo, na Suécia, entre 5/9 e 11/11/18. Curadoria de Magnus af Petersens e Caroline Elgh Klingborg. | Laura Lima (Galeria Luisa Strina), a dupla Dias & Riedweg (Galeria Vermelho) e Dora Longo Bahia (Galeria Vermelho) participam da 9ª Bienal de Busan (“Divided We Stand”), em Busan, na Coréia do Sul, entre 8/9 e 11/11/18. Curadoria de Cristina Ricupero, Jörg Heiser e Gahee Park. | Carla Zaccagnini (Galeria Vermelho) participa da mostra coletiva “Shout Fire” no Röda Sten Konsthall, em Gotemburgo, na Suécia, entre 1/9 e 18/11/18. | A dupla Dias & Riedweg (Galeria Vermelho) participa do Festival Images, na Gare CFF, em Vevey, na Suíça, entre 8 e 30/9/18. | Cinthia Marcelle (Galeria Vermelho) participa do International Festival of Contemporary Academic Music na galeria estatal Tretyakov, em Moscou, na Rússia, entre 15/9 e 15/10/18. | Luzia Simons (Galeria Nara Roesler) realiza a mostra individual “Lustgarten” na Galerie Tristan Lorenz, em Frankfurt (Alemanha) entre 8/9 e 19/10/18 (tristanlorenz.de). A artista participa ainda da coletiva “Fo You”, entre 29/9 e 5/10/18, no Marienburg, em Berlim (www.foyou.de). | Vivian Caccuri (Galeria Leme) participa da coletiva “For the Record” na Ifa Gallery Berlin, na Alemanha, até 30/9/18. Em Londres, realiza a performance “Mosquitos Also Fly”, entre 4 e 7/10 na feira Frieze Live London. A artista ainda realiza residência na Delfina Foundation, também em Londres, até 30/9/18. | O grupo paulistano Bijari apresenta a obra “Contando Con Nosotros” em uma nova fase da exposição “Talking to Action”, na School of the Art Institute em Chicago (EUA) até 8/12/18. A mostra faz parte do projeto Pacific Standard Time LA/LA, iniciado em 2017 como um circuito de exposições que discutem a relação entre a cultura latina e as cidades norte-americanas. http://www.saic.edu/sullivangalleries/currentschedule/ | O carioca Eduardo Kac (Luciana Caravello Galeria de Arte) apresenta a mostra “Inner Telescope” no espaço Sector 2337, em Chicago (EUA) a partir de 7/9/18. Curadoria de Fulla Abdul-Jabbar e Caroline Picard. | Jonathas de Andrade (Galeria Vermelho) participa da coletiva “Africamericanos” no Centro de la Imagen, na Cidade do México, entre 16/8 e 4/11/18. | O artista baiano Mano Penalva (Central Galeria) realiza sua primeira mostra individual nos EUA, na b[x] Gallery, em Nova York. “Hasta Tepito” tem curadoria de Julie Dumont e fica em cartaz até 5/10/18. Na ocasião, o público poderá ver o vídeo de mesmo nome da exposição, em que o artista retrata comerciantes andarilhos no bairro de Tepito, na Cidade do México. | Rivane Neuenschwander (Fortes D’Aloia & Gabriel) apresenta a mostra individual “El Nombre del Miedo” na galeria NC-Arte, em Bogotá, na Colômbia, até 22/9/18. Anna Maria Maiolino e Cinthia Marcelle participam da coletiva “BRIC-à-brac: The Jumble of Growth”, na National Gallery of Modern and Contemporary Art, em Roma, até 14/10/18. | Daniel Steegmann Mangrané (Mendes Wood DM) participa das coletivas “I Was Raised on the Internet” no MCA Chicago, nos EUA, até 14/10/18, e “A Transparent Leaf instead of The Mouth”, no CCS Bard Hessel Museum of Art, em Nova York (até 14/10/18). | Sonia Gomes (Mendes Wood DM) participa da mostra coletiva “Tissage Tressage” na Villa Datris Foundation, na cidade francesa de L'Isle-sur-la-Sorgue, até 1/11/18. | A artista paulistana Fernanda Fehér vai expor no Festival de Cinema Queer Lisboa 2018. Fernanda é neta da fotógrafa Lily Sverner, que foi sua principal incentivadora. Formada em teatro e com curso de desenho e bacharelado pela NY Students League of Art, atualmente ela reside em Lisboa, onde participará do Festival de Cinema Queer Lisboa, um festival LGBT que tem como temática a AIDS. Ela será a única artista brasileira a expor na mostra que se chamará ‘O Vírus’. A mostra acontece entre 14 e 22/9/2018. Curadoria de Thomas Mendonça. http://queerlisboa.pt/ | Juliana Cerqueira Leite (Casa Triângulo) participa do projeto “Sculpture in the City”, na Mitre Square, em Londres, entre 27/6/18 e 27/6/19. A praça londrina é um marco turístico na cidade, pois foi ali, no canto Sul, que foi encontrado o corpo de Catherine Eddowes, mutilado e esquartejado por Jack, o Estripador, em 30/9/1888. | Marlon de Azambuja participa da Cleveland Triennial for Contemporary Art, que acontece entre 14/7 e 30/9 no The Cleveland Museum of Art, nos EUA, A mostra conta ainda com a participação de Juan Araujo, Walead Beshty, Candice Breitz, Cyprien Gaillard, Luisa Lambri, Kerry James Marshall, Ad Minoliti, Sarah Morris, Allan Sekula, Yinka Shonibare, Jessica Stockholder, Heimo Zobernig e outros. www.frontart.org. O artista também aprticipa da mostra coletiva “En Construcción”, uma curadoria de Santiago Olmo no CGAC, em Santiago de Compostela (espanha), entre 6/7 e 28/10/18. Participan ainda Lara Almarcegui, Pablo Barreiro, Carlos Bunga, Rosendo Cid, Björn Dahlem, Tamara Feijoo, María Luisa Fernández, Fernanda Fragateiro, Juan Gopar, Hisae Ikenaga, Kiko Pérez, Tobias Rehberger, Jessica Stockholder e Héctor Zamora. http://cgac.xunta.gal. | O artista mineiro Paulo Nazareth (Mendes Wood DM) participa da mostra coletiva “Dancing with Myself”, no Palazzo Grassi, na Punta della Dogana, em Veneza (Itália), até 6/1/2019. A mostra conta ainda com obras de Alighiero Boetti, Marcel Broodthaers, Martin Kippenberger e outros. | A carioca Fernanda Gomes (Galeria Luisa Strina) realiza exposição individual no Museo Jumex, na Cidade do México, entre 29/7 e 14/10/18. Curadoria de Catalina Lozano. O trabalho de Fernanda Gomes é desenvolvido em estreita conexão com o espaço em que é exibido. Suas exposições freqüentemente envolvem arquiteturas dentro da arquitetura, gerando espaços em diferentes escalas. Para esta exposição, ela produziu obras - ou como ela as chama, "coisas" - em diálogo com as condições específicas da Galeria 1 do Museo Jumex, enquanto expande algumas de suas recentes explorações. www.fundacionjumex.org | Janaina Tschäpe (Fortes D’Aloia & Gabriel) participa da coletiva “Oceans. Imagining a Tidalectic Worldview” no Museum of Modern Art Dubrovnik, na Croácia, até 30/9/18. | Marina Rheingantz (Fortes D’Aloia & Gabriel) participa da Biennial of Painting: On Landscapes, uma coletiva em cartaz no Museum Dhondt-Dhaenens, em Deurle, na Bélgica, até 30/9/18. | Os artistas paulistanos Jac Leirner, Edgard de Souza e Ana Maria Tavares têm obras na mostra “Contra a Abstração, Obras da Coleção CGD”, uma coletiva em cartaz no Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor, em Portugal, até 27/10/18. | Renata Lucas (Galeria Luisa Strina) participa da 8ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Melle, na França, entre 30/7 e 23/9/18. | Ivan Grilo (Luciana Caravello Galeria de Arte e Casa Triângulo) participa da mostra coletiva “Ver as Vozes dos Artistas”, uma curadoria de Miguel Von Hafe Pérez para o Metro do Porto, em Portugal, em cartaz entre 22/6 e 22/9/18. | Albano Afonso (Casa Triângulo) participa da mostra coletiva “Pois Eu É Um Outro: Obras da Coleção Norlinda e José Lima”, uma curadoria de Miguel Amado para o Centro de Artes de Águeda, em Portugal, entre 26/5 e 28/10/18. | A instalação "Ciclotrama 50 (wind)" (2018), da artista Janaina Mello Landini, passa a fazer parte da coleção da Fondation Carmignac, na França. O trabalho está na exposição de longa duração que inaugurou a sede da instituição, na Ilha de Porquerolles, na França. A obra está na mostra “Sea of Desire", com curadoria de Dieter Buchhart, apresenta um recorte desta coleção criada há 27 anos por Edouard Carmignac. A proposta é estabelecer diálogos entre as produções de artistas icônicos - como Sandro Botticelli, Andy Warhol, Jean-Michel Basquiat, Roy Lichtenstein, Gerhard Richter, Andreas Gursky, Keith Haring, Martial Raysse - e a de nomes emergentes - como Jeppe Hein, Olaf Breuning e Jean Denant. A mostra fica em cartaz até 4/11/18. | Artur Barrio e Lenora de Barros (Galeria Millan), participam da mostra “A Tale of Two Worlds. Experimental Latin American Art in Dialogue with the MMK Collection 1940s-1980s”, coletiva no Museo de Arte Moderno de Buenos Aires, entre 7/7 e 14/10/18. | Geraldo de Barros (Luciana Brito Galeria de Arte) tem obras na mostra “Historia de Dos Mundos”, no Museo de Arte Moderno de Buenos Aires, na Argentina, até 14/10/18. | O fotógrafo brasileiro German Lorca participa da mostra coletiva “Shape of Light 100 Years of Photography ans Abstract Art” na Tate Modern, em Londres, até 14/10/18. A mostra apresenta mais de 350 obras de cerca 100 artistas, como László Moholy-Nagy, Man Ray, Edward Weston, Aaron Siskind, Floris Neusüss, Gottfried Jäger, Antony Cairns, Maya Rochat e Daisuke Yokota, entre outros. Curadoria de Simon Baker. | Leticia Parente, Regina Vater, Sonia Andrade têm obras na mostra coletiva “Feminist Avant-Garde of the 1970s (From The Sammlung Verbund Collection - Vienna”, no Stanager Art Museum, em Stavanger, na Noruega, entre 15/6 e 14/10/18. Participam ainda Helena Almeida, Eleanor Antin, Anneke Barger, Lynda Benglis, Judith Bernstein, Renate Bertlmann, Dara Birnbaum, Teresa Burga, Marcella Campagnano, Judy Chicago, Linda Christanell, Lili Dujourie, Mary Beth Edelson, Renate Eisenegger, Valie Export, Esther Ferrer, Margaret Harrison, Lynn Hershman Leeson, Alexis Hunter, Sanja Iveković, Birgit Jürgenssen, Kirsten Justesen, Auguste Kronheim, Ketty La Rocca, Leslie Labowitz, Suzanne Lacy, Suzy Lake, Katalin Ladik, Brigitte Lang, Natalia LL, Karin Mack, Ana Mendieta, Rita Myers, Lorraine O’Grady, Orlan, Florentina Pakosta, Gina Pane, Letícia Parente, Ewa Partum, Friederike Pezold, Margot Pilz, Ulrike Rosenbach, Martha Rosler, Suzanne Santoro, Carolee Schneemann, Lydia Schouten, Elaine Shemilt, Cindy Sherman, Penny Slinger, Annegret Soltau, Betty Tompkins, Regina Vater, Hannah Wilke, Martha Wilson, Francesca Woodman e Nil Yalter. Curadoria de Gabriele Schor, Hanne Beate Ueland e Vibece Salthe. | A fotógrafa Claudia Andujar (Galeria Vermelho) participa entre 1/6 e 30/9/18 do Festival Photo de la Gacilly, no Jardin du Relais, em Gacilly, na França. | Renata Lucas (Galeria Luisa Strina) participa da 8ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Melle, no Quartier Mairie, em Melle (França), entre 30/6 e 23/9/18. | Ascânio MMM (Casa Triângulo) participa da coletiva “Latinoamerica: Volver al Futuro”, uma curadoria de Federico Baeza em cartaz no Museo de Arte Contemporaneo de Buenos Aires até 3/3/2019. | Thomas Farkas tem obras na coletiva “The Shape of Light: 100 Years of Photography and Abstract Art”, na Tate Modern, em Londres, até 14/10/18. | Hélio Oiticica tem mostra individual no ICA Miami até 11/11/2018. Galeria Priscila Mainieri recebe palestras sobre arte visionária http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13484&ncid=1&pg=0 A galeria paulistana Priscila Mainieri recebe nos dias 13/9, 27/9, 25/10 e 29/11 quatro palestras em que o historiador da arte e mestre em filosofia pela USP Denis Bruza Molino discorrerá sobre a trajetória e produção de quatro “artistas visionários”: O italiano Arcimboldo (dia 13/9), o inglês Turner (27/9), o austríaco Klint (25/10) e o brasiliero Grassmann (29/11), sempre às 19h30. # Inscrições: contato@ateliepriscilamainieri.com.br ou 3031-8727 e 99609-3230 Investimento por palestra: R$ 80,00 Pacote de 4 palestra: R$ 270,0 Endereço: r. Isabel de Castela, 274, Vila Madalena, São Paulo. www.ateliepriscilamainieri.com.br Artista e ativista John Giorno desfila para coleção CDLM em Nova York http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13483&ncid=1000&pg=0 O veterano artista plástico, poeta e ativista norte-americano John Giorno (1936) foi o grande destaque do desfile da grife CDLM na Peter Freeman Gallery, na New York Fashion Week. O modelo de 81 anos desfilou com um trench coat preto unissex e assim ajudou o designer Christopher Peters a lançar sua nova coleção.John Giorno é um artista performático e fundou uma empresa sem fins lucrativos de produção Giorno Poetry Systems, que organiza experiências multimídia e eventos. Ele tornou-se famoso após particiar do filme “Sleep” (1963), de Andy Warhol. Ele também é um ativista na luta contra a Aids e recolhimento de fundos, e um médico de longa data na tradição Nyingma do budismo tibetano. Transborda Brasília Prêmio de Arte Contemporânea 2018 anuncia premiados http://mapadasartes.com.br/curtas.php?id=13482&ncid=1000&pg=0 O Transborda Brasília – Prêmio de Arte Contemporânea anunciou em 16/09/18, às 16h, os nomes dos artistas premiados: Gu da Cei, Hilan Bensusan, Laura Fraiz-Grijalba e Raquel Nava, que receberão prêmios de R$ 15 mil cada e um prêmio especial de pesquisa e acompanhamento crítico cada, em uma cerimônia na Galeria Acervo da CAIXA Cultural Brasília. A comissão julgadora formada pelos críticos de arte e curadores Agnaldo Farias (SP), Clarissa Diniz (PE), Guga Carvalho (PI), Lisette Lagnado (RJ) e Marilia Panitz (DF). Cada artista receberá um prêmio aquisição no valor de R$15 mil e um prêmio especial de pesquisa e acompanhamento crítico com a crítica de arte e curadora Clarissa Diniz. Os premiados Gu da Cei é ceilandense e pesquisador da Faculdade de Comunicação-UnB. Atualmente desenvolve o seu trabalho no âmbito da intervenção urbana, performance e vídeo, além de buscar compreender as possibilidades dialógicas entre processos históricos e contemporâneos da fotografia, bem como seus espaços de exibição e circulação. Alguns de seus lambe-lambes também podem ser conferidos no volume 8 do livro “O Direito Achado na Rua”. Gu da Cei yes. Gu da Cei nada com nada. Gu da Cei tudo. Hilan Bensusan faz performance, filosofia e instalação. Habita a República Burguesa. Ensina e investiga na Universidade de Brasília temas como animismo, hospitalidade, futuros inorgânicos e interrupções. Fez performances e instalações em cidades como Bogotá, Bruxelas, Brasília, São Paulo, Londres, México, Paris, Montes Claros e Shashamane. Expôs em coletivas em Brasília, São Paulo, Lisboa, Brighton e Londres. Interessa-se pelas palavras situadas, pelas escritas desenhadas e pelas insolências públicas. Laura Fraiz-Grijalba nasceu em São Paulo em 1996 e vive em Brasília há seis anos. Trabalha principalmente com gravura e vídeo, utilizando-se da apropriação de elementos da internet e do uso da própria imagem para falar sobre memória, violência e intimidade. Raquel Nava investiga o ciclo da matéria orgânica e inorgânica em relação aos desejos e hábitos culturais, usando taxidermia e restos biológicos de animais justapostos à materiais industrializados em suas instalações, objetos e fotografias. A variação cromática com a qual trabalha nos objetos e fotografias se aproxima da paleta utilizada na sua produção de pintura. A diversidade de sua produção está nos experimentos com técnicas e materiais, mas sempre surge uma referência aos órgãos ou aos organismos. Ao longo de dois meses, a curadora e membro da Comissão de Seleção Clarissa Diniz irá acompanhar e orientar a pesquisa artística dos premiados, com foco no processo de criação e desenvolvimento poético de seu trabalho. Sendo que ao final do acompanhamento crítico, o artista deverá produzir um trabalho inédito. Como parte da cerimônia, ocorre uma visita mediada com as curadoras Clarissa Diniz e Marilia Panitz, e a realização da Performance “Avast Experience: antidol 2018”, da artista selecionada ao prêmio Kabe Rodriguez. A visita mediada e performance têm entrada franca e classificação indicativa livre para todos os públicos, com exceção da obra “Mordente”, que tem classificação indicativa para maiores de 18 anos. | Mais informações: Caixa Cultural Brasília Asa Sul: (SCS) Quadra 4 Lotes 3 / 4. Tel. (61) 3206-9448 | 9449. Ter., a dom., 09h/21h. TripAdvisor lista museus preferidos no mundo http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2882&pg=0&ncid=1 O TripAdvisor, o guia de viagens online, divulgou sua lista anual dos melhores museus do mundo, escolhidos por seus leitores. Este ano, o Musée d’Orsay, em Paris, assumiu o primeiro lugar, desbancando o vencedor do ano passado, o Metropolitan Museum of Art, em Nova York. Veja abaixo a lista dos dez preferidos do píblico do TripAdvisor. Pela primeira vez em 67 anos não há artistas portugueses na Bienal de São Paulo http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2881&pg=0&ncid=1 Podemos dizer, brincando com o título da 33.ª Bienal de Arte de São Paulo, Afinidades Afectivas, que este ano se quebrou a relação especial que havia entre os artistas portugueses e a mais importante exposição de arte da América Latina. Pela primeira vez desde que a Bienal de São Paulo abriu portas em 1951 naquela cidade brasileira, não há registo da presença de um artista nacional na exposição que abre esta sexta-feira no emblemático edifício do Parque do Ibirapuera, desenhado por Oscar Niemeyer. Fundação de Serralves não deverá acolher itinerância da bienal que abre esta sexta-feira no Brasil. Artigo de Isabel Salema editado em 6/9/2018 no jornal português “Público”. https://www.publico.pt/2018/09/06/culturaipsilon/noticia/pela-primeira-vez-em-67-anos-nao-ha-um-artista-portugues-na-bienal-de-sao-paulo-1843270 Porque é que pela primeira vez não há portugueses na Bienal de São Paulo? http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2880&pg=0&ncid=1 O novo modelo de curadoria pode ser a explicação para a ausência inédita de portugueses na exposição. Serralves, que tem exposto núcleos da bienal no seu museu, não fechou ainda qualquer acordo para que tal aconteça desta vez. Artigo de Mariana Pereira editado em 7/9/2018 no site https://www.dn.pt/cultura/interior/porque-e-que-pela-primeira-vez-nao-ha-portugueses-na-bienal-de-sao-paulo-9813938.html Sebrae vai ao STF para tentar derrubar MP que criou agência http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2879&pg=0&ncid=1 O Sebrae apresentou ontem ao Supremo Tribunal Federal (STF) um mandado de segurança pedindo que seja suspensa a medida provisória (MP) que criou a Agência Brasileira de Museus (Abram). A entidade questiona a destinação de parte de seus recursos para o novo órgão, que ficará responsável pela reconstrução do Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, destruído por um incêndio no último dia 2/9. Artigo de Daniel Gullino para o jornal “O Globo” editado em 13/09/18. Segurança do Museu Imperial está em risco, diz CGU http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2878&pg=0&ncid=1 O Ministério da Transparência e Controladoria Geral da União (CGU) identificou, em auditorias feitas em 2014 e 2015, problemas de segurança —com riscos à preservação das obras —em 28 dos 30 museus sob a responsabilidade do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), órgão vinculado ao Ministério da Cultura. Artigo de Vinicius Sassine para o jornal “O Globo” editado me 13/9/2018. Revista “Apollo” elenca 40 personalidades do circuito da arte com até 40 anos http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2877&pg=0&ncid=1 Lista reúne artistas, pensadores, curadores e galeristas. Os nomes foram selecionados por personalidades como Axel Rüger (diretor do Museu Van Gogh) e Iwona Blazwick (Whitechapel). Brasil comparece com apenas um nome: a galerista radicada em Londres Wanessa Carlos, fundadora e diretora da Carlos Ishikawa Gallery e criadora do projeto de intercâmbio entre galerias Condo. Artigo editado no site https://www.apollo-magazine.com/40-40-europe-2018/ Ai Weiwei, celebridades e um falcão ao vivo no leilão de Leonardo DiCaprio http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2876&pg=0&ncid=1 Ator norte-americano organiza leilão de arte com zero resíduos para arrecadar dinheiro para a vida selvagem. Wayne Thiebaud receberá o primeiro prêmio Arte e Meio Ambiente da Fundação Leonardo DiCaprio. Artigo de Taylor Dafoe para o portal internacional de arte Artnet (www.artnet.com) editado em 12/09/18. Membro do grupo performático russo Pussy Riot pode ter sido envenenado http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2875&pg=0&ncid=1 Pyotr Verzilov, que estava entre os manifestantes que invadiram o campo de futebol na final da Copa do Mundo na Rússia. O artista performático e ativista russo-canadense ficou doente depois de comparecer a uma audiência em tribunal de um dos outros membros do grupo. Artigo de Naomi Rea para o portal internacional de arte Artnet (www.artnet.com) editado em 13/9/2018. “Artnews” divulga sua lista de 200 colecionadores de 2018 http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2874&pg=0&ncid=1 A revista “ArtNews” divulgou sua aguardada lista dos 200 top colecionadores do mundo (Top 200 Collectors). A lista segue ordem alfabética por sobrenome. Os brasileiros ocupam quatro colocações: o casal carioca Genny e Selmo Nissenbaum, o casal paulistano Andrea e José Olympio Pereira, Lily Watkins Cohen Monteverde Bendahan Safra (Lily Safra, viúva de Edmond Safra) e seu cunhado Joseph Safra. Conheça a lista completa dos 200 tops. Mais informações no site http://www.artnews.com/top200year/2018/ . The Other Art Fair lança feira de arte inteiramente dedicada a mulheres artistas http://mapadasartes.com.br/noticias.php?id=2873&pg=0&ncid=1 Artigo de Ailis Brennan para o jornal britânico “Evening Standard”. https://www.standard.co.uk/go/london/arts/the-other-art-fair-launches-an-art-fair-dedicated-entirely-to-women-artists-a3932746.html Museu de Birmingham devolve escultura roubada à Índia http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=224&ncid=1000&pg=0 O Museu de Arte de Birmingham retornou uma escultura de pedra da divindade hindu Shiva roubada para a Índia. A escultura foi devolvida quase três anos depois de descobrirem que a obra foi roubada da Índia por uma rede internacional de contrabando que movimentou US$ 100 milhões e que era comandada pelo comerciante de arte Subhash Kapoor, de Nova York. O Fundo de Arte de Birmingham, Inc. (corporação sem fins lucrativos que apóia o Museu de Arte de Birmingham) comprou a escultura, intitulada “Lingodhbhavamurti” de Kapoor em 2008, quando trabalhava para a galeria Art of the Past. O preço de compra da escultura não foi divulgado. A escultura foi emprestada ao Birmingham Museum of Art, onde permaneceu em exibição até o mês passado. A escultura de pedra de quase um metro de altura mostra um pilar de fogo aberto para revelar o deus Shiva, testemunhado pelas divindades Brahma (na forma de um ganso) e Vishnu (como um javali). A escultura foi feita durante a dinastia Chola por volta de 1150 d.C. Provém de Tamil Nadu, no sul da Índia. "O Museu de Arte de Birmingham segue um rígido código de ética para garantir que objetos adquiridos para nossa coleção não estejam entre aqueles roubados de locais protegidos de significado religioso e ou cultural", disse Graham Boettcher, diretor do museu, em um comunicado. “Assim que soubemos da procedência ilegal desta escultura, decidimos devolvê-la à nação e ao povo da Índia. É inquestionavelmente a coisa certa a fazer e estamos felizes em saber que este importante tesouro cultural estará em breve de volta à sua casa de direito". A obra de arte foi devolvida à Índia em uma cerimônia formal que ocorreu em Nova York em 4/9. Boettcher representou o museu de Birmingham na cerimônia, que foi organizada pelo Consulado Geral da Índia em Nova York, com a presença do cônsul geral Sandeep Chakravorty. Em suas galerias, Kapoor vendeu antiguidades para museus de renome em todo o mundo, incluindo o Metropolitan Museum of Art, o Museu de Belas Artes de Boston e o Museu de Arte do Condado de Los Angeles. Em 2011, Kapoor foi extraditado para a Índia para enfrentar acusações sobre a operação multimilionária de pilhagem de antiguidades internacionais, através da qual ele secretamente vendia artefatos adquiridos ilegalmente para compradores desavisados usando documentos falsificados. O Museu de Arte de Birmingham foi contatado pelo Departamento de Segurança Interna dos EUA em 2015, com evidências convincentes de que o trabalho em sua coleção foi contrabandeado ilegalmente para fora da Índia. O museu imediatamente começou a tomar providências para a repatriação e, entretanto, informou os patronos do museu sobre as circunstâncias, publicando um rótulo ao lado da peça em exibição. A escultura foi removida em agosto de acordo com a política de coleções do museu para obras importadas sob violação de leis estaduais, federais ou estrangeiras, de acordo com o Museu de Arte de Birmingham. A escultura foi enviada para Nova York, onde foi processada pela Procuradoria do Distrito de Manhattan como prova no caso contra Kapoor. # Artigo de Erin Edgemon editado no site https://www.al.com/news/birmingham/index.ssf/2018/09/birmingham_museum_returns_stol.html. Galerista Mary Boone é culpada por evasão fiscal http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=223&ncid=1000&pg=0 Em sua declarações de imposto de renda de 2012, a galerista Mary Boone incluiu falsamente aproximadamente US$ 1,6 milhão de suas despesas pessoais como despesas de negócios dedutíveis de impostos, dizem os promotores. Especificamente, eles alegam que ela relatou fraudulentamente uma perda de negócios de US$ 53 mil em 2011, quando, na realidade, a galeria "obteve um lucro de aproximadamente US$ 3,7 milhões". Os promotores acusam Boone de usar a galeria para encobrir a fraude. Ela emitiu, por exemplo, cerca de US$ 800 mil em cheques para pagar a reforma de seu apartamento em Nova York. Outros US$ 120 mil em cheques de negócios foram para pagar aluguel e outras despesas em um segundo apartamento onde ela ficou enquanto a reforma estava em andamento. Ela também caracterizou falsamente despesas pessoais, como um pagamento de US$ 500 mil a um contratado como uma "comissão". Além de se declarar culpada, Boone concordou em pagar restituição ao IR de pouco mais de US$ 3 milhões, que o gabinete do procurador dos EUA disse representar os impostos adicionais devidos pelas devoluções apresentadas em 2009, 2010 e 2011. A declaração de imposto de renda federal traz uma sentença máxima de três anos de prisão. Ela está programada para ser sentenciada em janeiro. “Este é talvez o dia mais triste da minha vida. Eu estou trabalhando duro para colocar isso para trás”, disse Boone disse à Artnet News através de seu advogado. Boone, que tem 66 anos, opera duas galerias em Nova York. Ela tem sido fundamental no lançamento das carreiras de vários artistas, incluindo os astros da década de 1980, Ross Bleckner, Eric Fischl, David Salle e Julian Schnabel. O escritório do Procurador Distrital de Manhattan tem alvejado galerias e revendedores privados em Nova York nos últimos anos, como a Artnet News informou no início de 2015, embora não esteja claro se isso levou às acusações especificamente contra Boone. No ano passado, Boone esteve envolvida em outra disputa legal com o ator Alec Baldwin, que alegou que ela lhe vendeu uma cópia posterior de uma obra de Bleckner, alegando que era a original. Boone acabou pagando a Baldwin em um acordo de sete dígitos. # Artigo de Eileen Kinsella para o portal internacional de arte Artnet (www.artnet.com) editado em 5/9/2018. Polícia recupera sapatos de Judy Garland em “O Mágico de Oz” após 13 anos http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=222&ncid=1000&pg=0 Autoridades federais informaram ter recuperado o famoso par de sapatos cor de rubi usados pela atriz Judy Garland em “O Mágico de Oz”, 13 anos depois de terem sido roubados do museu de Minnesota que leva seu nome. O icônico calçado usado por Garland no clássico filme de 1939 foi tirado por ladrões do Judy Garland Museum em sua cidade natal, Grand Rapids, Minnesota, em 2005, e só foram apreendidos em uma operação em Minneapolis em julho deste ano, segundo o agente do FBI Jill Sanborn, da divisão de Minneapolis do departamento. Após a sua recuperação neste verão, os calçados, estimados em vários milhões de dólares, foram transportados para o Museu Nacional de História Americana do Smithsonian em Washington, onde uma análise detalhada foi realizada para confirmar sua autenticidade. Embora os chinelos tenham sido encontrados, as pessoas responsáveis pelo roubo ainda são desconhecidas. O FBI identificou suspeitos e executou vários mandados de busca em Minnesota e na Flórida, mas ainda está pedindo ao público que forneça pistas para identificar os ladrões, bem como um esquema mais recente para fraudar e extorquir a Markel Corporation, proprietária os chinelos. Outros fatos sobre o caso não foram divulgados por causa da investigação. Christopher Myers, advogado americano do Distrito de Dakota do Norte, e Scott Johnson, chefe da Polícia de Grand Rapids, juntaram-se ao agente Sanborn nos esforços do FBI para recuperar os sapatos. "Quando os sapatos foram roubados, os ladrões não levaram apenas sapatos, mas um pedaço da história que sempre estará ligado a Grand Rapids e a uma das crianças mais famosas da cidade", disse Johnson em uma conferência. “Estávamos confiantes de que este dia acabaria por vir, e estamos gratos ao FBI e a todos aqueles que trabalharam para trazer este pedaço do tesouro cinematográfico das sombras para a luz. Afinal de contas, não há lugar como o lar", acrescentou ele, citando uma frase famosa de "O Mágico de Oz". Rhys Thomas, autor de "Os Rubis Sapatinhos de Oz", participou da coletiva de imprensa e disse que os sapatos são o “Santo Graal" da memorabilia de Hollywood. O par de sapatos que foi recuperado é conhecido como “par viajando”, um dos quatro pares usados por Garland no filme. Thomas estimou que o par de sapatos valeria entre US$ 2 e US$ 7 milhões. O último par que foi à venda alcançou US$ 2 milhões”, disse ele. Segundo Thomas, quando os sapatos de rubi foram fabricados pela primeira vez em 1939, seu valor estimado era de US$ 13. Myers disse que há cerca de 8.000 itens de memorabilia ou obras de arte atualmente na lista de observação do FBI. # Artigo de Dionne Cordell-Whitney editado em 4/9/2018 no site https://www.courthousenews.com/stolen-wizard-of-oz-slippers-found-after-13-years/. Investigação de propina leva a mistério com Di Cavalcanti http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=221&ncid=1000&pg=0 Acusado de receber propinas para liberar investimentos na Caixa, o ex-conselheiro do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) André Luiz de Souza se comprometeu a entregar à Justiça um quadro de Di Cavalcanti, comprado com supostas propinas pagas pela Odebrecht no exterior. O propósito do banco é levar de São Paulo a Brasília a obra "A Mulata", que o réu alega ter comprado por US$ 216 mil (R$ 893 mil), e colocá-la em exposição, como ocorreu com o acervo apreendido na Lava Jato. Mas surgiu a suspeita de que ela seja falsa e esteja superfaturada. Quando estava preso preventivamente, em 2017, Souza pôs a obra e os recursos que mantém na Suíça (mais de R$ 19 milhões) à disposição do poder público, num apelo para sair da cadeia. Em fevereiro, o juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal em Brasília, mandou sequestrar o quadro e a fortuna no exterior diante da suspeita de que são produtos de crimes contra a Caixa. A polêmica nasceu quando a transportadora contratada pelo banco foi buscar "A Mulata" no endereço de Souza, em São Paulo. A empresa percebeu que ela não consta de nenhum catálogo de obras de Di Cavalcanti e alegou que o trabalho do pintor brasileiro é um dos mais copiados no mundo. Diante disso, suspendeu a operação e avisou que só levará a tela após uma avaliação sobre sua autenticidade, condições de conservação e valor, necessária para fazer o seguro do transporte. Intimado, Souza admitiu que não tem um laudo para comprovar que "A Mulata" foi mesmo pintada por Di Cavalcanti nem dinheiro para contratar um marchand que o faça. Uma avaliação sairia por R$ 10 mil, mas os milhões a ele atribuídos estariam inacessíveis, no exterior. Posto de lado o juridiquês, o ex-conselheiro do FGTS deu ao juiz da 10ª vara apenas sua palavra sobre a originalidade da obra, ao estilo "la garantía soy yo": alega também não dispor de nota fiscal ou recibo da tela. E resiste em contar com quem a negociou. "E aí? Não tem o documento?", questionou Vallisney em uma audiência sobre o caso no dia 1º de agosto. "Excelência, até pela forma como essa obra foi adquirida, é óbvio que não vai ter nota", explicou a advogada do ex-conselheiro, dizendo-se afrontada com os questionamentos da Caixa: "Dá a entender que meu cliente está mentindo". O banco insiste não ser possível custear seguro, guarda e transporte sem "inequívoca comprovação de autenticidade" pelo réu. Afirma que Souza pode não só estar entregando um bem falso e superfaturado, mas escondendo outras obras compradas com dinheiro de corrupção. Delatores da Odebrecht disseram ter repassado os US$ 216 mil a ele para pagar "obras de arte" [no plural]. "A Caixa possui em seu acervo algumas obras de Di Cavalcanti que foram valoradas nas cifras que variam entre R$ 180 mil e R$ 200 mil. A grande diferença entre os valores das obras do acervo e o valor transferido [pela Odebrecht] indica que possivelmente existem outras que não foram indicadas pelo réu", escreveram os advogados do banco numa petição. Eles afirmam não ser crível que faltem condições financeiras para que Souza pague a perícia, tendo em vista os milhões que movimentou. Com dúvidas sobre "A Mulata", o juiz pediu socorro ao Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), mas o órgão não tem dados sobre a pintura oferecida por Souza. "Não identificamos exatamente de qual obra de arte do Di Cavalcanti se trata. Há inúmeras [do artista] intituladas sobre a temática 'mulata'." A reportagem não obteve imagem de "A Mulata" de Souza. Representante do modernismo brasileiro, que viveu de 1897 a 1976, o pintor se notabilizou por retratar mulheres nas mais diversas situações. O instituto indicou laboratórios da Polícia Federal e da USP (Universidade de São Paulo) para fazer testes sobre a datação das tintas e a análise das camadas, entre outros. "O Iphan não atesta a autenticidade de obras, uma vez que não tem expertise para tanto." Os representantes da Caixa estão temerosos porque, em outras ocasiões, falsificações do mesmo pintor foram identificadas em acervos destinados a ressarcimento. Ao processo, anexaram reportagem da Folha, publicada em 2006, que informou serem falsas duas telas de Di Cavalcanti tomadas do ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira e levadas ao MAC (Museu de Arte Contemporânea) da USP. OUTRO LADO Ex-filiado ao PT, Souza foi indicado ao Conselho Curador do FGTS pela CUT (Central Única dos Trabalhadores). Ele integrou o Comitê de Investimentos do FI-FGTS (Fundo de Investimentos do FGTS). Souza foi denunciado e responde a uma ação penal por receber pagamentos da Odebrecht de R$ 27,4 milhões e US$ 8,7 milhões (R$ 28,3 milhões), supostamente em troca de facilitar aportes do fundo gerido pela Caixa. O acusado sustenta que recebeu por serviços legalmente prestados. O advogado do ex-conselheiro, Fábio Tofic Simantob, diz que seu cliente pagou pela obra no exterior, de forma "não contabilizada", o que justifica a falta de documentos. "Quem paga assim não tem nota", afirma. Questionado sobre por que seu cliente não informa ao menos de quem a adquiriu, o defensor diz não ter conversado com ele a respeito. Tofic afirmou que Souza informou em juízo que se trata de um legítimo Di Cavalcanti porque não tem dúvidas a respeito. O advogado classificou as suspeitas lançadas pela Caixa de especulação. Argumentou, por exemplo, que o fato de a tela não constar de catálogos não significa que seja falsa. Tofic sustenta que cabe à Caixa fazer uma avaliação sobre a obra, tendo em vista os questionamentos que ela própria faz. "Manda avaliar ou diz que não quer." | Matéria de Fábio Fabrini publicada originalmente no jornal "Folha de São paulo", em 02/09/18. Metropolitan Museum de NY vai devolver esculturas para a Índia http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=220&ncid=1000&pg=0 O Metropolitan Museum of Art (Nova York) anunciou que vai devolver duas esculturas ao governo da Índia: uma escultura em pedra do século VIII de uma deusa hindu, Durga Mahishasuramardini, e uma escultura em calcário do terceiro século, que representa uma divindade masculina. A Durga foi doada ao Museu em 2015. No decorrer da pesquisa, a equipe do museu reconheceu em uma publicação de 1969, “The Archaeology of Kumann (incluindo Dehradum)” a descrição de Durga como parte do templo Chakravarteswara, em Baijnath, capital medieval em Uttarakhand, no norte da Índia. O Museu entrou em contato com a Archaeological Survey of India e o museu e o país assinaram então um acordo para seu retorno em abril de 2018. A escultura da divindade masculina foi doada ao Museu em 1986. A equipe do museu determinou recentemente que era parte do inventário escavado do Nagarjunakondate Museum e se ofereceu para devolvê-lo no início deste ano. O museu e a Índia estão assinando o acordo para seu retorno e, juntamente com a Durga, serão enviados para a Índia no final desta semana. “O Museu está comprometido com a aquisição responsável de arte arqueológica e aplica rigorosos padrões de proveniência às suas coleções. O retorno desses objetos para a Índia é justificado, e o museu agradece por nossas relações de colaboração de longa data com colegas e instituições acadêmicas na Índia”, declarou o Met. “Agradecemos profundamente os sinceros esforços e colaboração do Metropolitan Museum of Art neste retorno de antiguidades indianas à Índia. Continuaremos a trabalhar em estreita colaboração com o museu e outras autoridades e instituições dos EUA para identificar a arte arqueológica indiana que pertence à Índia”, comentou o Consulado Geral da Índia. | Matéria publicada originalmente no site Art Crime (art-crime.blogspot.com), em 07/08/18. Reino Unido devolverá à Índia estátua de Buda roubada há 60 anos http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=219&ncid=1000&pg=0 Uma estátua de Buda do século 12, roubada da Índia há quase 60 anos, deve ser devolvida ao país depois de ter sido descoberta em uma feira de antiguidades no Reino Unido. A escultura de bronze foi uma das 14 estátuas saqueadas do Museu Arqueológico de Nalanda, no leste da Índia, em 1961. Acredita-se que mudou de mãos várias vezes ao longo dos anos antes de ser enviado a um negociante de antiguidades de Londres. A escultura será entregue ao alto comissário indiano no Reino Unido, YK Sinha, durante uma cerimônia na quarta-feira coincidindo com as comemorações do Dia da Independência da Índia. A estátua foi identificada em uma feira em março por membros da Associação para Pesquisa em Crimes Contra a Arte (ARCA), uma organização que trabalha para preservar a herança cultural, e o India Pride Project, que visa recuperar artefatos roubados. A polícia disse que o atual proprietário e revendedor não tinham conhecimento da história da estátua e concordaram em devolvê-la à Índia. Sophie Hayes, da unidade de arte e antiguidades da polícia metropolitana, disse: “Estamos muito felizes por podermos facilitar o retorno desse importante patrimônio cultural para a Índia. “Este caso tem sido um verdadeiro exemplo de cooperação entre a aplicação da lei, o comércio e os acadêmicos. Um crédito especial deve ser dado aos informantes atentos que nos fizeram perceber que a peça que faltava havia sido localizada depois de tantos anos ”. Michael Ellis, o ministro britânico de artes, patrimônio e turismo, disse que a Grã-Bretanha foi um dos primeiros países a recuperar uma das 14 estátuas de Buda. Em 2017, Christos Tsirogiannis, professor da ARCA, identificou antigos vasos gregos de mármore à venda na feira de arte Frieze Masters em Londres, tendo estado na posse do antiquário italiano Gianfranco Becchina, que foi condenado à prisão. Os vasos haviam sido roubados quatro décadas atrás de uma antiga igreja rural cristã em Steni, na Grécia. Inúmeros objetos de antigas negociações do antiquário italiano de 80 anos ainda estão no mercado de antiquidades e a identificação geralmente resulta em sua repatriação. # Artigo de Nadeem Badshah para o jornal inglês “The Guarian” editado em 15/8/2018. https://www.theguardian.com/world/2018/aug/15/stolen-buddha-statue-return-india-found-uk Museu da Bíblia retorna manuscrito medieval à Universidade de Atenas http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=218&ncid=1000&pg=0 Um ano depois que a família Green, proprietária da cadeia de lojas de artesanato Hobby Lobby e uma das principais patrocinadoras do Museu da Bíblia, em Washington, concordou em pagar uma multa de US$ 3 milhões pela importação ilegal de artefatos do Iraque, o museu vai devolver à Universidade de Atenas, na Grécia, um manuscrito medieval dos quatro testamentos, pois descobriu que o documento foi roubado da instituição grega em 1991. O retorno segue uma investigação que o museu está conduzindo sobre a proveniência e origem de mais de 3.000 itens em sua coleção. No final da semana passada, o museu inaugurado em novembro de 2017, anunciou que devolveria o manuscrito grego medieval dos quatro relatos evangélicos da vida de Jesus à Universidade de Atenas. Isso marca “o primeiro retorno de um artefato por causa de uma questão de procedência”, disse a porta-voz Michelle Farmer, da DeMoss, ao Religion News Service. O item, conhecido como “Manuscrito 18” e datado de 1.100, desapareceu da biblioteca da universidade em 1991. Ele apareceu sete anos depois, em um leilão da Sotheby's em Londres, onde foi comprado por um proprietário desconhecido. Em 2010 o presidente do Hobby Lobby, Steve Green, proprietário de uma das maiores coleções privadas de textos e artefatos bíblicos do mundo, comprou o manuscrito. A família Green, grandes financiadores do museu doou-o para a instituição em 2014. O curador-chefe Jeff Kloha disse à RNS que a decisão de devolver o item foi fácil. "Somos um museu da Bíblia, por isso “fazemos ao outro o que gostaríamos que fizessem conosco”, disse ele, citando Mateus 7:12. Kloha disse que o museu segue os padrões estabelecidos pela Aliança Americana de Museus e pela Associação de Diretores de Museus de Arte. “Queremos agir de maneira ética, uma maneira legal de ajudar uma instituição irmã”, disse ele. "Esta é uma oportunidade para agirmos com responsabilidade e demonstrar que somos um museu que adere aos padrões”. Kloha observou que o museu está buscando credenciamento da Associação Americana de Museus, e que fazer as coisas de acordo com os padrões é parte desse processo. O credenciamento reflete o profissionalismo de um museu, disse ele, “e também ajuda com os parceiros de empréstimo” ao se aproximar de outras instituições para o empréstimo de itens. O “Manuscrito 18” está atualmente em exibição através de um acordo com a Universidade de Atenas e será formalmente devolvido em 1º de outubro. Kloha disse que o manuscrito foi “digitalizado e colocado on-line” para visualização pública. Kloha, que tem um doutorado da Universidade de Leeds, na Inglaterra, observou os muitos “pontos de localização” do manuscrito desde o início de 1900 até o presente. "Este é um caso tão claro quando conversamos com a Universidade (de Atenas)", disse ele. “(Isto não foi) um manuscrito aleatório, mas tinha conexões íntimas com a universidade e pertencia àquela coleção.” Uma dessas ligações foi Spyridon Lambros, um historiador grego do século 19 e início do século XX que lecionou na universidade por 23 anos e doou o manuscrito para a universidade. Lambros também serviu como primeiro-ministro grego de setembro de 1916 a abril de 1917. Após a doação do “Manuscrito 18”, o museu listou o item em um banco de dados de manuscritos do Novo Testamento no Instituto de Pesquisa Textual do Novo Testamento na Universidade de Münster, na Alemanha. Essa lista chamou a atenção de Theodora Antonopoulou, professora de literatura bizantina na Universidade de Atenas. Sua pesquisa mostrou que o manuscrito havia sido apropriado da escola sem sua permissão. O advogado Thomas R. Kline, professor de estudos em museus da George Washington University e consultor do museu, disse que o retorno "reflete o compromisso do (museu) com uma abordagem (ética) no mais alto nível". Tais padrões foram destacados após o acordo de 2017 da família Green para devolver milhares de artefatos que as autoridades federais dos EUA disseram que foram importados ilegalmente, bem como pagar a multa de US$ 3 milhões. Alguns acadêmicos argumentaram que o incidente mancharia a reputação do museu, mas outros admitiram as dificuldades de proveniência inerentes à montagem de coleções de artefatos antigos. # Artigo editado em 13/8/2018 no site religionnews.com: https://religionnews.com/2018/08/13/museum-of-the-bible-returns-medieval-manuscript-after-discovering-items-theft/ Sites de leilões online impulsionam vendas de obras falsas http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=217&ncid=1000&pg=0 Sites de leilões online estão impulsionando as vendas falsas de arte, segundo Fiona Bruce e o revendedor Philip Mold. Com o retorno da tão falada série de televisão “Fake or Fortune” à BBC, os apresentadores do programa revelaram que a Internet está cada vez mais permitindo que as pessoas negociem arte falsa. Antes desta sétima série, Bruce disse que era cada vez mais frequente o fato de obras de arte produzidas na China serem vendidas online, mas que era impossível distinguir entre algo falso e algo verdadeiro quando você faz compras virtuais. "A internet certamente mudou as coisas", disse ela. “Legitimamente, você pode licitar em um leilão pela internet. Mas as vendas comerciais de arte em sites como o eBay tornaram a venda de arte falsa maior. “Pode ser muito difícil descobrir quem vendeu ou comprou a arte porque você pode ocultar sua origem na internet. Há lugares na China que apenas produzem a arte que se parece com a de artistas muito famosos, mas eles nunca estiveram perto dos verdadeiros artistas. Você pode comprar uma obra de arte online pensando que é uma coisa, quando você não tem ideia de que ela está vindo da China”. Bruce disse que muitas vezes viu exemplos de trabalhos de Lowry sendo anunciados online, mas os vendedores teriam muito cuidado na nomeação desses trabalhos, referindo-se a uma peça como "Lowry" em vez de "By Lowry" para evitar ser chamada falsificada. "O mundo mudou e agora é muito mais sofisticado como podemos saber se algo é real e falso, mas também as técnicas usadas para nos enganar". A série de cinco partes vai ao ar às 21:00 na BBC. Desde o seu lançamento em 2011, o programa de sucesso cresceu e se tornou o programa de arte mais popular da TV e atrai regularmente uma audiência de cinco milhões de espectadores. O negociante de arte, Sr. Mold, disse que a mudança de tendências se tornou uma preocupação crescente para empresas legítimas, e que novas técnicas estavam sendo constantemente projetadas para enganar os traficantes a pensar que um falso poderia ser a coisa real. "Eu tenho visto um aumento na quantidade de arte falsa por aí", disse ele. “Com todo o brilhantismo técnico, é quase como uma corrida armamentista com os falsificadores para ver quem consegue o mais sofisticado primeiro, e isso é preocupante. Inquestionavelmente, vimos um aumento na arte falsa na internet. Como uma estatística bastante precisa, cerca de 70% da arte que você vê à venda online, não necessariamente por revendedores de boa reputação, mas por indivíduos, é deturpada e é extremamente preocupante ”. O Sr. Mold informou que, se você pretende gastar menos de £ 50 online, isso não é uma grande preocupação, mas alertou contra possíveis compradores que compram obras de arte por grandes somas de dinheiro, especialmente quando a origem não é conhecida. Ele disse: “Se é muito dinheiro, a menos que você realmente saiba o que está fazendo, você tem que conhecer a pessoa e olhar para o objeto - a falsidade é tão bem feita hoje em dia que é importante julgar o contexto para o qual você está comprando uma pintura. Um porta-voz do eBay disse: "O eBay tem uma próspera categoria de arte com um esquema de proteção dos direitos do proprietário para impedir que qualquer pessoa sem direitos autorais venda arte que não é deles". No episódio de hoje de “Fake or Fortune”, a dupla examinará uma pintura de natureza morta alegando ser do artista britânico William Nicholson. A pintura foi comprada por seu atual proprietário em 2006 por £ 165.000, mas depois que ela foi deixada de fora do último catálogo do artista, a pintura agora pode valer apenas algumas centenas de libras. # Artigo de Francesca Marshall para o site do jornal inglês “The Telegraph” editado em 12/8/2018. (https://www.telegraph.co.uk/news/2018/08/12/online-auction-sites-ebay-boosting-fake-art-sales-warn-fiona/). Metropolitan Museum de NY vai devolver esculturas para a Índia http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=216&ncid=1000&pg=0 O Metropolitan Museum of Art (Nova York) anunciou que vai devolver duas esculturas ao governo da Índia: uma escultura em pedra do século VIII de uma deusa hindu, Durga Mahishasuramardini, e uma escultura em calcário do terceiro século, que representa uma divindade masculina. A Durga foi doada ao Museu em 2015. No decorrer da pesquisa, a equipe do museu reconheceu em uma publicação de 1969, “The Archaeology of Kumann (incluindo Dehradum)” a descrição de Durga como parte do templo Chakravarteswara, em Baijnath, capital medieval em Uttarakhand, no norte da Índia. O Museu entrou em contato com a Archaeological Survey of India e o museu e o país assinaram então um acordo para seu retorno em abril de 2018. A escultura da divindade masculina foi doada ao Museu em 1986. A equipe do museu determinou recentemente que era parte do inventário escavado do Nagarjunakondate Museum e se ofereceu para devolvê-lo no início deste ano. O museu e a Índia estão assinando o acordo para seu retorno e, juntamente com a Durga, serão enviados para a Índia no final desta semana. “O Museu está comprometido com a aquisição responsável de arte arqueológica e aplica rigorosos padrões de proveniência às suas coleções. O retorno desses objetos para a Índia é justificado, e o museu agradece por nossas relações de colaboração de longa data com colegas e instituições acadêmicas na Índia”, declarou o Met. “Agradecemos profundamente os sinceros esforços e colaboração do Metropolitan Museum of Art neste retorno de antiguidades indianas à Índia. Continuaremos a trabalhar em estreita colaboração com o museu e outras autoridades e instituições dos EUA para identificar a arte arqueológica indiana que pertence à Índia”, comentou o Consulado Geral da Índia. Escultura persa em pedra calcária deve retornar ao Irã http://mapadasartes.com.br/pegaladrao.php?id=215&ncid=1000&pg=0 A polícia confiscou uma escultura baixo-relevo persa em pedra calcária de oito polegadas datado de 500 a.C. e avaliada em US$ 1,2 milhão no estande do negociante de antiguidades de Londres, Rupert Wace, durante a feira Tefaf, em Nova York, em outubro de 2017. A obra retrata um guarda imperial persa barbada segurando uma lança. O artefato uma vez adornou um prédio nas ruínas de Persépolis durante a dinastia Aquemênida (Primeiro Império Persa). De acordo com o jornal “New York Times”, a peça foi contrabandeada para fora do Irã em 1936 e ressurgiu quando um colecionador canadense a doou ao Museu de Belas Artes de Montreal em 1950. Depois de ter sido roubada do museu canadense em 2011, Wace e seu parceiro Sam Fogg compraram a obra da companhia de seguros do museu. A instituição optou por deixar a seguradora manter o objeto em vez de ser reembolsado. Wace e Fogg não serão acusados por possuir a obra. Pouco depois de ter sido apreendido na feira no outono passado, Wace disse à Artnet News por e-mail que ele e Fogg compraram o trabalho legalmente e de boa fé. “Estamos desolados para compreender os eventos que ocorreram. Esta obra de arte tem sido bem conhecida pelos estudiosos e tem uma história que abrange quase 70 anos”, disse ele. No entanto, os investigadores apresentaram um estudo detalhado que mostrou que a obra foi tirada ilegalmente do Irã, e os dois distribuidores concordaram em abrir mão do artefato para que ele possa ser devolvido ao país do qual foi roubado há quase 80 anos. O caso é a mais recente repatriação bem-sucedida sob o procurador distrital de Nova York, Cyrus R. Vance Jr. Depois de assumir o cargo, Vance formou uma unidade dedicada ao tráfico de antiguidades para acompanhar o aumento do número de casos na cidade de Nova York, um grande mercado ilegal. De acordo com Vance, seu escritório retornou milhares de antiguidades ilícitas desde 2012, avaliadas coletivamente em mais de US$ 150 milhões. # Artigo de Henri Neuendorf para o portal internacional de artes “Artnet” (www.artnet.com) editado em 24/7/2018. Residência Terra Una: Arte e Magia | 2019 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=637&pg=0&ncid=1 Inscrições abertas até 08/10/18. Ocupação Rarefeita - Itatiaia (RJ) | 2018 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=636&pg=0&ncid=1 Residência artística na Serra da Mantiqueira tem inscrições até 30/09/18. Wiki Loves Monuments Brasil e Portugal 2018 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=635&pg=0&ncid=1 Wikipédia lança concursos para salvaguardar patrimônios brasileiro e português. Inscrições vão até 30/9/18. Galeria Ponto de Fuga | Exposição Fotografia Contemporânea | Curitiba 2018 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=634&pg=0&ncid=1 Inscrições abertas até 30/09/18. Fundo de Incentivo à Cultura (FIC) | Natal - 2018 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=633&pg=0&ncid=1 Inscrições abertas até 06/10/18. Estrondo! Fotolivro e livro de artista | 2018 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=632&pg=0&ncid=1 Inscrições abertas até 21/09/18 para artistas mulheres, tanto cisgênero quanto transgênero, que trabalhem com linguagens visuais que inclua fotografia para projetos inéditos para publicação de fotolivro ou livro de artista. Edital de Projetos CCJF - Rio de Janeiro| 2019 http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=631&pg=0&ncid=1 Inscrições prorrogadas até 06/09/18 Panapaná | Novembro das Artes Visuais 2018 - João Pessoa http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=630&pg=0&ncid=1 Inscrições abertas até 30/09/18. Edital nº 01/2018 – Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Manaus/AM http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=629&pg=0&ncid=1 Inscrições até 31/08/2018. Edital, ficha de inscrição e mais informações no site http://concultura.manaus.am.gov.br/lei-municipal-de-incentivo-a-cultura 14º Concurso Fotográfico Sintrajufe/RS http://mapadasartes.com.br/saloes.php?id=628&pg=1&ncid=1 Inscrições cia Correios até 13/08/18. Mais informações no site https://www.sintrajufe.org.br/formacao-cultura-lazer-detalhe/3/concurso-fotografico